terça-feira, 22 de janeiro de 2008

CD Review: Corpus Christii - Rising

Nota: Esse review foi originalmente escrito na forma lusitana da língua portuguesa. O blog Arise! optou por manter dessa forma no intuito de preservá-lo como foi concebido.

Corpus Christii - Rising



Por PhiLiz

Introdução
Corpus Christii
é hoje uma das maiores entidades do BM a nível mundial e em Portugal a banda de Nocturnus Horrendus é provavelmente a referência máxima do género.Para este "estatuto" muito contribuem as três fazes da trilogia que Rising finaliza, que representam segundo NH: a devastação total (Tormented Belief), seguindo-se a raiva e a auto-descoberta (The Torment Continues), finalizando-se com a ascensão e subsequente descoberta da luz nesta última proposta da banda.

Os registros de 2003 e 2005, de enorme qualidade, deram ao projecto de NH ainda mais notoriedade ao mesmo tempo que mostravam os passos para um tipo de sonoridade mais trabalhada e distinta daquela seguida pela banda até então, embora o Black Metal se apresente hoje, como em 1998 (ano de formação da banda) como característica principal de Corpus Christii.

No entanto, o Black Metal de CC a partir de 2003 surge como uma criação muito pessoal do mentor da banda, Nocturnus Horrendus. Um misto entre melancolia musical e satanismo filosófico, numa abordagem ao género bastante mais complexa do que a feita pela banda anteriormente.

Nesta linha Rising surge como uma criação ainda mais ambiciosa (musicalmente falando) com elementos sonoros novos a CC, transportando Rising para um nível de excelência ainda maior do que o conseguido nos dois últimos trabalhos.





Alinhamento
01 - Intro
02 - Stabbed
03 - Blank Code
04 - Black Gleam Eye
05 - The Wanderer
06 - Torrents Of Sorrow
07 - Void Revelation
08 - Evasive Contempt
09 - Heavenless Bliss
10 - Untouchable Euphoria
11 - Bleak Existence
12 - Revealed Wounds
13 - Outro

Ano 2007

Editora Nightmare Productions (nota: para a Europa)

Faixa Favorita 12 - Revealed Wounds

Género Black Metal

País Portugal

Banda
Nocturnus Horrendus - Bateria, Baixo, Guitarras & Voz
Menthor - Bateria






Review
Gravado nos UltraSoundStudios e produzido Daniel Cardoso (o dono dos estúdios e antigo membro dos extintos Sirius), Rising apresenta-se muito bem produzido para o género.Os instrumentos estão bastante audíveis: as guitarras têm uma afinação perfeita para o efeito pretendido, o baixo é perfeitamente perceptível (um dos pontos extra do álbum), a bateria é avassaladora e o trabalho com a voz está soberbo. Acima de tudo, tem alguma "sujidade sonora" e não é demasiado polido para um álbum de Black Metal o que por vezes pode colocar em causa a atmosfera geral do álbum, o que não neste caso.
Todos os instrumentos foram gravados na totalidade por NH à excepção da bateria, gravada quase inteiramente por Menthor dos Epping Forest. A este propósito é de referir o grande trabalho deste membro convidado. A bateria apresenta-se com uma força maquinal imensa, com diversas variações e uma execução imaculada. O produção ajuda muito a enfatizar a brutalidade que Menthor "empresta" a Rising. Sem dúvida um ponto muito positivo.

O resto vem directamente da mente de Nocturnus Horrendus. Os riffs melancólicos, mas ao mesmo tempo dilacerantes estão propositadamente mais destacados e são um dos maiores factores de interesse no álbum. Com diversas mudanças e sobreposições, o trabalho de guitarra vai de encontro à complexidade e evolução que a banda tem tido, mas são os momentos melancólicos e genuinamente deprimentes que dão um toque ainda mais pessoal a um trabalho pincelado pela dor e pelos tons negros da mente humana.

Nesta mesma linha, o baixo encontra-se bastante presente e de uma forma um tanto ou quanto surpreendente assume-se como um elemento que para além de completar dá uma atmosfera ainda mais distorcida e arrastada às músicas (como acontece, por exemplo em Stabbed).

A voz assume-se, obviamente, como o elemento que mais transmite as emoções na música de Rising e neste ponto é preciso dar um grande destaque à excelente performance de NH.Variando entre um gutural bem reconhecível, angustiantes gritos de dor e momentos mais limpos, os vocais são um dos factores mais interessantes do álbum. NH expele o ódio e a misantropia através de alguns dos mais arrepiantes momentos vocais alguma vez executados sob o nome de Corpus Christii e o álbum ganha incomensuravelmente com isso.

Mencionei anteriormente que este seria porventura o álbum (musicalmente) mais ambicioso de Corpus Christii e isto é algo que se compreende assim que se começa a ter uma idéia das várias influências e dos pormenores bastante diversos que Rising encerra.

Os riffs e ritmos mais lentos e soturnos remetem para uma atmosfera Doom que abrilhanta e diversifica ainda mais o álbum. Neste sentido faixas como The Wanderer ou a emocional Revealed Wounds têm sons que vão para além do espectro do Black Metal.Há algumas bandas que vêm à cabeça aquando da audição do álbum como Deathspell Omega ou Ved Buens Ende, sobretudo devido à variedade rítmica e à atmosfera criada, mas Corpus Christii tem uma envolvência única devido à forma como tudo se passa muito no plano pessoal, o que transparece bem para a música.

Outro factor que é facilmente reconhecível no álbum é a religiosidade que lhe está inerente. NH denomina Corpus Christii como uma banda de Black Metal religioso, de cariz demarcadamente satânico. A Intro com o seu coro evangélico ajuda neste aspecto, mas todo o álbum remete para este sentimento religioso. No que concerne a esta matéria alguns momentos líricos demonstram bem que apesar de as letras estarem já longe de algo como All Hail... (Master Satan) a devoção a Satanás, o espalhar da sua palavra e o encontrar da verdade através do mesmo são o objectivo primordial de NH, como visceralmente expelido em Void Revelation:Satan! Life for those who seek the truth!

Todas as faixas são bastante únicas e distintas (embora o sejam apenas o suficiente para manter o interesse e não soem demasiado díspares e desgarradas de uma linha comum) o que faz do álbum não só um conjunto bastante coeso e sólido, mas igualmente uma fonte de grandes hinos de Black Metal.

Neste aspecto há a destacar Stabbed, logo a primeira faixa do álbum (a seguir à Intro) e que deambula por entre os riffs cortantes e momentos mais atmosféricos, tudo isto com Nocturnus Horrendus exprimir os mais desesperantes sentimentos de forma agonizante.No momento que se segue a bateria de Menthor tem um dos seus pontos altos. Blank Code tem um ritmo mais rápido na maior parte do tempo, mas também é onde se pode encontrar um dos primeiros momentos em que Nocturnus Horrendus usa uma voz mais falada, o que dá uma ideia de ritual e que resulta muito bem.

Ainda nesta toada mais tradicional encontramos Untouchable Euphoria (com alguns elementos mais Thrash à mistura) ou Evasive Contempt que dão corpo à vertente mais rápida do álbum.

Os riffs tristes são enfatizados em faixas como The Wanderer, Torrents Of Sorrow, Heavenless Bliss ou no momento mais emocional (e simultaneamente mais brilhante) do álbum Revealed Wounds onde numa toada depressiva tudo flui numa corrente de pura melancolia.

Cada faixa tem pormenores que só serão notados à medida em que o álbum for absorvido. É este outro dos grandes pontos do álbum, onde as faixas vão ganhando de uma forma estranha nova força e nova dinâmica, seja individualmente, seja no contexto de um álbum que devido a uma atmosfera rica em vários elementos se torna numa autêntica surpresa, a cada audição.

Quando totalmente absorvido, a ideia geral que mais se retém é a expurgação de sentimentos negativos muito fortes e vincados. O arrepiante Outro é parte essencial disto mesmo e mais do que algo que soe esteticamente bem, é um grito (literalmente) libertador de tudo quanto a trilogia Tormented encerra.

Conclusão
O mínimo que se pode dizer é que Rising é mais um enorme passo em frente na carreira de Corpus Christii e demonstra em especial todas as potencialidades de composição do seu mentor, Nocturnus Horrendus. Desta vez NH conseguiu uma obra extrema em sonoridade e complexidade, bem como cimenta a unicidade de CC no panorama do Black Metal mundial.

Rising assume-se inevitavelmente como um dos melhores lançamentos de 2007 (seja em que dimensão territorial estejamos a falar), bem como uma das mais brilhantes criações de sempre na cena Black Metal nacional.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Notícias

Scorpions: DVD será lançado em fevereiro no Brasil

Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal

De acordo com um anúncio publicado no site da Sony BMG Brasil, o DVD "SCORPIONS Live at Wacken Open Air 2006: A Night To Remember - A Journey Through Time" será lançado no Brasil em fevereiro desse ano.

A performance gravada no festival Wacken Open Air em agosto de 2006 conta com um set-list de 26 faixas e as participações especiais de Uli Jon Roth (guitarrista da banda de 1974 a 1978), Michael Schenker (lead guitar da banda em 1972 e 1979), seu filho Tyson Schenker e Herman Rarebell (baterista do SCORPIONS no período de 1977 a 1995).

Um vídeo promocional com breves trechos do DVD está disponível no site oficial da banda: www.the-scorpions.com.

Bob Dylan: confirmadas datas dos shows no Brasil

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BOB DYLAN divulgou em seu site oficial as datas dos shows que fará no Brasil em março. O vocalista se apresentará em São Paulo nos dia 5 e 6, no Via Funchal. Já no Rio de Janeiro, o show será na Rio Arena no dia 8. Os preços dos ingressos ainda não foram divulgados. Os shows fazem parte da turnê "Never Ending Tour" .

O mais recente album de estúdio do cantor é o louvado "Modern Times", de 2006. Em 2007, Dylan ganhou o Grammy de melhor performance vocal solo de rock pela música "Someday Baby", presente no álbum.

Informações: http://agendadoheadbanger.blogspot.com/.

Asia "original" divulga título de álbum de estúdio

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O novo trabalho de estúdio do ASIA "original", previsto para sair em abril pela Frontiers Records, se chamará "Phoenix". A banda é formada por John Wetton (vocal, baixo), Steve Howe (guitarra), Geoff Downes (teclados) e Carl Palmer (bateria).

O "outro" ASIA, liderado pelo baixista/vocalista John Payne, é denominado "Asia featuring John Payne", e conta ainda com o guitarrista Guthrie Govan, o tecladista Erik Norlander e o baterista Jay Schellen.

Original Asia: www.originalasia.com
Asia featuring John Payne: www.theasiaband.com.

Sex Pistols trabalhará em material inédito

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Os SEX PISTOLS irão gravar material inédito pela primeira vez em 30 anos. Após sua reunião em 2007, o conjunto resolveu começar a trabalhar em novas composições, e espera começar a gravar na primeira metade de 2008, podendo apresentar algo inédito já no show do Isle of Wight Festival em 8 de Junho, onde o grupo divide o posto de headliner com o The Police.

O baterista Paul Cook falou: "Há conversa sobre material novo. O único problema é que é dificíl trabalhar em qualquer coisa enquanto John (Lydon) e Steve (Jones) estão na America e Glen (Matlock) e eu estamos no Reino Unido. Mas é só acharmos tempo de nos reunirmos. Provavelmente não vamos fazer um disco, mas haverá coisas canções novas até o verão."

New York Dolls lançará novo disco ao vivo

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THE NEW YORK DOLLS vai lançar um disco ao vivo com material extraído das duas apresentações realizadas no Fillmore East de Nova Iorque no final do mês de dezembro.

Inicialmente o disco será vendido exclusivamente nos shows da turnê, e posteriormente estará disponível nas lojas. Mais detalhes serão divulgados em alguns dias.

Def Leppard: título e data de lançamento de novo CD

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O novo disco do DEF LEPPARD, "Songs From The Sparkle Lounge", já tem data de lançamento prevista: 18 de março nos EUA e um dia antes "no resto do mundo".

O primeiro single do disco, sucessor do "Yeah!", terá uma canção chamada "Nine Lives", que conta com a participação especial da estrela Country Tim McGraw.

O retorno do Casa das Máquinas

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Matéria do JB Online, sob o título "Casa das Máquinas volta lubrificada por óleo hippie", retrata um pouco dos bastidores do retorno da lendária banda brasileira, que tocará na segunda edição do festival Psicodália, a ser realizado no início de fevereiro em Santa Catarina.

"Para nós é ótimo retornar num evento voltado para um lado mais simples da vida", diz o baterista Luiz Franco Thomaz, mais conhecido como Netinho, que também integra, desde os anos 60, uma das mais longevas formações do rock nacional, OS INCRÍVEIS.

Além de Netinho, o grupo retoma atividades com seu irmão, o também baterista Marinho, e o tecladista Mario Testoni, ambos também da formação original, que estarão acompanhados do guitarrista Faiska e do baixista e vocalista Andria Busic (DR. SIN).

Confira o artigo completo neste link.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Notícias da Semana

Livro sobre a morte de Dimebag Darrell pode ser lido na internet: O livro que conta em detalhes os trágicos acontecimentos que resultaram na morte do guitarrista Dimebag Darrel já está à venda e pode ser lido, na íntegra, na internet.

Com o título de “A Vulgar Display of Power: Courage and Carnage at the Alrosa Villa”, o livro escrito por Chris Arnold traz um relato detalhado do assassinato do ex-guitarrista do Pantera e de outras três pessoas que tentaram impedir o crime e acabaram perdendo a vida.

O crime aconteceu no dia 08 de dezembro de 2004 no Alrosa Villa Night Club, na cidade de Columbus, Ohio, Estados Unidos. Nathan Gale, 38 anos, que se dizia fã de Dimebag e sua ex-banda, o Pantera, subiu no palco durante uma apresentação do grupo Dmageplan e começou a atirar contra o guitarrista, que recebeu cinco tiros, inclusive na cabeça.

Outras três pessoas morreram atingidas pelos disparos, Nathan Bray, 23, Erin Halk, 29, e Jeff ‘Mayhem’ Thompson, 40. O assassino também morreu no palco, atingido por um policial.

O livro “A Vulgar Display of Power: Courage and Carnage at the Alrosa Villa”, está disponível para leitura em sites como Amazon e Google. (Fonte: Rock Online)



Lacrimas Profundere anuncia data de lançamento do próximo álbum: A banda alemã de Gothic Rock Lacrimas Profundere terminou o processo de mixagem das músicas que compõem o próximo álbum do grupo. Com o título de “Songs for the Last View”, o novo trabalho tem o lançamento agendado para o dia 31 de março [...] (Fonte: Rock Online)




Rolling Stones assina contrato com Universal Music: Após 16 anos de contrato com a EMI, o grupo inglês Rolling Stones acaba de assinar um contrato com a gravadora Universal Music. O contrato é específico para o lançamento de apenas um álbum, a trilha sonora oficial do filme “Shine a Light”.

O contrato do grupo com a EMI termina este ano, quando então a trilha sonora deve ser lançada. Mas não há confirmação se a banda de Mick Jagger e Keith Richards continuará a trabalhar com a Universal após este lançamento. Existe inclusive a possibilidade da banda assinar com a Live Nation, que vai lançar o próximo álbum de Madonna.

O filme “Shine a Light” é um documentário dirigido por Martin Scorsese que retrata a última turnê do grupo, “A Bigger Band”. Além de muito material gravado fora dos palcos, o longa-metragem traz um show realizado em 2006, no Beacon Theatre, em Nova York. A estréia mundial de “Shine a Light” está marcada para abril. (Fonte: Rock Online)




Clássico álbum do Death será relançado com faixas bônus : O álbum “Symbolic”, clássico do grupo Death, será relançado em uma edição especial contendo várias faixas bônus.

Das cinco faixas bônus, quatro foram gravadas pela formação do grupo na época, Chuck Schuldiner (guitarra), Gene Hoglan (bateria) e Steve DiGiorgio (baixo). A última música, “Symbolic Acts”, foi gravada apenas pelo líder do grupo, Chuck Schuldiner, que tocou guitarra, baixo, bateria seqüenciada e fez os vocais.

Abaixo as músicas da nova edição de “Symbolic”:

01. Symbolic
02. Zero Tolerance
03. Empty Words
04. Sacred Serenity
05. 1,000 Eyes
06. Without Judgement
07. Crystal Mountain
08. Misanthrope
09. Perennial Quest
10. Symbolic Acts (instrumental)
11. Zero Tolerance (instrumental)
12. Crystal Mountain (instrumental)
13. Misanthrope (instrumental)
14. Symbolic Acts (Fonte: Rock Online)




Banda de Thrash Metal Bloody anuncia segundo álbum: A banda paulista de Thrash Metal Bloody esta prestes a lançar o segundo álbum da carreira. O disco foi batizado de “Engines of Sins” e deve chegar às lojas entre março e abril.

O Bloody foi formado em Hortolândia, interior de São Paulo, em 2002. O primeiro álbum, “Slow Death”, foi lançado em outubro de 2005. A banda é formada por Paulo Tuckumantel (vocal), Fábio Bloody (guitarra), André Tabaja (baixo) e Luis Coser (bateria).

O grupo também divulgou o nome das faixas que compõem o álbum:

01. Bloody Machine
02. Invisible Faith
03. No Pay, No Gain
04. Kill the Order
05. Forbidden Words
06. Evil’s Science
07. Forsaken by the Gods
08. Virus
09. The Outcome
10. Immortal Rage
11. Chaos Empire (Fonte: Rock Online)



Nazareth anuncia título do novo álbum: “The Newz” é o nome do próximo álbum da banda escocesa Nazareth. A novidade foi divulgada no fórum do site oficial do grupo, pelo próprio webmaster. O novo álbum do grupo está previsto para chegar às lojas no final de fevereiro [...] (Fonte: Rock Online)



Lendária banda Triumph anuncia retorno aos palcos: A banda canadense Triumph vai se reunir com sua formação clássica novamente. Rik Emmett, Mike Levine e Gil Moore se apresentarão na próxima edição do Sweden Rock Festival, marcado para acontecer entre os dias 04 e 07 de junho em Norje, Suécia [...] (Fonte: Rock Online)




Dream Theater no Brasil: banda divulga datas e locais: Depois de confirmada a apresentação do Dream Theater em Belo Horizonte, o grupo divulgou as datas e locais de toda a turnê pela América do Sul. São Paulo e Rio de Janeiro também receberão a banda.

A confirmação das datas e locais das apresentações foi publicada no site oficial do grupo e mostra que o Dream Theater realizará oito shows pelo continente. Em São Paulo o show está marcado para o dia 07 de março, no Credicard Hall. No Rio de Janeiro a apresentação será realizada no dia 08, no Citibank Hall. [...] (Fonte: Rock Online)

sábado, 19 de janeiro de 2008

Passado, Presente e Futuro

“O crescimento do Metal nacional foi tal que ultrapassou até as fronteiras do Brasil. Levados para a Europa e para os EUA, os discos das bandas brasileiras causaram furor, merecendo destaque nas mais importantes revistas especializadas estrangeiras.”

Esse pequeno trecho reproduzido aí em cima poderia ter saído de qualquer uma dessas matérias de espírito memorialista/comemorativo, que sites e revistas especializados jogam em cima do público neste início de ano novo.

Afinal, esse trecho poderia estar se referindo muito bem a nomes como Tribuzy, Hangar, Mindflow, Shadowside, Torture Squad, Nevorchaos, Tuatha de Danann e Tempestt; que se juntam a nomes já consolidados como Shaman, Angra, Sepultura e Krisiun no disputado mercado dos países desenvolvidos.

Mas não meus amigos leitores (será que tem alguém lendo?), esse trecho é extraído da edição número 48 da extinta revista carioca METAL, publicado em 1988. No texto comemorativo (por Leonardo Pimentel) dos então 4 anos da revista se aponta as dificuldades, mas também o futuro promissor da então jovem cena Heavy Metal brazuca.

Deparei-me com essa edição da revista por acaso, numa daquelas descompromissadas buscas arqueológicas em que volta e meia eu me meto num sebo. Ao ver uma cópia dessa mitológica revista (da qual muito já tinha ouvido falar mas que não conhecia), fiquei impressionado como algumas coisas parecem ter mudado tão pouco ou quase nada.

A primeira coisa a chamar a atenção é essa perspectiva de jogar para o futuro esse El Dorado ainda a ser descoberto. Mas convenhamos, o que poderia ser mais brasileiro do que isso? Somos o eterno país do futuro, onde todas as nossas dificuldades e contradições um dia serão superadas num futuro meio próximo, meio distante.

Não deveria ser de se estranhar portanto que em 1988, com bandas como Sepultura, Dorsal Atlântica, Viper, Taurus e tantas outras de qualidade, o futuro glorioso parecesse bater a porta. Então o que dirá hoje em dia? Quando devido a enorme quantidade de lançamentos (com certeza em quantidade bastante superior à de 19 anos atrás) e a bem sucedidas investidas internacionais de alguns poucos nomes parecem fazer crer a algumas pessoas que o futuro do Brasil como um importante celeiro do Heavy Metal é apenas uma questão de tempo para se concretizar.

Mas de 1988 para cá as coisas não caminharam como a festiva matéria da combativa revista poderia levar alguém a crer na época. Claro, aqui não se trata apenas de olhar para a própria cena HM em busca de respostas para problemas que ultrapassam o nosso querido gênero musical. Levemos em conta a onda Grunge na década de 1990, e a onda New Metal e Emocore no início deste novo século. E em se tratando mais especificamente de nosso país não nos esqueçamos das crises econômicas (obrigado FHC!) e dos desastrados planos monetários (FHC tá em todas!).

Também não quero com essa despretensiosa reflexão dar a entender que seremos eternamente condenados à danação de ver o futuro glorioso sempre escapar de nossas mãos. Mas vale a pena pensarmos o do porque as coisas serem como são. Afinal, passou décadas e o Heavy Metal nacional ainda se encontra preso em guetos. O mesmo público que bate recorde na velocidade de venda de ingressos para ver o Iron Maiden em estádios é o mesmo público que condena o Korzus a tocar em média para menos de 600 pessoas. É difícil termos uma cena reconhecida internacionalmente quando os produtos advindos diretamente dela são relegados ao segundo plano...

Não tenho dúvidas de que o Brasil possui hoje um dos maiores mercados consumidores do gênero pesado no mundo. A forte mídia e gravadoras especializadas não me deixam mentir. Mas continuamos a ser predominantemente consumidores do que vem de fora! Ainda falta percorrer uma boa estrada para nos considerarmos um grande pólo criador.

Outra coisa que me preocupa é o ainda forte divisionismo que parece emperrar a nossa cena. Esse apartheid entre “trues” e “posers” já era diagnosticado (com preocupação) pelo jornalista Pimentel.

Abre aspas:

Nesse mesmo ano, porém, vimos nascer aquilo que mais prejudicaria este mesmo Heavy: o divisionismo. Foi no final desse ano (nota do blogueiro: 1985) que começamos a ouvir a expressão “false metal” com mais freqüência, geralmente da boca de garotos que pouco conheciam da história do Heavy, apesar dos esforços de METAL para divulgá-la.

Inicialmente, essa história de “false metal” era uma jogada comercial do Manowar, que se afirmava “a única banda de Heavy Metal da América”. Porém, a jogada acabou virando uma bomba que explodiu na mão do próprio Manowar, com as reações a seu último disco. No Brasil, essa conversa fiada acabou fazendo com que muitos garotos renegassem muitas das bandas que ouviam na véspera e segregassem quem tinha juízo bastante para não embarcar nessa canoa furada.

Fecha aspas.

O pior é constatarmos que esse preconceito apenas se intensificou com o tempo. Pois se antigamente existiam indivíduos que se arrogavam “trues” (muitas vezes se identificando com o Metal Tradicional, o Thrash e vertentes mais extremas), hoje vemos adolescentes e jovens adultos que começaram a ouvir Metal na segunda metade dos anos 1990 e no início do século XXI que se isolam no seu mundinho de Metal Melódico, Power Metal e (agora) Prog Metal.

Essa geração (da qual faço parte) talvez tenha uma das mentes mais fechadas e gosto mais sectário da história da cena, detentora de uma visão nublada pelo egocentrismo de achar que o Mundo começou ontem. Isso sem falar, dos “tiozões do Metal”, aquelas mesmas pessoas que em 1988 eram garotos pouco esclarecidos presos em suas próprias ignorâncias e pré-conceitos, e que agora velhos, continuam agindo da mesma forma. Também há aqueles que simplesmente não souberam (ou conseguiram) mudar junto com o mundo real. A esses, restou maldizer o gosto e as atitudes das gerações mais novas, numa atitude esclerosada e caduca que se limita a criticar qualquer coisa que cheire a “moderno”, e muitas vezes insistindo em relembrar um passado idílico que nunca existiu. Esses indivíduos não passam de fumaça que aos poucos vai se evanescendo. O pior é ver pessoas novas incorporando esse mesmo discurso morto...

Por último, mas não menos importante, destaco dessa matéria da METAL a reflexão do jornalista referente à forma como o gênero é retratado na grande mídia.

Abre aspas:

Aí veio o Rock in Rio. Seus organizadores, com uma visão melhor do rock no exterior, trouxeram nada menos que cinco bandas metálicas: Whitesnake, Scorpions, AC/DC, Ozzy Osbourne e o grande Iron Maiden. Tendo em METAL uma divulgação séria, que incluiu até equipamentos, os heavies iniciaram uma mobilização em todo o país para assistir a seus ídolos. Como não podia mais ignorá-los, a mídia tentou absorver os fãs de rock pesado. O termo “metaleiro”, até então usado normalmente pelos heavies (nota do blogueiro: grifo meu), foi massificado a um nível irritante, enquanto apareciam em todo lugar matérias e artigos tentando explicar às “pessoas normais”, porque “aqueles meninos se comportavam daquela maneira esquisita”.

Com o festival, METAL se afirmou entre os heavies. Em pouco tempo o número seis estava nas bancas, trazendo a única cobertura completa e especializada do Festival. Com entrevistas sérias, matérias detalhadas e fotos exclusivas, mostramos que o grande vitorioso tinha sido o Heavy Metal, pois seus apreciadores puderam mostrar e ver o quanto eram grandes. Parte da imprensa tradicional tentou reagir, chamando nossa cobertura de “trunfalismo metálico”, mas acabou afundando na própria falta de argumentos.

Fecha aspas.

Acredito que o quadro geral não mudou muito com o passar dos anos. Todos que se preocupam em ler para além da mídia especializada em HM sabem do que estou falando. Principalmente em publicações e sites que falam de música de maneira geral (ou rock de uma forma genérica) e nos cadernos culturais dos jornalões onde críticos musicais e jornalistas encastelados tentam dizer o que é “in” e o que é “out”, e são os grandes responsáveis por essa onda “indie” (que de independente pouco tem) que vem assolando uma parcela de nossa mídia. Filhos abandonados do pós-punk (os mais velhinhos) e do grunge (os não tão velhinhos) esse é o canto de cisne desses críticos. É claro, há as honrosas exceções, no momento me vem à mente (por exemplo) o Caderno B do Jornal do Brasil; não que o apoio ao gênero seja satisfatório nessa publicação, mas pelo menos quando ele aparece nas páginas do jornal não se dá de uma forma estereotipada e preconceituosa. O mesmo não se pode dizer do jornal O Globo...

Na televisão a situação é ainda pior. Aparecendo de forma muito esporádica em alguns poucos canais (como a MTV Brasil, Play TV e na Globo) o reduto heavy é mesmo o programa Stay Heavy no canal NGT.

Alguns podem pensar que o futuro da cena é garantido pela mídia especializada (fanzines, blogs, revistas e sites) mas tenho dúvidas da capacidade da cena continuar crescendo nesse formato. Acredito que se não formos capazes de ocupar novos espaços brevemente encontraremos um teto intransponível.

Pois é, enquanto grande parte desse nosso mundinho optou por comemorar as conquistas obtidas até agora, o blog Arise! preferiu refletir da forma inversa. Se pensarmos bem faz sentido agirmos dessa forma, pois este blog é um legítimo filho da cena carioca, e daqui é difícil enxergarmos (pelo menos ainda) esse mar de rosas que é anunciado a som de trombetas.

********

Mas nem tudo é só amargura, para não dizer que eu não falei das flores, aqui vai uma boa notícia: estaremos publicando (mais cedo ou mais tarde) nossa primeira entrevista!

Batemos um papo ótimo com Adam e Felipe da Rio Metal Works e conversamos sobre os mais variados assuntos.

Também estaremos dando boas vindas a novos colaboradores (na semana que vem já estréia um).

Quem viver verá...

Abraços,

Artur Henriques.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

CD Review: Arch Enemy – Rise of the Tyrant




Arch Enemy – Rise of the Tyrant
Gravadora: Hellion Records

Por Wesley Rodrigues

Michael Amott havia dito antes do lançamento que Rise of the Tyrant seria o trabalho definitivo do Arch Enemy. Isso gerou uma grande expectativa. Afinal, eles já emplacaram trabalhos magníficos, se firmando no cenário mundial como uma das principais bandas de Heavy Metal da atualidade. Vários fatores explicam isso. Os vocais de Angela Gossow, por exemplo, são excelentes. E o fato de ser uma mulher bonita cantando gutural ajuda muito a banda em termos de marketing. Mas o Arch Enemy era excelente e conceituado bem antes de ela aparecer e o era por causa – e aqui chegamos ao principal fator – do trabalho de guitarras. Não existe menção ao Arch Enemy sem o elogio dos irmãos Amott. Eles são reconhecidos principalmente pelas melodias marcantes. Os caras detonam em solos como o de Silverwing (1999) e Nemesis (2005). O feeling desses solos não deixa ninguém duvidar de que eles são as duas pessoas mais sensíveis da Suécia (rs).

Brincadeiras à parte, Rise of the Tyrant vem confirmar o que todos já sabiam: Arch Enemy é bom pra caralho. Esse trabalho não mostra grandes variações no som do grupo apesar de ter certa singularidade. Eles continuam competentes, promovendo muito bem aquele binômio que quase toda banda advoga para si: o peso-melodia. No Arch Enemy esses dois elementos estão sempre juntos, indissociáveis e são levados à estratosfera. Em Rise of the Tyrant o quinteto reapresenta a sua fórmula que é marcada pelo contraste entre a brutalidade e a leveza, a velocidade e o vagar. Nesse sentido a faixa “The Last Eneny” é bem emblemática. Em “In this Shallow Grave” Angela tem seu melhor momento, cantando de forma agressiva e doentia. Em “Rise of the Tyrant”, faixa-título, eles tiveram a excelente sacada de incluir uma parte do filme Calígula (é só o audio- que isso seja dito antes que alguma pessoa ache que a cena se fará presente diante dela através das ondas sonoras que saem do rádio) em que o Senado aprova seu projeto de se tornar um deus. Isso cria uma atmosfera que prepara para o riff matador que vem em seguida, um dos mais marcantes do disco. Na instrumental “Intermezzo Liberté” Michael Amott mostra porque é Michael Amott em uma música nada menos que linda. Acredito que os trunfos do disco tenham sido colocados lá no final. São eles as três últimas faixas: “Night Falls Fast”, “The Great Darkness” (a minha preferida) e “Vultures”.

Em suma, o que temos novamente é um trabalho excelente: guitarras afiadas nos riffs e nos solos; performance excelente de Angela; baterista e baixista igualmente impecáveis. Mas daí a concordar com o Amott de que esse seja o seu trabalho definitivo são outros quinhentos. Chamar Rise of the Tyrant de definitivo é subestimar o passado da banda. Acho que não dá para dizer que Rise of the Tyrant é melhor do que, por exemplo, o Wages of Sin. (Mas também nem o contrário.). Particularmente, meu preferido continua sendo o Burning Bridges, de 1999. Discordo, então, de várias resenhas que dizem coisas do tipo “com certeza, o melhor” ou “é um marco para a banda”. Um marco para a banda pode até ser, mas no sentido comercial. Musicalmente, não. Esse status pertence ao Wages of Sin, disco de estréia de Angela. Mas sem dúvida Rise of the Tyrant é mais um passo significativo de consolidação do Arch Enemy como uma das melhores bandas de metal contemporâneas. Que a World Tyranny Tour passe pelo Rio de Janeiro.


Nota: 10

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Notícias

Behemoth: contrato anunciado pela Metal Blade

Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal

Foi anunciada nessa sexta-feira última a contração dos poloneses do BEHEMOTH pela gravadora Metal Blade Records.

A banda participou recentemente da última turnê do Ozzfest e também ganhou uma resenha de um dos shows em Nova York no New York Times.

O BEHEMOTH, que também tem contrato com a Nuclear Blast na Europa, fez questão de mencionar os sinceros agradecimentos às gravadoras antigas, Century Media e Regain Rec.

Conferir a resenha, em inglês, do BEHEMOTH no New York Times.

Um mini-documentário da banda, com cenas da última turnê pelos EUA, está dosponível no Youtube.

King Diamond: vídeos de 1986 disponíveis on-line

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O MetalKult.com está disponibilizando onze vídeos de um show de KING DIAMOND gravado a 13 de agosto de 1986 na cidade de São Francisco, Estados Unidos. Em turnê do álbum “Fatal Portrait”, a banda apresenta, entre outras músicas, “The Jonah” e “Halloween”, além de clássicos do Mercyful Fate como “Evil”, “The Oath”, e “Gypsy”, e de solos de Andy LaRocque (guitarra), e Mikkey Dee (bateria).

Quase duas décadas após o show que agora pode ser baixado na Internet, e o KING DIAMOND vive um dos melhores momentos de sua carreira. "Give me Your Soul… Please", novo álbum da banda, lançado no Brasil pela Hellion Records, vem sendo aclamado em todo o mundo e recebeu uma nomeação ao Grammy na categoria “Melhor Performance Metal” pela faixa “Never Ending Hill”.

Fontes: MetalKult, Blabbermouth e Site Oficial.

Clash: ex-membros tocam juntos novamente

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O CARBON/SILICON começou uma série de apresentações em Londres neste fim de semana. A banda formada por Mick Jones (ex-THE CLASH) e Tony James (ex-GENERATION X) recebeu uma visita surpresa em sua primeira noite da série de shows: o ex-baterista oficial do THE CLASH, Topper Headon.

Headon, aproveitando a presença, subiu no palco e tocou ao lado de Mick Jones pela primeira vez em 25 anos. Antes do encontro histórico, a banda tocou faixas de seu novo álbum, "The Last Post", e no bis, com Topper, o conjunto tocou clássicos do CLASH como "Train In Vain" e "Should I Stay Or Should I Go?".

Videos desta apresentação podem aparecer pelo YouTube a qualquer momento, fique ligado.

Acústico do Europe será transmitido via web

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A apresentação semi-acústica que o EUROPE fará no dia 26 de janeiro em Estocolmo, na Suécia, será transmitida via internet.

Correm boatos de que o show será gravado para ser editado em CD ou DVD, ou ainda que será oferecido à venda em MP3, mas por hora não há nenhuma confirmação oficial.

Paul Gilbert divulga detalhes sobre novo disco

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O guitarrista Paul Gilbert (MR. BIG, RACER-X), soltou a seguinte nota:

"Meu novo CD instrumental está finalizado! Seu título é 'Silence followed by a deafening roar' ("Silêncio seguido por um rugido ensurdecedor"), e será lançado no Japão dia 23 de janeiro. Estarei fazendo aparições nas lojas japonesas para promover o novo CD. Por favor cheque o website WHD para detalhes.

O disco será lançando também nos EUA e na Europa. Agendarei datas em breve, então fiquem ligados nas novidades. O álbum conta com as 11 faixas mais ferozes, emocionais, musicais e criativas de guitarra já feitas.

Os músicos que participam são:

Paul Gilbert (eu): guitarra
Mike Szuter: baixo
Jeff Bowders: bateria
Emi Gilbert: B3 e piano
Se eu tivesse que usar uma palavra para descrever o novo trabalho... bem, seria impossível. E na verdade, é mais guitarra tocada. Mas acima de tudo, meu objetivo era fazer um disco de ROCK para que eu possa ter mais boas músicas para colocar no meu show".

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Notícia


Vocalista da banda Moonspell em livro de terror Contos de Terror do Homem-Peixe

Esta obra ímpar editada conjuntamente pelas Edições Chimpanzé Intelectual (http://www.chimpanzeintelectual.com/ / contacto@chimpanzeintelectual.com) e o Cineclube de Terror de Lisboa (http://www.ctlx.com/), pretende de certa forma homenagear um gênero maldito que entre nós tem pouca tradição, o "Terror".

Neste livro verdadeiramente único no panorama editorial português, autores conceituados como Baptista-Bastos, Fernando Ribeiro (Moonspell), Possidónio Cachapa, João Tordo, Rui Zink, David Soares (considerado o maior escritor português na área do Terror), João Barreiros, António de Macedo e João Seixas juntam-se aos novatos Pedro Martins e Guilherme Trindade Filipe, vencedores do 1º Concurso Contos de Terror CTLX, que precedeu o livro, e apresentam onze histórias “terroríficas” com abordagens muito distintas ao gênero, acompanhados pelas incríveis e originais ilustrações do desenhista João Maio Pinto.

Os Contos de Terror do Homem-Peixe estão já à venda nas livrarias (se não virem por favo perguntem) de todo Portugal e também no site webboom.pt, mais precisamente em http://www.webboom.pt/ficha.asp?ID=168319

Fonte: Fénix Webzine