terça-feira, 20 de janeiro de 2009

CD Review: Gunpowder – Killture Part One – imposing freedom lies



Gunpowder – Killture Part One – imposing freedom lies
Gravadora: (lançamento independente)


Por Artur Henriques (publicado originalmente no site Metal Ground)

A banda Gunpowder, como tantas outras que batalham na cena underground nacional, deve encontrar muitos percalços ao longo de seu caminho, um deles deve ser com certeza a falta de apoio por parte das gravadoras ou selos. Só isso para explicar a demora para o lançamento de seu álbum de estréia, afinal Killture Part One está pronto desde 2005, e só agora, demorados 2 anos depois o álbum consegue ganhar a luz do dia. Esse fato torna-se ainda mais estranho ao deparamos quanto à ótima qualidade das músicas e músicos presentes no referido trabalho.

Ao pegarmos o CD para ouvir e darmos uma folheada no encarte que o acompanha uma coisa fica clara: Lucian Vaskcellus é a mente, alma e coração da banda. Afinal ele atuou como produtor, letrista, compositor, guitarrista, vocalista e ainda por cima fez a arte da capa ao lado de Najah Zein! E como Lucian se sai? Muito bem na verdade, no que tange a música (que acredito ser o mais importante para nós) ele demonstra uma competência acima da média, tanto como guitarrista, quanto como vocalista. Basta dizer que como guitarrista ele sabe juntar riffs marcantes (na melhor escola do Thrash Metal) com solos bastante técnicos (que em alguns momentos me lembrou o estilo preconizado por Yngwie Malmsteen), e como vocalista ele é um show à parte. É simplesmente um dos vocais mais versáteis que eu já tive o prazer de ouvir, trafegando numa mesma música entre um vocal gutural e um “operístico”, passando por outras técnicas, algo realmente impressionante! Michael Kiske, Rob Halford, Bruce Dickinson são alguns dos nomes que saltam à mente ao ouvir as diferentes “camadas” de voz que Lucian explora.

Essa confluência de referências faz com que Gunpowder produza um som que a própria banda classifica como “Power Prog” mas que na verdade vai para além disso. Em vários momentos do CD é possível captarmos influências do Thrash Metal e do Death Metal das antigas. E isso só seria possível se o restante dos integrantes do grupo fosse tão bom quanto seu líder, e felizmente eles são. Mario Ruas (bateria) e Daniel De Castro (teclado, e que também gravou o baixo no CD) se mostram excelentes músicos, principalmente Mario que produz linhas de bateria das mais interessantes.

Sendo um álbum conceitual, acredito que seria leviano da minha parte não abordar as letras contidas no álbum. Na verdade, as músicas versam sobre alguns dos problemas atuais: guerras, violência urbana, problemas ecológicos, o choque de civilizações entre Ocidente e Oriente (com a tentativa de imposição da “democracia” e da “liberdade” ao mundo todo). A banda inclusive demonstra um forte pessimismo em relação ao futuro da humanidade, uma certa escatologia, o fim de tudo (como deixa bem evidente a última música After All). Permeia por todo o álbum uma certa aflição em relação à condição humana, nesse aspecto me lembrou bastante o grupo Megadeth da época do álbum Countdown To Extinction.

O álbum é todo muito bom e fica difícil apontar um destaque, mas a música World Disaster é com certeza um “hit” em potencial. Possuidora de riffs e refrão marcante, e de duração razoável essa música poderia fazer grande sucesso se entrasse na programação das rádios especializadas que andam brotando Internet afora.

As críticas negativas ao CD ficam referentes a pouca quantidade de músicas existentes de fato (apenas 6, sendo as outras faixas introdutórias) e outra é a pós-produção. Isso porque apesar da competente mixagem feita por Dennis Pombo (guitarrista da banda Imago Mortis, ex-Apocryph) senti falta de uma masterização do trabalho para deixar o som mais “polido”. Alguns ouvintes mais exigentes (e chatos) podem acabar considerando o álbum uma “Demo-Tape” de luxo.

Independente disso, o fato é que com esse álbum, o grupo Gunpowder se consolida como um dos maiores nomes do cenário carioca. E espero que a banda consiga se fazer ouvida pelo público e que também consiga divulgar o álbum de forma adequada. E que venha a parte dois!

Nota: 9,0


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Para quem quiser conhecer mais a respeito do Gunpowder:

Site - http://www.gunpowdermetal.com/
E-mail para contato - gunpowder@gunpowdermetal.com

sábado, 17 de janeiro de 2009

Projeto "Band Aid"



Dos criadores e organizadores do Festival "October Loud", Miguel "Spell" Santos e Cristóvão Ferreira, responsáveis pela recém criada M9Events em parceria com a Associação Académica da Universidade dos Açores, chega-nos o "Band Aid".

O projeto "Band Aid" tem como objetivo principal ajudar financeiramente as bandas locais (do Açores), contudo irá colocar as bandas à prova.

Cada banda terá a responsabilidade de fazer a divulgação do seu concerto, fazendo com que mais pessoas compareçam, resultando desse modo numa maior receita para a banda.

Serve também o mesmo para a dinamização do meio "metálico" do Açores (PT) numa altura em que poucas são as iniciativas dedicadas ás bandas locais.

O evento decorrerá no primeiro sábado de cada mês no Bar Académico, tendo o seu inicio dia 7 de Fevereiro e terminando no dia 6 de Junho.

Agenda:
1ª Fase: Fevereiro a Junho 2009

Act 1 – 7 de Fevereiro
Act 2 – 7 de Março
Act 3 – 4 de Abril
Act 4 – 2 de Maio
Act 5 – 6 de Junho


O Evento:
- Uma Banda principal* por mês + duas convidadas
A banda principal é a única beneficiária do evento, pelo que as bandas convidadas, por parte da mesma, a servirão como "apoio".
A Banda Principal tem a obrigação de atuar durante 60 minutos. As bandas convidadas por sua vez têm tempo limite de atuação de 45 minutos.

Entrada: €10 Por pessoa, cerveja (fino) ilimitada; shots e bebidas brancas à venda.

O evento começa com a atuação das bandas e continua com a atuação de um Metal DJ.

Regras de Participação:
As bandas interessadas em participar deverão enviar e-mail para m9events@gmail.com com os seguintes dados:

Nome da banda;
Estilo musical;
Line up;
Tempo máximo de concerto;
Motivo pelo qual acham que devem ser uma das bandas escolhidas pelo público;

(Sejam originais neste ponto pois este será um campo que estará disponível ao publico, para deste modo o publico ter mais um campo para poder decidir alem do seu gosto pessoal).

Após o término das inscrições (25 de Janeiro), irá ser colocado online em http://www.myspace.com/m9events uma votação com todas as bandas. O resultado das votações relativo aos concertos em Março será divulgados na primeira noite do Band Aid (dia 7 de Fevereiro), dando assim tempo para a banda se preparar convenientemente para atuação e também para se iniciar o processo de divulgação.

As bandas que obtiveram maior votação por parte do público para além de receber o lucro resultante do seu concerto terá também a oportunidade de escolher 2 bandas suporte, contudo a escolha está limitada ás seguintes condições:

1 - Cada banda de suporte só o poderá ser 2 vezes por época.
2 - Cada banda de suporte terá direito a um máximo de 45 minutos de atuação.
3 - Os cabeças de cartaz terão direito a um máximo de 1 hora e 30 minutos de atuação.

*Nota: Cada cabeça de cartaz só o poderá ser 1 vez por época.

Devido ao fato de faltar pouco tempo até á primeira noite do Band Aid, os organizadores tiveram de optar por selecionarmos as bandas para esta noite. A banda a atuar como cabeça de cartaz no dia 7 de Fevereiro será os Spank Lord juntamente com duas bandas de suporte ainda por anunciar.

Fonte: M9Events

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Blog Daemonium lança split album



O blog português dedicado ao Heavy Metal Daemonium em comemoração ao aniversário de três anos de existência, está lançando um split album com as bandas de Doom Metal Insaniae e Mourning Lenore.

Para quem quiser saber mais detalhes, olhe o cartaz abaixo:



2 temas de Mourning Lenore já disponíveis em:
http://www.myspace.com/mourninglenoredoom

2 temas de Insaniae já disponíveis em:
http://www.myspace.com/insaniae

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Show Review: André Matos - 20/12/2008

Texto por Wesley Rodrigues
Fotos por Jacqueline Natividade


Pela primeira vez no Rio de Janeiro desde sua última turnê com o Shaman, no começo de 2006 se não me engano, André Matos deu as caras de novo no dia 20 de dezembro pra apresentar pela primeira vez aos cariocas o seu trabalho solo, Time to Be Free (2007). O público teve boa presença no Canecão, talvez causada pela expectativa que a ausência do ídolo criou, o que foi o meu caso. Por volta das 23h estava ele no palco. Roupa de gala, chapinha no cabelo, carisma transbordando e vamos lá!

Histeria não é termo exagerado para descrever a reação da platéia à introdução de Letting Go, que abriu o show. As músicas novas já estavam na ponta da língua da galera que estava com uma animação um tanto fora do comum. Durante todo o evento, a participação maciça do público trouxe emoção extra.

Em seguida veio Rio, composta em homenagem à cidade, muito bem recebida também. Depois Looking Back para fechar essa primeira parte de canções novas. Time to Be Free talvez seja o trabalho menos expressivo da discografia de André Matos. Não que as músicas não sejam de qualidade, coisa que seria facilmente contestada por quem estivesse no Canecão para ver o quão bem elas funcionam ao vivo. São bem arranjadas e tocantes em sua grande maioria. Contudo, ele não segue a excelência que é de práxis nos trabalhos desse bom moço. As composições não tem a inteligência da época do Angra, banda que se reinventava continuamente. Nem a pegada do Shaman, que soube ser pesado e melódico, com músicas bem trabalhadas, porém diretas. Ainda que seja um tanto tosco afirmar que Time to Be Free é um trabalho sem criatividade, como se André Matos estivesse se enchafurdando em clichês, é fato que falta algo ali.

Então, que nada seja tão bem-vindo quanto um retorno ao passado (e como eles são essenciais no Heavy Metal!). Distant Thundher me fez ter vontade de que todo o resto do show fosse de músicas do álbum Ritual. Angels Cry, recebida com emoção tal que fez muitos fecharem os olhos fazerem caretas, foi cantada tão fortemente que eu saí de onde estava para que pudesse ouvir mais o André do que os desafinados perto de mim.

De uma forma geral, a banda estava muito bem tocando com empenho e garra. O som é que teve algumas baixas: a guitarra de Hernadez às vezes era baixa demais, assim como o microfone de André Matos em um ou outro momento. Nada que atrapalhasse o espetáculo, porém. O garoto Eloy Casagrande, de apenas 11 anos (rs), mandou muito bem na bateria, assim como os guitarristas Hugo Mariutti e André Hernadez (que se parece muito com o James Labrie), o baixista Luís Mariutti e o tecladista Fabio Ribeiro. Ainda assim, deve ser dito, se é que não é demais fazer mais uma digressão nesta resenha, que André Matos merecia melhores guitarristas. O Mariutti é foda, desce a mão e tem boa presença de palco, mas não tem um leque técnico amplo. Hernandez...bom, tá lá, toca bem e tudo mas está longe de ser alguém que impulsionaria criativamente André Matos. E pensar que um dia ele teve Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro ao seu lado. Enquanto eles não voltam (e com certeza eles voltam, pode escrever aí), André devia ficar bem atento para recrutar alguém com mais personalidade e feeling.

Direto dos anos 80, veio Living for the Night e A Cry from the Edge. As canções da época do Viper ainda são desconhecidas de boa parte do público, infelizmente, porque foi muito gostoso cantar a parte lenta da primeira delas. Particularmente, foi o momento mais emocionante do show. E que riff o de A Cry from the Edge!

E toma-lhe Separate Ways, cover do glorioso Journey. André trouxe de trás do palco Nando Fernandes para ajudá-lo a cantar esta música, de um modo totalmente improvisado, com um apontado para o outro as partes que deviam cantar. O contraste gritante entre os dois (esse Nando é animal) fez lembrar que André não anda abusando da sua voz. Em Nothing to Say, isso fica mais patente: ele não ia até onde a música pedia (ou permitia). Mas que nada mais arranhe sua reputação como vocalista.

Menção importante é a de que em conversa com a platéia, André falou das dificuldades de realização desta turnê com Hangar (batizada cretinamente de Metal Christmas, diga-se de passagem), causadas pela discriminação e preconceito que se tem contra o Heavy Metal. Ainda que ao falar isso ele também tenha sido preconceituoso (disse que um público de pagode não se comporta da mesma forma, trazendo confusão), a mensagem foi válida porque o Heavy Metal é fortemente lesado pela imagem torta que se tem dele por aí.

Das antigas ainda teve Lisbon, Fairy Tale (que foi um momento intenso) e a sempre exigida Carry On. Das novas, How Long e Endeavour, essa última escolhida para fechar o show, o que aconteceu de forma linda, ainda que a música não seja nada espetacular: com todos deixando o palco gradualmente ao terminarem suas partes, até que só ficou André nos teclados tocando uma bela melodia.

O set-list poderia conter uma ou duas músicas a menos do novo disco, e a inclusão da faixa-título “Time to Be Free”, a melhor daquele disco. Mas falta maior é a ausência total do Virgo, o “Queen moderno”, um capítulo da discografia que jamais deve ser esquecido.

Em suma, uma noite marcante cujo protagonismo foi disputado fortemente entre o público e o próprio André.

















segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Classic Album: Mayhem - De Mysteriis Dom Sathanas

Na sessão Classic Albums pretende-se homenagear as obras que merecem ser relembradas. Aqueles álbuns que consideramos fundamentais para os ouvintes de Heavy Rock...

Nota: Esse review foi originalmente escrito na forma lusitana da língua portuguesa. O blog Arise! optou por manter dessa forma no intuito de preservá-lo como foi concebido.


Mayhem - De Mysteriis Dom Sathanas

Por PhiLiz

Introdução
Mayhem (incluindo todos os músicos à volta da banda) é provavelmente a banda de Black Metal mais controversa da década de 90. Toda a gente que tem alguma relação com o estilo conhece as histórias: Homicídios, igrejas queimadas, declarações polémicas e uma enorme cobertura mediática, especialmente no país onde tudo ocorreu, a Noruega.

Isto são os mitos, as lendas... e em relação à música? O que dizer do mais importante, do que realmente interessa? Concretamente, estão os Mayhem à altura de toda a reputação criada à volta da banda por causa das acções dos seus variadíssimos membros? Indubitavelmente que sim.



Alinhamento
01 - Funeral Fog
02 - Freezing Moon
03 - Cursed In Eternity
04 - Pagan Fears
05 - Life Eternal
06 - From The Dark Past
07 - Buried By Time And Dust
08 - De Mysteriis Dom Sathanas

Ano 1994

Editora Deathlike Silence Productions

Faixa Favorita 02 - Freezing Moon

Género Black Metal

País Noruega

Banda
Attila Csihar – Voz
Count Grishnackh (Varg Vikernes) – Baixo
Euronymous (Øystein Aarseth) – Guitarra
Hellhammer (Jan Axel Blomberg) – Bateria



Review
Há que dizer, antes de mais nada, que o que faz este álbum tão único é o ambiente geral do álbum, que é simplesmente de outro mundo. Este pormenor em particular não é passível de ser posto em palavras tal é a sua unicidade. Todo o som do álbum é um buraco negro e gélido que consome o ouvinte de todas as formas... a todos os momentos.

A guitarra do falecido Euronymous (morto por Varg ainda antes da edição do álbum) tem aqui um papel fundamental neste ambiente... fria, cortante e mecânica, cria um sentimento destrutivo onde todos os objectos em redor se tornam um potencial foco de destruição. A verdade é que os riffs sombrios de Euronymous são uma marca distinta do trabalho primordial de Mayhem e embora tecnicamente não fosse um génio, ainda hoje o trabalho de guitarra mais distinto da banda foi o executado por Aarseth.

Os vocais são outra marca muito distinta e polémica deste seminal trabalho. Ohlin, imortalizado com o pseudónimo Dead tinha-se suicidado antes da gravação do álbum, pelo que a voz ficou a cargo de Attila Csihar. Os vocais de Attila são parte fundamental na construção deste trabalho fantasmagórico e negro e na construção da sua espantosa atmosfera, seja com os guturais sussurrados e de alguma forma suaves ou os momentos mais operáticos com que Attila presenteia o ouvinte. Os vocais são drasticamente diferentes dos guturais violentos de Dead, mas o resultado é fabuloso.

O trabalho de bateria é fabuloso. "Blast beats" a alta velocidade, variações rítmicas sublimemente executadas (as duas primeiras faixas são as que mais sublinham este pormenor) e o mais complexo trabalho instrumental do álbum fazem com que Hellhammer seja o membro que mais se destaca no álbum. A qualidade do baterista de Mayhem é de resto mais que reconhecida e o seu rol de participações noutras bandas fala por si.

Em relação a faixas, há dois momentos que definem o álbum (e a própria carreira da banda): Funeral Fog e Freezing Moon. Duas músicas símbolo do que o Black Metal representa. Tudo o que um género simboliza imortalizado em duas músicas brilhantes. Basta ouvir o arrepiante solo em Freezing Moon e os vocais insanos em Funeral Fog. Buried By Time And Dust, Pagan Fears, Life Eternal são mais três clássicos da banda. A faixa-título e From The Dark Past são igualmente muito boas. A única música menos conseguida será Cursed In Eternity, que é, no entanto, uma boa música.

Apenas dois pormenores um tanto ou quanto negativos. Em primeiro lugar, o facto de nunca podermos ter ouvido Dead em estúdio, com este tipo de produção (que é bastante boa tendo em conta os meios, o estilo da banda e o seu próprio passado a este nível). Sim, Attila é um monstro, mas já tendo ouvido a voz incrível de Dead não deixo de pensar o que seria este álbum com ele.

O outro pequeno detalhe prende-se com o facto do baixo estar demasiado enterrado (propositadamente depois do pequeno "incidente" que Varg teve com Euronymous e com os pedidos da família deste último) no álbum. Penso que se o baixo fosse mais audível seria uma mais-valia para este clássico.

Conclusão
Na generalidade, é um dos mais brilhantes e seminais trabalhos na história do Black Metal, um álbum que influenciou muitos dos músicos no estilo. Um marco e essencial para qualquer fã.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Notícias

SHADOWS OF METAL: COVER BANDS II

Sábado, dia 14/02/09 (Censura 16 anos):

Broken Paradigm (Cover de Arch Enemy, Children of Bodom, Hypocrisy e outras)
Firaga (Cover de Edguy)
Rocket Fire (Cover de Hammerfall)
Ravenous (Cover de Megadeth, Metallica e Iron Maiden)

Domingo, dia 15/02/09 (Censura 14 anos):

Sinners (Cover de Cradle of Filth, Dimmu Borgir e Graveworm)
Undine (Epica, Tristania, Delain e outras)
Left Behind (Cover de Arch Enemy e Próprias)
Ars Moriendi (Cover de Therion e Próprias)
Anamorph (Cover de Marilyn Manson, Spectrum, DeathStars e Maldita)

Local: Casa Cultural Matriz / Rua Guajajaras, 1353, Centro – BH/MG
Entrada: $12,00 (valor por cada dia, somente no local)
Os 100 primeiros pagam $10,00!!!
Horário: 14:00 hs / Telefone: (31) 3212.6122
Organização: Sekhem Produções - agathodaemony@yahoo.com.br

BRUTAL CELEBRATION
Metal Extremo para Pessoas Extremas!

Calvary Death - Death Metal (Itaúna)
Paradise in Flames - Black/ Death Metal (BH)
Nehpalese - Death Metal (BH)
Dynamo - Thrash Metal (Juiz de Fora)
Canilive - Death Metal (RJ)
Destruction of Bodies - Death Metal (Vespasiano)
Mortifer Rage - Death Metal (Santa Luzia)
Angerise - Death Metal (BH)
Dark Suffering - Black/ Death Metal (BH)
Corpse Hunter - Death Metal (BH)

Dia: 07/02/2009 – Sábado / Horário: 14 horas
Local: Av. Amazonas, 9340 – Cidade Industrial – Contagem/ MG – Próximo à Vilma Alimentos e Magnesita, entre os Postos ALE e Petrobras.
Ônibus: 2190 / 2200 / 2210 / 3210 / 3110 / 3200 / 2950
Consulte a BHtrans: (31) 3277-6500
Ingressos: $10,00 – somente no local / Censura: 18 anos

AS 100 PRIMEIRAS PESSOAS PAGAM $7,00!
CERVEJA E VINHO APENAS 2,00 ATÉ AS 16H!!!


Produção: Sekhem
Contato: agathodaemony@yahoo.com.br

Patrocínios:
Estúdio Big Band
Tel.: 2526-8683
Venda Letras: www.vendaletras.com
Restaurante e Pizzaria Guarujá
Av. Amazonas, 4.688 – BH/ MG (próximo ao CEFET)
Tels.: 3332-7977 / 3372-7399

domingo, 4 de janeiro de 2009

HELLCOME 2009

Rato no Rio, FullMetal e Rio Metal Works apresentam:

HELLCOME 2009

***Venha de Preto!!!***

Com as Bandas:
HELLBREATH (MetalCore)
HATEFUL MURDER (Thrash/Death)
DEATH MOUNTAIN (Heavy Metal)
EMPÜRIOS (Dark Prog)
DARK TOWER (Extreme Metal)
NORDHICA (Metal Tradicional)

Além dos trabalhos autorais, as bandas farão tributos à: Dissection, Motorhead, Misfits, Dio, Rainbow, Black Sabbath, Iron Maiden, Grave Digger, Savatage, Rage, Deep Purple, Testament, Slayer, Bring Me The Horizon, Metal Church, Amon Amarth e MUITO MAIS.

COM PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS DE MEMBROS DE BANDAS DO CENÁRIO CARIOCA EM UM GRANDE EVENTO.

Data: 11 DE JANEIRO

Abertura dos Portões: 15:00hs

Local: Espaço Cultural Marlene
Estrada Intendente Magalhães 1290 - Campo dos Afonsos/Vila Valqueire