quinta-feira, 10 de abril de 2008
Notícias
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A formação clássica do TERÇO, lendária banda de rock progressivo brasileira, se reuniu em 2005 para alguns shows e a gravação de um CD/DVD ("Ao Vivo"), que pelos mais diversos motivos acabou sendo lançado somente em 2007, pela Som Livre. Os integrantes Flávio Venturini (teclados, voz), Sérgio Hinds (guitarra, voz) e Sérgio Magrão (baixo), que fizeram parte da formação que gravou os clássicos discos "Criaturas da Noite" (1975) e "Casa Encantada" (1976), foram acompanhados pelo baterista Sergio Melo, já que o baterista original, Luiz Moreno, faleceu em 2003.
Novos shows foram programados, agora para abril e maio de 2008, a saber:
26/04/2008 - Virada Cultural
Palco do Rock (Rua Barão de Itapetininga, próximo à Praça da República) - 18:00h
São Paulo, SP
15, 16 e 17/05/2008 - Teatro Rival BR
Rio de Janeiro, RJ
Mutantes: "´Tudo Foi Feito...´ é um trabalho único"
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Em entrevista publicada no UOL Música, Sérgio Dias fala sobre a atual situação do MUTANTES, incluindo material novo, internet, possibilidade de uma nova reunião e muitas outras coisas.
Quando perguntado se considerava a "fase progressiva" do grupo como muito subestimada, ele respondeu: "O nome progressivo ficou muito cunhado como algo rançoso pela própria imprensa brasileira. Isso porque os caras focalizaram o gênero numa época decadente e agora ninguém pensa que progressivo no começo era, na realidade, Gentle Giant ou Mahavishnu Orchestra com John McLaughlin no álbum 'The Inner Mounting Flame' (1971). E esse progresso musical gerou o fusion. Portanto, podemos dizer que Beatles também era uma banda progressiva. Um exemplo da tendência progressista no trabalho dos Beatles é a música 'Tomorrow Never Knows', do álbum 'Revolver' (1966). Que música é aquela? Se eu for tentar fazer aquilo, eu não consigo! O cunho que ficou do rock progressivo é aquela coisa pejorativa da utilização de muitos teclados, de Yes, mas a história não é bem assim. Outro exemplo é o King Crimson, outra banda completamente vanguarda, assim como Frank Zappa também era. Como eu poderia classificá-los? Música boa. E eram nomes extremamente progressistas. E se alguém pega um disco nosso como 'Tudo Foi Feito Pelo Sol', vai perceber que não tem nada ver com banda alguma lá de fora. É um trabalho único e muito brasileiro".
Leia a matéria completa neste link.
DVD ao vivo do Korn tem lançamento marcado para maio
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De acordo com o IG o KORN, que acabou de passar pelo Brasil, abrindo os shows de OZZY OSBOURNE, lançará em maio um DVD ao vivo chamado "Live in Montreaux 2004".
Leia mais detalhes aqui.
Raven finalizando CD e disponibilizando inédita
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"Breaking You Down", faixa inédita do RAVEN, pode ser conferida no site oficial do grupo.
A música faz parte do novo disco, "Walk Through Fire" que, de acordo com o vocalista e baixista John Gallagher, já está sendo mixado e será masterizado em breve.
O último trabalho da banda foi o "One for All", de 1999.
Jasmin St. Claire: correspondente do Stay Heavy
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Mundialmente conhecida por seus filmes eróticos, a ex-atriz pornô Jasmin St. Claire, que há algum tempo abandonou o mundo dos filmes para trabalhar com produções de vídeo na cena Metal, é agora a correspondente internacional do Programa Stay Heavy.
Nos Estados Unidos Jasmin apresenta segmentos do programa 'The Metal Scene TV Show' e possui uma série de DVDs chamada "Metal's Darkside", que já está em seu segundo volume, onde apresenta entrevistas com músicos de diversas bandas do Heavy Metal. Jasmin também conduziu as entrevistas do documentário "This Is Black Metal", lançado recentemente, com bandas com CELTIC FROST, VENOM, MORBID ANGEL, entre outras.
No Stay Heavy ela fará entrevistas com bandas nos Estados Unidos e a cobertura dos principais shows e festivais americanos. E, para sua estréia no programa, Jasmin enviou uma matéria especial feita com a banda DEVILDRIVER.
O público brasileiro, além de curtir Jasmin como repórter do Stay Heavy, poderá vê-la em breve ao vivo no festival Maquinaria Rock Fest, em maio no Brasil, no qual ela fará a apresentação dos shows.
Mais informações sobre Jasmin St. Claire em www.metalsdarkside.com.
Programa Stay Heavy: www.stayheavy.com.
Álbum do Violator saindo na Europa em LP e CD
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O primeiro álbum da banda brasiliense de Thrash Metal VIOLATOR, “Chemical Assault”, está sendo lançado na Europa nos formatos CD e LP.
A versão LP acaba de ser lançada em conjunto pelos selos alemães Metaleros Records / Iron Bonehead Prods, limitada em 666 cópias. Esta edição em breve estará disponível para distribuição no Brasil pela Kill Again Records. Para reservar sua cópia, envie um e-mail para: killagainrec@yahoo.com.br.
A versão em CD será lançada no velho continente pela gravadora inglesa Earache Records, no mês de junho deste ano. Maiores informações: www.killagainrec.com.
Bloody disponibiliza música do novo álbum
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A banda de Thrash Metal BLOODY, formada por Paulo Tuckumantel (vocal), Fábio Bloody (guitarra), André Tabaja (baixo) e Luis Coser (bateria), disponibilizou em seu MySpace e em seu site oficial a música "Vírus", que fará parte de seu segundo CD "Engines Of Sins", que tem lançamento previsto para abril. Esta composição é a primeira gravação da banda feita em português!
Além disso, o grupo já está agendando as datas para a nova turnê, "Engines Of Sins Tour 2008", e o primeiro show será no dia 13 de abril, no Hammer Rock Bar, em Campinas (SP). O evento contará com as bandas KORZUS, CLAUSTROFOBIA e ARIEL N' CALIBAN.
Sites relacionados:
MySpace: www.myspace.com/bloodythrashmetalwww.myspace.com/bloodythrashmetal[/A][/FONT]
Site oficial: www.bloody.com.br.
ZZ Top prepara novo álbum de estúdio e DVD ao vivo
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O trio mais xarope do Texas está gravando o sucessor do álbum “Mescalero”, lançado em 2003. A banda está animadíssima com os novos planos e atualmente se encontra num luxuoso estúdio na cidade de Dallas, onde grava seu próximo disco de estúdio. Um DVD também deve sair em breve e foi registrado durante um show do trio no Nokia Theater, em Grand Prairie, Texas.
Segundo o guitarrista Billy Gibbons, nada de overdubs, já que o DVD aparenta alguns erros durante a execução dos temas, "do jeito que a gente adora", reforçou o próprio.
Tarja Turunen libera trailer de vídeo de show
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Confira abaixo o trailer de um vídeo registrado por TARJA TURUNEN no dia 8 de dezembro em Kuusankoski, na Finlândia. Uma mensagem no site oficial diz: "Em breve divulgaremos detalhes sobre como e quando este vídeo poderá ser baixado gratuitamente".
Gus Monsanto não faz mais parte do Adagio
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O cantor/ guitarrista/ compositor brasileiro Gustavo (Gus) Monsanto se separou da banda francesa de prog-metal ADAGIO após 4 anos de trabalho duro, que incluem um álbum bem sucedido e uma turnê européia, que contou com a participação do KAMELOT.
"Nós nos separamos amigavelmente. Tem sido uma experiência extraordinária estar nos sapatos de David Readman e eu levarei comigo as grandes pessoas que conheci na estrada, os amigos que fiz durante esse período, os países que visitei. A história e as grandes músicas que eu fiz com Stephan, Franck, Eric e Kevin não vão ser esquecidas. Eles irão seguir como os arcanjos de preto que são, nós somos comandantes do metal", disse Gustavo.
A saída de Gustavo do ADAGIO irá permití-lo focar-se em outros projetos: "Tem muita coisa no meu prato agora. Dia 08 de junho será lançado o CD 'The Lightseekers', que é uma grande banda francesa de Hard Rock em que eu tenho trabalhado. Também possuo um excelente projeto chamado 'Zyon Vega' em parceria com os membros do Aquaria, Bruno Agra (bateria), Fernando Giovanetti (baixo) e Alberto Kury (teclados) e mais o guitarrista da Atlantida, Alexandre Macedo", comentou o músico.
Amostras dos seus últimos trabalhos estão disponíveis no link www.myspace.com/gusmonsanto2. Além disto, Gus está mantendo contato com uma conhecida banda de Hard Rock americana, e pode vir a substituir um vocalista mundialmente famoso. "Não posso dizer o nome da banda ou qualquer outra coisa agora, mas eu irei revelar detalhes assim que as conversas forem progredindo", afirmou Gustavo.
E finalmente, Gus Monsanto está nos estágios finais de sua primeira experiência como produtor, com a banda de metal brasileira SKYRION, cujo álbum deverá ser lançado brevemente.
Tom Gabriel Fischer está fora do Celtic Frost
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Os músicos suíços do CELTIC FROST liberaram nesta quarta (9) um surpreendente comunicado oficial em seu website (www.celticfrost.com), anunciando a saída de ninguém menos do que Tom Gabriel Fischer, vocalista, guitarrista e líder do grupo.
O texto é sintético e não entra em maiores detalhes:
”O cantor e guitarrista do CELTIC FROST, Tom Gabriel Fischer, saiu do CELTIC FROST devido a uma severa e não-solucionável erosão do ponto de vista pessoal, tão urgentemente necessário para colaborar dentro de uma banda tão única, volátil e ambiciosa”.
Vale lembrar que, ainda este ano, relatos davam conta de que o CELTIC FROST estaria reunindo canções para um disco com o nome de trabalho “Monotheist Companion”, que traria canções inéditas das gravações de “Monotheist” (2006), além de novas versões para faixas do disco anterior.
Testament: ouça faixa-título de novo trabalho
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Uma nova faixa do TESTAMENT, chamada “The Formation Of Damnation”, está disponível para download neste link.
Previsto para sair em 29 de abril via Nuclear Blast Records o álbum, que traz o mesmo nome, conta com as seguintes faixas:
01. For The Glory Of
02. More Than Meets The Eye
03. The Evil Has Landed
04. Formation Of Damnation
05. Dangers Of The Faithless
06. The Persecuted Won't Forget
07. Henchman
08. Killing Season
09. Afterlife
10. F.E.A.R.
11. Leave Me Forever.
Novo DVD de Ken Hensley com Jorn Lande e outros
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O tecladista e guitarrista Ken Hensley, ex-líder do URIAH HEEP, está lançando esta semana seu novo DVD ao vivo: "Blood On The Highway: The Exclusive Release Concert". O DVD, duplo, foi gravado em maio de 2007 no Fabrik, em Hamburgo, Alemanha.
Além de Ken e sua banda (Live Fire), participaram vários convidados especiais, entre os quais se destacam os vocalistas Jorn Lande e John Lawton.
Para assistir a alguns fragmentos do DVD, siga os links abaixo:
- We're On Our Way (com Jorn Lande no vocal)
- Blood On The Highway (com Jorn Lande no vocal)
- Lady In Black (com John Lawton no vocal)
O lançamento ocorrerá também no novo formato BluRay, e o tracklist será o seguinte:
Disco 1 (o CD "Blood On The Highway" tocado ao vivo na íntegra): 1. Just The Beginning 2. We're On Our Way 3. Blood On The Highway 4. You've Got It 5. It Won't Last 6. Think Twice 7. There Comes A Time 8. Okay (This House Is Down) 9. What You Gonna Do 10. Postscript 11. I Did It All 12. The Last Dance
Disco 2 (clássicos do Uriah Heep e da carreira solo de Hensley): 1. Out Of My Control 2. Brown Eyed Boy 3. Circle Of Hands 4. The Wizard 5. Free Me 6. July Morning 7. Rain 8. Stealin' 9. Easy Livin' 10. Lady In Black 11. Gypsy.
Free e Paul Kossoff em edição de luxo da Universal
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Os fãs da banda FREE tem motivos de sobra para comemorar neste início de 2008. O lendário grupo britânico, que comemora 40 anos de sua criação este ano, está tendo seu álbum clássico de 1970, “Fire And Water”, relançado via Deluxe Edition, pela gravadora Universal (britânica). O relançamento segue o magnífico padrão da série da gravadora, é remasterizado digitalmente expandido com muitas faixas bônus (23!), dentre elas sessões da rádio BBC, takes alternativos e versões nunca lançadas de “All Right Now”.
O guitarrista do FREE, Paul Kossoff também mereceu um relançamento especial, o de seu primeiro e único álbum solo: “Backstreet Crawler”, também pela série Deluxe da Universal. A bolachinha traz de bônus 15 versões inéditas, fotos raras e um encarte especial. No primeiro disco temos o álbum original remasterizado a partir dos tapes analógicos e mais seis versões para a jam "Tuesday Morning". O segundo disco traz seis out-takes das sessões, covers para "The Lady Is A Tramp" e "May You Never" e a arrebatadora jam de 38 minutos, "Time Away", com o guitarrista ao lado de John Martyn.
Vale lembrar que o álbum de Koss conta também com participações especiais, como o próprio pessoal do FREE, o batera Alan White e o vocalista Jess Roden.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Notícias
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A banda norte-americana KAMELOT liberou no seu MyspaceTV o clipe para a música "Rule The World", de seu último álbum, “Ghost Opera”.
Kamelot - "Rule The World"
Kreator: DVD e sete músicas prontas para novo CD
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O guitarrista e vocalista Mille Petrozza, dos veteranos thrashers alemães do KREATOR, soltou a seguinte nota:
"Uma versão atualizada de alta qualidade dos nossos clássicos do VHS 'Live In East Berlin' e 'Hallucinative Comas' está sendo lançada em DVD pela primeira vez!! Nós estamos realmente empolgados em ouvir a reação de vocês a isso! Nós colocamos muito trabalho duro, suor e energia nesse monstro!
"Além disso, estamos gastando a maior parte do nosso tempo em organizar a casa para preparar nosso novo álbum!! Nós já temos cinco faixas demo e mais duas músicas escritas. A composição está sendo trabalhada em detalhes, e as novas músicas são feitas para uma situação ao vivo, e são todas matadores! Sem modéstia, elas são brutalmente Thrash Metal!! Então estejam preparados - em janeiro de 2009 nós lançaremos o nosso novo álbum, seguido de uma intensa turnê mundial!!"
O novo DVD do KREATOR, "At The Pulse Of Kapitulation - Live in East Berlin 1990" inclui vários extras (incluindo a versão do diretor do filme de horror cult da banda, "Hallucinative Comas") e é um sonho se tornando realidade para os fãs do KREATOR.
Kiss: coletânea tripla será lançada em abril
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"Playlist Plus" será liberado pela Universal Music em 29 de abril. A compilação trará três CDs em uma edição especial formato digipack. Na realidade, este lançamento se trata apenas de uma reembalagem dos três volumes da série "Millennium Best".
Segue o tracklist:
Disco 1:
1. Strutter
2. Deuce
3. Hotter Than Hell
4. C'mon and Love Me
5. Rock and Roll All Nite
6. Detroit Rock City
7. Beth
8. Hard Luck Woman
9. Calling Dr. Love
10. Love Gun
11. Christeen Sixteen
12. I Was Made For Lovin' You
Disco 2:
1. Creatures of the Night
2. I Love It Loud
3. Lick It Up
4. All Hell's Breakin' Loose
5. Heaven's On Fire
6. Thrills In the Night
7. Tears Are Falling
8. Uh! All Night
9. Crazy Crazy Nights
10. Reason To Live
11. Hide Your Heart
12. Forever
Disco 3:
1. God Gave Rock 'N' Roll To You
2. Unholy
3. Domino
4. Hate
5. Childhood's End
6. I Will Be There
7. Comin' Home
8. Got To Choose
9. Psycho Circus
10. Into the Void
11. I Pledge Allegiance To the State of Rock and Roll
12. Nothing Can Keep Me From You.
Velvet Revolver: Slash comenta procura de novo vocal
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A RollingStone.com falou exclusivamente com Slash, guitarrista do VELVET REVOLVER, sobre a decisão da banda de romper com o frontman Scott Weiland.
Sobre a saída de Weiland:
"Todo mundo está simplesmente aliviado. Isto é algo que vem rolando por um tempo. Eu sei que todos estão conectando a coisa do STP [turnê de reunião do STONE TEMPLE PILOTS] com isso, mas tudo começou bem antes disso. Nós apenas tínhamos um monte de compromissos para cumprir, então simplesmente tivemos que arrastar essa coisa até que as obrigações fossem finalizadas. Basicamente, estamos somente empolgados em procurar outra pessoa e seguir em frente".
Sobre a procura por um novo frontman:
"Há algumas pessoas, mas é realmente prematuro nomear alguém. Na verdade, nós trabalhamos com um cara, eu não vou mencionar o seu nome, antes da gente sair para ir ao Reino Unido e lá simplesmente não havia o bastante para encaixá-lo, então nós vamos trabalhar com ele novamente um pouco mais, e talvez com outros caras também".
Sobre a recomendação do Weiland para a banda contratar o ex-vocalista do SKID ROW Sebastian Bach:
"Eu pensei que [Weiland] poderia ser um pouco mais criativo. Eu não tenho certeza se aquilo foi feito com o intuito de ser uma ironia ou sei lá o quê. Que seja, não vale a pena nenhum drama real".
Unearthly: novo guitarrista e disco ao vivo
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Foi anunciado oficialmente que Arthur Cirius, da banda de Thrash Metal VULGAR, do Rio de Janeiro, será o guitarrista que acompanhará a UNEARTHLY nos seus próximos shows.
Além disso, a banda fechou contrato com a Free Mind Records para o lançamento de seu primeiro álbum ao vivo, gravado na turnê realizada pelo continente Sul-Americano.
Guns N´ Roses: "Chinese..." será lançado em breve?
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Fãs do GUNS N' ROSES, o “Chinese Democracy”, álbum há mais de uma década sendo feito, realmente parece estar muito perto de uma data de lançamento.
Axl Rose & Co. recentemente têm deixado pessoas influentes da indústria fonográfica, "provadores" e outros escutarem seis novas faixas, de acordo com um executivo fonográfico que escutou as músicas.
O executivo comentou empolgado sobre elas: "São realmente boas", ele disse. "A voz do Axl soa exatamente a mesma, mas as músicas soam contemporâneas. Você esperaria que fosse um desastre, mas não é".
Os representantes não falaram sobre datas de lançamento exatas, de acordo com minha fonte, mas eles deram a entender que poderia ainda acontecer pelo final do ano (sim, eu sei que já escutamos isso antes).
Na semana passada, Rose anunciou no website oficial do Guns que foi contratado um novo time de empresários encabeçado pelos peso-pesados Irving Azoff e Andy Gould.
Os últimos álbuns originais, “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II”, foram lançados em 1991. Desde a estréia deles em 1985, eles venderam um estimado de 90 milhões de cópias mundo afora.
Nine Inch Nails: Robin Finck de volta à banda
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Trent Reznor, líder do NINE INCH NAILS, atualizou o site oficial da banda com uma foto do guitarrista Robin Finck e a seguinte frase: "Bem vindo de volta!"
Não se sabe se ele está fora do GUNS N' ROSES ou se o retorno à sua antiga banda se dará apenas para uma turnê, tendo em vista que não há planos de shows com o Guns no momento.
Em 1999 Robin Finck havia deixado o GN'R para voltar ao NIN, porém retornou ao grupo liderado por Axl Rose, onde manteve-se firme desde então, desempenhando um trabalho importante no direcionamento das novas músicas.
Ainda não foi feito nenhum comunicado oficial a respeito, tanto pela parte do NIN quanto pelo GN'R.
Segundo o YouTube oficial da banda, os novos membros são: Trent Reznor, Alessandro Cortini, Josh Freese, Robin Finck e Rich Fownes.
Rush: ouça trechos de "Snakes & Arrows Live"
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Trechos do "Snakes & Arrows Live", CD duplo ao vivo do RUSH, podem ser conferidos na href="'http://www.amazon.com/dp/B00171C6C6?tag="estengercom-20&link_code="as3&creativeASIN="B00171C6C6&creative="373489&camp="211189'">Amazon.
Previsto para sair em 15 de abril, o disco contém as seguintes faixas:
CD 1:
01. Limelight
02. Digital Man
03. Entre Nous
04. Mission
05. Freewill
06. Monkey Business
07. Larger Bowl
08. Secret Touch
09. Circumstances
10. Between the Wheels
11. Dreamline
12. Far Cry
13. Workin' Them Angels
14. Armor and Sword
CD 2:
01. Spindrift
02. The Way the Wind Blows
03. Subdivisions
04. Natural Science
05. Witch Hunt
06. Malignant Narcissism - Drum Solo
07. Hope
08. Distant Early Warning
09. The Spirit of Radio
10. Tom Sawyer
11. Encore
12. One Little Victory
13. A Passage to Bangkok
14. YYZ.
Whitesnake em SP, RJ e MG: confira os preços
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Os fãs brasileiros do WHITESNAKE terão a oportunidade de assistir mais uma vez David Coverdade e companhia em território nacional. O grupo já deu início à turnê de divulgação do próximo álbum, "Good to be Bad", previsto para chegar às lojas no final de abril.
Cidade: Belo Horizonte/MG
Data: 06/05
Local: Chevrolet Hall
Preços: Pista e arquibancada: R$140,00
Horário: 21h
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Data: 07/05
Local: Citibank Hall
Preços:
Poltrona: R$200,00
Pista: R$120,00
Camarote: R$250,00
Horário: 21h30min
Período de venda exclusiva para clientes Citibank: de 05/04/2008 à 11/04/2008.
Ingressos através do sistema Ticketmaster: www.ticketmaster.com.br
Cidade: São Paulo/SP
Data: 09/05
Local: Credicard Hall
Preços:
Platéia Superior 3: R$80,00
Platéia Superior 2: R$90,00
Platéia Superior 1: R$100,00
Pista: R$130,00
Camarote 2: R$250,00
Camarote 1: R$300,00
Horário: 22h
Período de venda exclusiva para clientes Citibank: de 05/04/2008 à 11/04/2008.
Classificação etária indicativa: 14 e 15 anos acompanhado dos pais ou responsável legal. Não será permitida a entrada de menores de 14 anos.
Ingressos através do sistema Ticketmaster: www.ticketmaster.com.br
Mais informações da turnê em outras cidades do Brasil na Agenda do Headbanger: http://agendadoheadbanger.blogspot.com/
Queen: assista nova música com Paul Rodgers
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Durante o programa de Al Murray, QUEEN + PAUL RODGERS apresentou a primeira música do disco inédito, ainda sem nome, com previsão de lançamento para o dia 2 de setembro.
Assista ao vídeo do Queen & Paul tocando a música nova C-lebrity:
domingo, 6 de abril de 2008
Notícias da Semana
DVD duplo dos Ramones em lançamento nacional: A Warner Music Brasil acaba de lançar no mercado nacional um registro definitivo do ícone do Punk Rock mundial, os Ramones. O DVD “It’s Alive 1974 – 1996” traz quase três horas de material, incluindo shows, entrevistas e participações em programas de TV.
O DVD traz cenas desde o início do grupo, mostrando apresentações no lendário clube CBGB, até momentos da turnê do álbum “Adiós Amigos”. Por conta disso, há imagens perfeitas, gravadas profissionalmente, e outras de baixa qualidade, porém de alta importância histórica e que devem agradar aos fãs.O primeiro DVD aborda o período de 1974 a 1977, o segundo mostra o grupo de 1978 até o final da carreira. Entre as cenas do DVD, há trechos de uma apresentação em Buenos Aires, no Estádio River Plate, em Março de 1996. Infelizmente não há nenhuma gravação feita em uma das cinco passagens do grupo pelo Brasil, um dos países onde a banda tinha seu maior e mais fiel público. (Fonte: Rock Online)
Kataklysm disponibiliza música do novo álbum na internet: A banda canadense Kataklysm disponibilizou em sua página oficial no MySpace uma das novas composições que farão parte do álbum “Prevail”, o próximo lançamento do grupo. A faixa é “The Chains of Power” e o vocalista Maurizio Iacono comentou sobre o significado da letra.
“O significado por trás de ‘The Chains of Power’ é essencial. É uma canção escrita pela banda para mostrar a gratidão aos corajosos soldados que lutam pela nossa liberdade. Não importa se você é a favor ou contra certas guerras, ou das besteiras políticas associadas à esses assuntos. Esta faixa é sobre as pessoas no mundo que decidem arriscar a vida para preservar nosso modo de viver”.“Enquanto bebemos, agitamos em um show e vivemos nossa vida diária, alguns soldados estão no meio de um campo de batalha. Este comprometimento e sacrifício tem que ser conhecido, é nosso tributo a eles e nossa trilha sonora para dar-lhes coragem”.O novo álbum do Kataklysm, “Prevail”, está programado para chegar às lojas em 23 de maio, na Europa, e dia 27 na América do Norte. O álbum trará um DVD bônus contendo uma apresentação do grupo que foi transmitida via internet, realizada em 03 de dezembro do ano passado, em Las Vegas. Para ouvir a nova música basta acessar o endereço www.myspace.com/kataklysm. (Fonte: Rock Online)
Após 11 anos Stefan Elmgren deixa o posto de guitarrista do Hammerfall: Uma das mais cultuadas bandas de Power Metal da atualidade acaba de sofrer uma baixa. Stefan Elmgren, até então guitarrista do Hammerfall, publicou um vídeo no MySpace TV contando que está fora da banda para seguir uma nova carreira. Mas o músico não está indo para um novo grupo ou se lançando em projeto solo, na verdade Elmgren está abandonando os palcos para trabalhar como piloto de avião.
Após mais de uma década gravando e excursionando com o Hammerfall, Elmgren conta que recebeu uma proposta profissional para ser piloto de uma linha aérea. Ele e os outros integrantes do grupo conversaram sobre a possibilidade de conciliar os dois trabalhos, mas chegaram a conclusão que seria muito complicado.“Eu gostaria de agradecer muito a todos os fãs maravilhosos, foi um grande prazer para mim encontrar com vocês e tocar para vocês durante esses 11 anos. Ainda amo tocar guitarra e deverão ouvir algo de mim novamente algum dia, de alguma forma. Gostaria de desejar a quem vai entrar no meu lugar, e ao restante da banda, boa sorte no futuro”, disse Elmgren no vídeo.Para assistir o vídeo, basta acessar o blog na página do grupo no MySpace. O endereço é www.myspace.com/hammerfall. (Fonte: Rock Online)
Neil Young prepara lançamento de novo álbum da série ‘Archives’: O músico canadense Neil Young e sua banda Crazy Horse lançará em breve mais um álbum da extensiva série de arquivos do cantor. O álbum, que recebeu o título de “Toast”, foi gravado no estúdio de mesmo nome em São Francisco no ano 2000, com o produtor John Hanlon.
Ainda não há data exata para o lançamento, mas segundo nota no site oficial do cantor, as músicas estão sendo mixadas pelo próprio Harlon. Ainda segundo o comunicado, as canções têm uma levada Blues, com alguns Rocks no meio. Como já é costumeiro nos trabalhos de Neil Young, as letras trazem uma atmosfera cinzenta, triste e desolada [...] (Fonte: Rock Online)
Sex Pistols preparam lançamento de DVD: “The Sex Pistols: There’ll Always Be an England” é o nome do DVD original que os ícones do Punk Rock mundial Sex Pistols lançarão nos próximos meses. O vídeo trará registradas cenas das cinco apresentações feitas pelo grupo em novembro do ano passado, em comemoração aos 30 anos de lançamento do álbum “Never Mind the Bollocks”.
Os shows contaram com a formação original da banda, Johnny Rotten, Steve Jones, Paul Cook e Glen Matlock e foi dirigido por Julien Temple, responsável pelas primeiras filmagens do grupo, feitas 30 anos atrás. O DVD deve ser lançado no Reino Unido em junho e em outras partes do mundo a partir de agosto.Alguns cinemas exibirão o filme, mas não há planos para um lançamento comercial em escala mundial. Além das cenas dos shows, o DVD trará um documentário com 80 minutos. (Fonte: Rock Online)
Stone Temple Pilots confirma turnê pela América do Norte: Após a saída conturbada do vocalista Scott Weiland do Velvet Revolver, o grupo Stone Temple Pilots confirmou que está de volta e para ficar. A reunião do grupo é algo sério e para provar isso a banda já anunciou que fará uma extensa turnê pela América do Norte, com 65 apresentações agendadas. O primeiro show está marcado para o dia 17 de maio, em Ohio, nos Estados Unidos.
A partir da próxima segunda-feira, 07, um novo site oficial deve ser inaugurado para deixar os fãs informados sobre as novidades referentes ao grupo. O grupo ainda não anunciou se existem planos para a gravação de um novo álbum. O último disco de estúdio lançado pelo Stone Temple Pilots foi “Shangri-La Dee Da”, de 2001. (Fonte: Rock Online)
sábado, 5 de abril de 2008
Show Review: Ozzy Osbourne in Rio - 04/04/2008
Fotos retiradas do site UOL Música
Eis que o Madman voltou ao Brasil depois de apenas dois shows em 23 anos, deixando uma carência imperdoável no público daqui. Dizer como ele disse durante o show que não levará mais tanto tempo para voltar compensa muito pouco. Recentemente, Ozzy fez um mea culpa, que eu acredito ter sido bem necessário. Afinal, a julgar por uma certa entrevista que li com Zakk Wylde, o descaso em tocar aqui pelos trópicos é bem considerável e muito mal disfarçado.
Se ver um dos maiores nomes do rock de todos os tempos é impossível na medida em que ele simplesmente não vem, quando o homem finalmente chega os preços dos ingressos não deixam a situação mudar para muitos. Custando de R$ 140,00 a R$180,00, eles são uma verdadeira porta fechada para fãs que somariam bastante ao espetáculo. Naturalmente, a Arena Multiuso não ficou vazia mas muito mais pessoas caberiam na Arquibancada 1 e, principalmente, na 3, esta última sim com meia dúzia de pessoas.
O Arena Multiuso, que daqui para frente deve ser chamado de HSBC Arena, mostrou-se mais um excelente espaço para shows com o qual podem contar os cariocas (descontado o fato de ser localizado na Barra, claro esteja) .A vista da arquibancada, coisa com a qual estava preocupado, era realmente muito boa. Ainda assim, sem dúvida nenhuma, o grande lance era ficar na pista que era mais próxima do palco. Além disso, a pista dava mais mobilidade para bangear, coisa que, como diria Roosevelt Bala, é “boa para a prática do Metal”. Isso levou algumas pessoas que estavam na parte superior a simplesmente pular lá de cima. O ato, que demandava alguma dose de coragem e cara-de-pau, felizmente passou impune em todos os casos que eu presenciei. Mesmo quando os seguranças viram, a situação foi resolvida com conversa (ou algo a mais). Pensei em também em fazer o mesmo, porém em grande estilo: iria de peito aberto em um super mosh voador direto no centro de onde estava a galera. Mas minha timidez me manteve na cadeira.
Quanto ao público, era bem diverso: true headbangers, uma ou outra patricinha, rockeiros adolescentes, motociclistas, tiozões, alguns tipos inclassificáveis e etc.
Cheguei ao local do show com algum atraso, para o qual o trânsito da Barra da Tijuca contribuiu sensivelmente. O Black Label Society já estava no palco com o Zakk Wylde detonando com a sua guitarra de bolinhas brancas e vento nos cabelos. O americano, a quem muitos consideram o último “guitar hero”, fez um show tão curto (acho que mais ou menos uns quarenta minutos) quanto excelente, apoiado na ótima qualidade do som que a casa ofereceu. O público não estava totalmente focado, mas o suficiente para o cara deixar o palco muito agradecido e reverente: se ajoelhou, deu socos no chão e no peito e fez algo semelhante ao sinal-da-cruz (ou seria exatamente isso?)- coisa que repetiu no show do Ozzy. Em suma, uma apresentação que me impressionou - foi fantástico mesmo - e que fez eu me arrepender por nunca ter dado tanta atenção ao Black Label Society antes.
Quanto ao Korn, eu realmente não sabia o que esperar. Meu conhecimento sobre a banda é algo próximo de zero - o que é uma marca forte do tempo em que eu incorporava um preconceito headbanger infantil. O show acabou sendo uma grata surpresa. A banda se saiu muito bem, tocando com bastante energia e carisma. O destaque foi o vocalista, um excelente frontman. O público, que parecia simplesmente saber cantar todas as músicas, participou muito ativamente do show. Para isso contribuiu o fato de a banda marotamente dar uma paradinha nas músicas para que a voz da galera ressoasse sozinha. De fato, o entrosamento que rolou entre a audiência e os artistas fez do show um belo espetáculo. Some-se a isso a boa música praticada pelos caras.
Ainda assim, lá pelas tantas, o Korn começou a me cansar. Eu estava querendo logo que o show acabasse. Cheguei a me distrair profundamente: pensei no Flamengo, que tenho que ir no banco semana que vem sem falta, nas eleições municipais desse ano, em um livro que ando lendo, etc.. Não demorou muito o Korn se despediu e o palco do Ozzy começou a ser montado.
Não muito depois, a voz do madman surgiu cantando uns “oh-ohs”, o que pedia uma resposta do Arena, “Ozzy, Ozzy”, num claro intento de animar a galera para o que viria. Depois, eis que surge nos telões (a filmagem dos 3 shows que era exibida nos telões ficou excelente, diga-se de passagem) uma série de imagens cômicas do nosso ídolo. Eram montagens de cenas de filmes (como Piratas do Caribe e Penetras Bons de Bico) e seriados (como Lost e A Família Soprano) em que Ozzy fazia um dos personagens, travando algum diálogo besta. Bem legal.
O momento há tanto esperado finalmente chega e o homem adentra o palco, antes mesmo da banda. Estou farto dos shows começarem atrasados. Mas adiantados é coisa que nunca vi. Assim, ainda que no ingresso estivesse escrito exatamente OZZY NO PALCO 23H, lá estava ele às 22h20 mais ou menos. Antes mesmo de começar a curtir, imaginei um sujeito que teria pensado assim: “Ah, não gosto de Black Label Society nem de Korn. Só me interessa o show do Ozzy. Por isso, não vejo necessidade de sair do meu serviço e ir direto para lá. Dá tempo de eu ir para casa, tomar um bom banho e dar uma relaxada. Vou chegar lá umas dez pras onze. Antes do show começar, (e essas coisas sempre demoram um pouquinho, não é mesmo?), vou tomar uma ou duas cervejinhas. Tomara que tudo dê certo lá na Arena Multiuso e Ozzy e sua banda estejam bem afiados porque esse é o show da minha vida” Caralho, gente, esse cara se fudeu bonito! Ele se fudeu muito! Puta-que-o-pariu! Eu aposto que essa situação ocorreu com alguém e isso é revoltante. Ainda que não tenha acontecido com ninguém, poderia ter acontecido comigo ou com você. Imagina a sua cara de bunda quando você entra no Arena e vê que o show do Ozzy Osbourne já começou há um bom tempo e você perdeu Bark at the Moon, Mr. Crowley, Suicide Solution e outras! Caralho! Se fosse comigo, eu ia ficar transtornado, eu não ia nem conseguir ver o resto do show! Puta-que-pariu, eu não quero nem mais pensar nisso.
A primeira faixa foi I Don’t Wanna Stop, mas para mim o show começou de verdade com Bark at the Moon. Ozzy logo de cara beijou o chão do palco (ao modo de João Paulo II) e, ainda de joelhos, prestou reverência ao público (ao modo dos muçulmanos). Depois veio a bombástica Suicide Solution, música que fez Ozzy passar maus bocados sob a acusação de ter provocado o suícidio de um garoto. Mr. Crowley, dona de um dos mais clássicos solos do Heavy Metal, teve grande receptividade do público. Not Going Away, música mais recente, veio em seguida só pra mostar que o que funciona melhor são as antigas mesmo. Depois de perguntar se o público queria ouvir uma música do Black Sabbath e receber uma resposta estrondosa, entrou a anti-belicista War Pigs. Por falar nisso, até agora não está claro para mim qual é a real posição do Ozzy em relação ao Bush uma vez que ele já manifestou repúdio ao presidente mas também participou de um jantar na Casa Branca onde os dois trocaram cordialidades. Espero que o Ozzy se mantenha fiel à letra deste clássico do Black Sabbath que só não ficou melhor por causa de uma infeliz idéia de colocar eco na voz do madman.
A belíssima balada Road to Nowhere foi para mim um dos melhores momentos do show. Zakk Wylde tem uma performance de muito feeling nela. Foi a primeira do disco No More Tears, última obra-prima do grupo. É interessante notar que o set-list é baseado principalmente no Blizzard of Ozz (1980) e no No More Tears (1992). Mas e Diary of a Madman? É curioso que não tenha nenhuma música desse disco incluída sendo que este é, igualmente com os outros dois citados, um fundamental álbum da pequena discografia que Ozzy produziu de 1980 para cá. Imaginem se ao invés de I Dont Wanna Stop a abertura ficasse por conta de Believer ou Flying High Again ou Over the Mountain. Bem melhor, né? Eu ouvi essas três músicas assim que cheguei em casa como uma forma de pagar um tributo a este disco.
A indispensável Crazy Train agitou muito o público. Eu mal me contive. Também não é pra menos, já que ela é outra com a marca de Randy “por que só os bons morrem cedo?” Rhoads. Depois veio o momento solo de Zakk Wylde e foi magnífico, algo bem longe de um exibicionismo técnico feito para estudante de guitarra. Geralmente esses solos, não só de guitarra mas de bateria ou teclado, quando não são insuportáveis, cansam logo. Mas o barbudo tem a manha e tirou sons lindos da sua Les Paul, inclusive utilizando os dentes. Mas tem uma coisa a se reclamar sobre sua performance: não foram tantas as cusparadas e as cervejas.
Iron Man, outra do Black Sabbath, não teve os longos “hey hey” do público como no disco Reunion. Uma pena. Ozzy deu uma tropeçada nela, deixou de cantar uma parte. Mas isso é totalmente perdoável a este sexagenário que deve conservar ainda muito pó no organismo.
Com I Don’t Know todos puderam - inclusive aquele cara hipotético que só chegaria às onze - ter o prazer de ouvir ao ao vivo uma das melhores músicas de Heavy Metal já compostas. Puta que pariu. “Foda” é a palavra. Here for You, balada do último disco se não me engano, foi muito bonita mas serviu mesmo para eu sentar e descansar um pouco.
No More Tears foi para mim outro ponto alto. Foi de arrepiar mesmo. E para o público também: o pessoal vibrou muito durante o solo de Wylde, coisa que eu achei inusitada. Essa música, entretanto, mostrou um ponto negativo do evento: a guitarra de Wylde não estava tão alta. Dava para sentir melhor isso nessa faixa toda a vez que o riff entrava depois da voz. No show do Black Label, foi diferente, a guitarra estava muito mais audível. Foi de fato uma pena não poder ouvir os solos com uma nitidez maior (há controvérsias em relação a isso por parte de gente que ficou na pista). Mas isso não foi nada que comprometesse o show, ainda que tenha incomodado.
I Don’t Wanna Change the World e Mamma I’m Coming Home (outra balada) vieram em seguida já com aquele clima de show acabando. Finalmente, Paranoid para fechar, uma música de riffs tão simples quanto poderosos. Zakk Wylde deu uma incrementada neles, ótimo. Até que chega o momento do solo e ele simplesmente arremessa sua guitarra ao público. Caralho! Eu fiquei extasiado com aquilo (depois eu soube que isso é praxis do cara). E não bastando jogar seu instrumento, Wylde arremessa-se a si mesmo na galera. Eu não parei de vibrar. Depois de muito tempo, os seguranças conseguiram tirar o cara do meio da galera e, depois de mais algum, recuperar a guitarra. Nunca achei que ouvir Paranoid sem solo fosse tão maneiro. No orkut disseram que Wylde ficou muito puto porque não devolveram logo a guitarra e ainda por cima a quebraram. De onde eu estava não deu para perceber isso. Vamos esperar declarações oficiais.
No meio dessa confusão toda, um fã consegue subir no palco mas é derrubado e ainda leva um chute violentíssimo de um segurança ali na vista de todos. Que filho-da-puta de segurança! Se eu fosse o Ozzy eu daria um chute na bunda desse cara escroto.
Então, Ozzy se despede da galera declamando amor pelo público, Wylde dando socos no peito ao melhor estilo King Kong. Como acontece com todo artista de grande repertório, reclama-se com o fato de ter faltado essa ou aquela música. Como acontece com todo bom show, fica aquela sensação de ter acabado logo, de que foi curto. Mas também fica a sensação de que foi uma noite fantástica porque teve tudo o que se espera de um show do Ozzy: ele mostrou a bunda, deu aquele pulo estilo sapo (eu vi apenas um mas tudo bem), jogou baldes de água na platéia, executou músicas fantásticas e tudo o mais. Em suma, um show histórico para todos que estavam lá.




Show Review: Dr. Sin - Clube Mackenzie – 30/03/08 – RJ
Fotos por Caroline Lima Souza de Lucena e Wesley Rodrigues
Responda rápido : “O que você julga mais importante num show: ver a banda ou ouvir a banda?.” Bom se o caro detrator, “digo digo”, leitor optou pela primeira opção (essa foi de doer) sairia do espetáculo em questão frustrado pois foi virtualmente impossível enxergar o palco. Antes que você diga no mínimo esse cara é um tampinha (o que é absolutamente verdade), meus amigos apenas verticalmente mais favorecidos também não puderam ver nada. É, como diria uma grande pensadora e filósofa brasileira Narcisa Tamborideguy “Ai que absurdo!”. Simplesmente o palco estava quase na mesma altura do chão e novamente antecipando seus pensamentos (sim, sou o Yoda), eu não sou fresco e sei como são eventos underground e sei também que o finado Ballroom, bela casa de pequeno porte, o palco também era rasteiro, porém o lugar era dotado de pisos superiores, o que possibilitava a quem estivesse interessada ver o palco (se é que alguém com plenas faculdades mentais e não sendo deficiente visual pagaria apenas para ouvir uma banda tocar, o que eu não duvido). Obviamente o saldo não poderia ser diferente. Teve nego caindo por estar em pé na cadeira,nego que não viu o show, nego se espremendo tentando ver o palco, enfim, lamentável. Lamentável e inaceitável uma banda do porte do Dr. Sin tocar nestas condições, isso porque ainda não falei do som, que estava embolado com a bateria mais alta do que tudo e também não citei a fraca ou inexistente divulgação. Pessoal, não se enganem, ir num show e não ver nada é uma situação no mínimo esdrúxula e no máximo inadmissível. Mas estando-se lá, permaneça-se lá (isso fez sentido?). Como já foi dito anteriormente, este que vos fala, sendo praticamente portátil conseguiu desbravar a multidão e assistir o show ao lado do palco (o mundo não é dos gays, é dos nanicos , não é Lucian?). Claro que o percurso até o palco foi cheio de ardis como as clássicas encoxadas, apalpadas, grabinadas, etc, mas consegui chegar ao palco. Porém fico na expectativa pra saber se isso não afetará de alguma forma minha sexualidade. Quem não teve a mesma sorte que eu, se virou pra ver o palco, e repito o som não ajudou. E aí você diz: “então o show foi uma merda!”. E eu digo: “Não, não foi.”. Uma banda extremamente profissional e com espírito de rock’n roll. Foi exatamente isso que salvou o show, que tive o (des)prazer de assistir junto a duas figurinhas do metal underground carioca, ambos guitarristas (como eu), Daemon (Neutralis/ Prophecy) um fã confesso de Edu Ardanuy e Lucian (Gunpowder) este um fã incubado. Os muquiranas simplesmente abandonaram suas respectivas patroas para ver o tio Ardanuy tocar (como se eu não tivesse feito o mesmo).
Por causa da altura do palco, não poderiam deixar de aparecer os problemas de densidade demográfica. Eu estava como sempre perambulando quando vi um cara grande,estranho e bêbado se indispondo com um outro cara e alguns seguranças avançaram em sua direção. O dito recuou em direção à minha patroa que estava longe de mim e algumas meninas que a acompanhavam então me pus na frente delas. Mais tarde não pude deixar de achar cômico o meu esforço,visto o tamanho do idiota que se caísse em cima de mim me esmagaria como um inseto.
Voltando ao show, o Dr. Sin mostrou porque é uma das melhores bandas de rock do Brasil. É uma das poucas no mundo que consegue ser virtuosa sem soar almofadinha, ou seja rock´n roll e desencanada ao mesmo tempo. Mr. Ivan Busic quebrou tudo na bateria, o Andria cantou muito e representou no baixo, o tecladista convidado foi excelente e o Edu, bom...o sr. Ardanuy simplesmente fez o diabo, tocou muito, com precisão,técnica, bom gosto e belos improvisos. Pra você ter uma idéia de como o cara tem a manha, muito se discute sobre o dito ser o melhor guitarrista virtuose do Brasil e eu já li duas entrevistas de guitarristas brasileiros e um deles é Kiko Loureiro dizendo que Ardanuy é um dos cinco melhores do mundo. Algumas músicas do novo álbum, Bravo, tiveram boa resposta do público, mas não tem jeito, o que a galera quer mesmo são os velhos clássicos e toma-lhe Emotional catastrophe, Time after time, Fly away , Karma , Fire e claro Futebol, mulher e rock´n roll. O batera Ivan como já era esperado foi a frente do palco cantar, mas a surpresa mesmo foi o(a) cover de You really got me dos Kinks numa versão bem parecida com a do Van Halen. Lamentavelmente o som não estava cem por cento e a questão do palco foi inadmissível. Por conta disso me pergunto se alguém que não teve a minha sorte pode dizer realmente que curtiu o show fora que, eu não sou bom em contar pessoas mas não me parecia ter mais de cem pessoas (muitos foram embora). Pra não dizer que sou reclamão ranzinza foi uma excelente idéia estar incluso no valor do ingresso o novo cd da banda com todas a músicas, sem o encarte , mas numa embalagem legal. Outro fato pitoresco aconteceu quando a cerveja de Edu acaba, e este chama um cara que lhe cochicha algo no ouvido. Edu balança a cabeça em sinal de negativo, pega a carteira e lhe dá dez merréus, vai ao microfone e diz: “Tão me cobrando a cerveja, pô, não pode!”. Outro fato foi que a banda subiu ao palco pela porta da frente passando pelo público. Se isso foi proposital foi interessante, mas se não foi uma opção,eu prefiro nem dizer. Só espero que os doutores não demorem para voltar ao Rio e que dessa vez o público possa realmente vê-los no palco.
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Notícias
A banda de metal extremo Dark Tower está com uma página no MySpace no ar.
Link: www.myspace.com/risedarktower
Banda que executa no seu som, uma mistura entre a brutalidade e velocidade dos estilos mais extremos do metal, tais como o Black e o Death, passando pelo Thrash, com a cadência e as melodias encontradas no Metal na sua veia mais tradicional. Apropria-se de vocais guturais, alternados entre agudos e graves, e vocais limpos, criando um som único e diferenciado da grande maioria de bandas de metal extremo da atualidade.
Nas suas músicas, fala, entre vários outros temas, sobre a evolução do ser humano, como ser pensante e livre de amarras impostas por doutrinas que só visam a escravização e subserviência, sobre a cultura ancestral de vários povos do planeta, e principalmente sobre o conto de "Anne e a Torre Negra", estória criada pelos seus próprios integrantes, presente na grande maioria da letras do conjunto, seja contando algum capítulo de tal conto, ou apenas usando elementos como pano de fundo para outras tramas.
Whitesnake: Hellion lançará novo álbum no Brasil
Publicado no www.whiplash.net - o mais completo site de rock e metal
DAVID COVERDALE é um excepcional músico com uma carreira que abrange o passado, presente e o futuro, e desde 1978 a sua banda WHITESNAKE foi o veículo perfeito para transportar suas inspirações musicais.
Após onze anos os fãs receberão a nova obra-prima da banda, intitulada “Good To Be Bad”, constituído por onze canções, sendo oito grandes faixas de Hard Rock mais três baladas, apresentando todas as importantes marcas registradas da banda, bem como a fantástica voz de Coverdale e o atual line-up.
"Good To Be Bad" soa indiscutivelmente mais homogêneo e poderoso, no melhor estilo WHITESNAKE. “Para mim, o coração e a alma do WHITESNAKE permanece a mesma. Como ele não poderia? É, e sempre será muito precioso para mim” Comenta Coverdale.
No Brasil, "Good To Be Bad" será lançado em abril via Hellion Records, disponível em edição simples e especial limitada. A edição especial limitada acompanhará um CD extra, pôster, fotos, adesivos e uma faixa multimídia com o clipe "Ready To Rock". Por isso não é nenhuma surpresa que "Good To Be Bad" se transformou em mais do que um álbum espetacular, sem dúvida é um dos melhores lançamentos nesta longa história da banda.
Line – up:
David Coverdale – Vocais
Doug Aldrich – Guitarra e Vocais
Reb Beach – Guitarra e Vocais
Timothy Drury- Teclado e Vocais
Uriah Duffy – Baixo e Vocais
Tommy Aldridge- Bateria
Track List (Edição Especial Limitada):
Disco 1:
01 - Call On Me
02 - Can You Hear The Wind Blow?
03 - Best Years
04 - All I Want All I Need
05 - Good To Be Bad
06 - All For Love
07 - Summer Rain
08 - Lay Down Your Love
09 - A Fool In Love
10 - Got What You Need
11 - 'Till The End Of Time
Disco 2:
01 - Summer Rain (Acoustic Version)
02 - All I Want All I Need (Radio Edit)
03 - Take Me With You (Live Version)
04 - Ready To Rock (Video).
Site Official: www.whitesnake.com
Hellion Records: www.hellion.com.br
Opeth: revelada a capa de novo álbum, “Watershed”
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Esta é a arte-final da capa de "Watershed", próximo álbum da banda sueca OPETH. O design da capa, como habitualmente, foi projetado por Travis Smith, em colaboração com o líder/guitarrista Mikael Åkerfeldt.

Almah em entrevista para a rádio Headbanger Station
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O vocalista Edu Falaschi, da banda ALMAH, concederá uma entrevista especial para a mais nova parceira da MS Metal Press, a rádio Headbanger Station. O músico fará parte do bloco Headbanger Entrevista, que é apresentado pelo redator André Paiva, no dia 06 de abril, domingo, às 21:00 horas.
Link: www.headbangerstation.com.
Andre Matos em show inédito na cidade de Salvador
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ANDRE MATOS (ex-vocalista das bandas ANGRA e SHAAMAN), considerado um dos maiores cantores de Metal do Brasil, faz o show de lançamento do seu primeiro CD solo, “Time To Be Free”, na Concha Acústica do TCA, no dia 27 de abril (domingo), às 17:00 horas. Dividem o palco com o artista as bandas baianas NOMIN e FACE ON FACT.
O evento, promovido pela Rock Freeday, promete agitar o cenário Rock baiano, trazendo novamente à Bahia o músico que é consagrado como um dos grandes expoentes da música pesada brasileira no exterior.
Serviço:
O que: Time To Be Free World Tour
Atrações: Andre Matos, Nomin e Face on Fact
Data: 27 de abril (domingo)
Local: Concha Acústica do TCA
Horário: 17:00 horas
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Pontos de Venda: Bilheterias do TCA, Ticket Mix e Andarilho Urbano
Informações: Rock Freeday Radio
Informações para a imprensa:
Marcela Oliva: marcela@empafiachic.com
Empáfia Chic Comunicação Estratégica
Eduardo Macedo: eduardo@msmetalpress.com
MS Metal Press.
King Bird: atraso no novo álbum e nova prensagem
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Enquanto os fãs da banda paulistana de Hard Rock KING BIRD aguardam a chegada do novo álbum "Sunshine", o seu antecessor, o "Jaywalker", lançado pela Die Hard Records em 2005, teve sua segunda prensagem esgotada no início deste ano e volta às lojas neste mês de abril em sua terceira prensagem.
"Assim como todo mundo estamos muito, mas muito ansiosos pela chegada do 'Sunshine', infelizmente ocorreram atrasos na fábrica mas ele deve estar chegando dentro de mais alguns dias. Por outro lado é legal saber que o 'Jaywalker' ainda é bastante procurado e acreditamos que essa procura ainda vai aumentar mais quando finalmente chegar às lojas o novo álbum, aguardem... 'Sunshine' tá chegando!!", avisa o vocalista João Luiz.
Capa de novo álbum solo do Jorn Lande
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Abaixo pode ser vista a capa de "Lonely Are The Brave", novo trabalho do JORN, do vocalista Jorn Lande (MASTERPLAN), previsto para sair em maio via Frontiers Records, e cuja faixa título pode ser conferida no MySpace do guitarrista Tore Moren.

Kiss: Gene Simmons manda mensagem para o Brasil
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O KISS publicou com exclusividade a capa da nova Roadie Crew (Edição #111, abril, 2008) como destaque na seção de novidades de seu site oficial em 29 de março. A revista traz oito páginas incluindo entrevistas exclusivas com Gene Simmons (baixo, vocal), Tommy Thayer (guitarra), e Eric Singer (bateria), em matéria assinada pelo redator Thiago Sarkis.
Gene Simmons enviou uma mensagem aos fãs brasileiros. Para ouvi-la, clique aqui.
Velvet Revolver: Scott Weiland está fora
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Slash, Duff Mckagan, Matt Sorum e Dave Kushner anunciaram hoje o que já vinha sendo especulado na imprensa norte-americana há algumas semanas: o vocalista Scott Weiland está fora do VELVET REVOLVER. “Esta banda se resume a seus fãs e sua música, e Scott Weiland não está 100% comprometido com nada disso”, afirmou Slash em comunicado oficial. “Entre outras coisas, seu comportamento incerto no palco e seus problemas pessoais nos forçaram a seguir em frente”, reiterou.
Em contrapartida, Weiland está se reunindo com sua antiga banda, o STONE TEMPLE PILOTS, da qual se separou em 2002. Uma coletiva foi agendada para o dia 7 de abril, em Los Angeles, em que eles anunciarão cerca de 50 datas da vindoura turnê que farão no segundo semestre.
O novo frontman do VELVET REVOLVER ainda não foi anunciado.
Stratovarius encerra atividades; Timo em nova banda
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Depois do anúncio do lançamento de “New Era”, álbum de estréia de sua nova banda, REVOLUTION RENAISSANCE, o guitarrista Timo Tolkki anunciou, em comunicado oficial no seu site pessoal [www.timotolkki.com], o encerramento definitivo das atividades do STRATOVARIUS.
”É hora de quebrar o silêncio e anunciar algo que alguns de vocês já vêm especulando há muito tempo. O STRATOVARIUS não existe mais. No último mês de outubro, eu disse aos caras que estava parando com a banda e expliquei minhas razões. Esta carta é endereçada a vocês, fãs do STRATOVARIUS, que apoiaram o grupo durante tantos anos. Inicialmente, pensei que deveria escrever um comunicado generalizado e típico da indústria musical, e que basicamente não diz nada. Então, eu decidi que vocês merecem ouvir pelo menos partes da verdade a respeito do que rolou nos bastidores, para que vocês entendam melhor minha decisão.
Durante todo o tempo, desde que Timo Kotipelto [vocais] e Jörg [Michael, bateria] se juntaram à banda, houve tensões e negatividade pairando no ar. Isso se concentrava basicamente em mim, Timo Kotipelto e Jörg. As razões pelas quais Jari Kainulainen [baixo] foi demitido alguns anos atrás são tão absurdas que eu nem vou tentar explicá-las aqui. Se eu escrever um livro um dia, então quem sabe.
De qualquer forma, eu acho que as sementes foram plantadas bem lá no passado, algo como 12 anos atrás. Houve muitos confrontos, Jörg ficava reclamando comigo sobre Timo Kotipelto e Timo Kotipelto reclamando comigo sobre Jörg. Às vezes tudo se transformava em uma bagunça, é claro, mas isso jamais deveria transparecer para os fãs. Não é minha intenção desrespeitar Timo Kotipelto e Jörg aqui. Fundamentalmente, eles são bons rapazes. As coisas às vezes acontecem e relacionamentos seguem direções que eles não gostariam que seguissem. É como um divórcio, ninguém quer que aconteça, embora algumas vezes seja o melhor para que ambas as partes possam continuar suas vidas. Além disso, quero contra como as coisas aconteceram por trás das cortinas. Você sempre vê somente o lado bom de qualquer forma, mas não sabe realmente o que está rolando.
Nós tivemos anos maravilhosos, 14 discos, 6 turnês mundiais com centenas de shows ao redor do globo, 3 discos de ouro, um Grammy finlandês e quase 3 milhões de álbuns vendidos. Cheguei à minha decisão depois de pensar muito de maneira cuidadosa, longa e racional durante um ano, e eu sei que isso é o certo para mim. Eu estava me sentindo mal por estar no STRATOVARIUS. Algo estava muito errado e ninguém parecia se importar.
A contagem regressiva realmente começou no último álbum do STRATOVARIUS, em 2005. Naquele tempo, a atmosfera na banda estava extremamente esquisita. Passei a maior parte de 2004 me recuperando de meu surto nervoso em abril de 2004, quando fiquei hospitalizado. Neste ponto, as coisas começaram a mudar. Jens [Johansson, teclados] me apoiou imensamente durante 2004 com seus telefonemas. Então fizemos o disco ‘Stratovarius’, que eu acho que é um disco horroroso, e fomos para a subseqüente produção de turnê. Naquele ponto, estava aparente para mim que as coisas iam realmente mal. Ninguém parecia se importar com nada. Tive a idéia de usar telas de projeção e, para isso, precisaríamos produzir imagens. Eu planejei isso e praticamente todo o show. Ninguém parecia interessado nisso. Parecia algo do tipo ‘quanto menos, melhor’. A atmosfera nos ensaios era péssima. Lauri Porra [baixo], que tinha acabado de entrar na banda, se perguntava o que estava acontecendo. Jörg Michael veio direto do SAXON para esta turnê usando uma camiseta do SAXON durante a maior parte dos shows. Sua atitude durante a maior parte da turnê foi extremamente arrogante, passando por cima de todo mundo. Mas especialmente com relação a mim e Timo Kotipelto. E a atitude de Timo Kotipelto com relação a mim era sossegada e polida, mas eu podia sentir a hostilidade. É claro, como profissionais, fizemos grandes shows, mas era mais um trabalho mecânico e uma performance ensaiada do que uma banda reunida e tocando emocionalmente, do fundo do coração.
Creio que Timo Kotipelto sempre foi muito amargo por não ter suas canções e/ou letras nos discos do STRATOVARIUS. Eu não entendia isso porque ele tem/tinha sua banda solo na qual ele podia fazer o que quisesse. Levou muitos anos até que eu aprendesse a dizer que não gostava de suas composições e letras e que a diferença entre eu e ele é que eu acabava escrevendo canções que se tornavam canções do STRATOVARIUS, enquanto ele estava tentando escrever canções do STRATOVARIUS que se tornavam canções do KOTIPELTO, o que significa que deveriam estar num disco do KOTIPELTO. Não é fácil dizer a alguém que você não gosta de sua música. Vocês, garotos e garotas, não gostam de todas as músicas do mundo. Nem eu. Nem Timo Kotipelto. Não sou ninguém para dizer qual música é boa ou ruim, mas eu posso dizer o tipo de música da qual gosto. E o material de Timo Kotipelto não é para mim. Tenho que dizer que acho que ele escreveu muitas grandes canções durante sua carreira solo. E sei que ele provavelmente diria o mesmo sobre minhas composições. Somos apenas muito diferentes. Ele tem um senso de humor diferente do meu.
Talvez a coisa mais estranha no STRATOVARIUS é que nós nunca fomos realmente amigos na banda. Em 12 anos, eu visitei Timo Kotipelto talvez umas 5 vezes. Para mim, Jens sempre foi o mais próximo e, no final, Lauri Porra, que é um cara maravilhoso. Mas nenhum deles foi realmente meu amigo. Pode ser surpreendente para vocês, mas é a verdade.
A turnê continuou e o roadie de bateria de Jörg, bêbado, me disse que Jörg deixaria a banda depois da turnê, mas que ele a estaria fazendo porque era ‘um homem de negócios’. Creio que pode se dizer que a atitude de Jörg culminou com o que ele me disse em Seattle naquela turnê. Ele me disse que achava que a banda tinha acabado. Tentamos gravar, pela terceira vez, um DVD ao vivo em São Paulo, mas não pudemos usar as filmagens porque tocamos muito mal. Foi tudo uma droga. Embora tenhamos detonado muitas multidões nesta turnê mundial de 120 datas, ainda assim o clima era como ‘estamos indo trabalhar’. Mas não para mim. Pelo menos, ainda não neste ponto. Mas eu sentia que o coração de ninguém estava na banda e que tudo estava acontecendo pelo dinheiro.
A turnê acabou, nós sobrevivemos e Jörg não deixou a banda. Mas foi a turnê mais bizarra que fizemos. Um grande sucesso, mas sentia que estávamos forçando algo. Não foi divertido. Foi triste.
A próxima coisa que eu tinha em mente era escrever um álbum de power metal à moda antiga, na trilha de ‘Vision’. Sentia que nossos fãs mereciam isso e sentia que era a coisa certa a fazer. Este foi o infame álbum ‘RR’. As composições estavam fluindo e as canções pareciam ótimas e melódicas, exatamente como o velho STRATOVARIUS. Estava sempre com um pé atrás por causa da situação da banda e vinha inclusive antecipando sessões de gravação bem difíceis. De qualquer forma, no final de 2006 completamos uma fita demo contendo 10 novas músicas. Eu não estava muito feliz com ela, mas serviria ao seu propósito, que era apresentar as novidades para a gravadora. Então, eu agendei 12 dias no estúdio Sonic Pump em Helsinque para março de 2007.
Foram as sessões mais bizarras que já tive. Jörg ficava o tempo todo falando sobre nós termos que recuperar aquela ‘vontade do Vision’, embora eu achasse que ele mesmo não tinha esta vontade. Ninguém tinha. As gravações não se pareciam como as outras sessões de gravação anteriores. Ninguém tinha ensaiado realmente as canções e tudo parecia ruim demais. Eu adiei as faixas de bateria por uma semana e desisti. Foi neste ponto que realmente comecei a pensar por que eu estava mantendo isso vivo quando era tão complicado. Eu lembro quanto tempo, energia e dinheiro colocamos no 'Elements 1'. Não havia lugar nenhum para ir depois dele sem repetir o passado. Eu sei que Timo Kotipelto não gostou deste disco como um todo, o que mostra novamente a diferença entre ele e eu. Isso não significa que ele tenha que ter gostado, é claro, mas para mim 'Elements 1' representa o ápice da evolução do STRATOVARIUS e talvez eu devesse ter parado a banda naquela época.
Ano passado, 2007, foi o ponto de virada para mim em muitos aspectos. Eu me sentia melhor, mas em relação ao STRATOVARIUS eu estava bem pior. Havia brigas sobre tudo, até sobre trivialidades, o que realmente me aborrecia. Muitas brigas. Muitas. Tive que usar muita energia para tentar trazer itens de merchandising para a Stratoshop, que estava sob responsabilidade de Jörg e Timo Kotipelto, porque não havia itens para as pessoas encomendarem apesar delas continuarem a encomendar porque os itens estavam na página. O certificado SSL que prova que o site é seguro tinha expirado há um ano, eu tentei consertar isso, mas não pude porque não estava autorizado. Os itens mais populares da loja estavam esgotados e Jörg se recusou a fazer mais. Eu não podia entender nada do que estava acontecendo. Ao mesmo tempo, estava tendo mais diversão do que em muitos anos com minha ópera-rock 'Saana'. Quando eu a fazia, percebi o que estava faltando no STRATOVARIUS: o entusiasmo, a criatividade e a diversão. Não vinha sendo assim há muitos anos. 'Saana' me deu esperança de que ainda poderia existir algo de novo para aprender nesta idade e me deu um mundo totalmente novo de coisas para começar a trabalhar. E ainda sabia que eu tinha canções de metal muito legais sendo trabalhadas.
Tocamos em 8 festivais durante 2007 e foi aí, quando eu estava no palco do Wacken, na Alemanha, diante de 45.000 metalheads, que eu realizei por completo que esta banda tinha acabado. Eu lembro claramente de tocar aquelas velhas canções que tocamos tantas vezes antes e o sentimento que me veio foi: esta banda não tem mais alma. Olhei ao redor e percebi que era parte de uma peça de teatro com roteiro determinado ou quem sabe de uma máquina, e que não havia mais nada novo ou excitante acontecendo. A banda soava horrenda. O coração de ninguém estava ali. Eram apenas as mesmas velhas músicas. A esta altura, Jörg trabalhava em tempo integral na sua companhia de produção artística fazendo agenciamento de turnês e estava trabalhando no Wacken. Ele literalmente veio tocar direto de seu escritório e voltou para lá depois. Todo mundo foi educado, superficialmente, mas não havia amizade, tudo que eu podia sentir eram as eminentes tensões de relacionamentos que tinham chegado ao fim. Durante aquele ano, senti que a banda existia por apenas uma razão e ela era o dinheiro. Sentia que esta era a principal motivação que mantinha Jörg e Timo Kotipelto na formação a despeito das tensões visíveis. Para meu horror absoluto, enquanto estava de pé naquele palco do Wacken, entendi que aquilo para mim agora também era realidade. Eu também estava mantendo a banda viva por dinheiro. Foi quando decidi parar.
Durante este show, decidi que estava acabado. Eu ainda estava pensando sobre tudo, mas sentia que, para meu futuro, era a única coisa lógica a se fazer. Não queria despedir Timo Kotipelto e Jörg porque eles são e foram tão parte do STRATOVARIUS quanto eu, e isso não seria justo com os fãs. Então decidi que o melhor seria deixar descansar em paz o que já estava morto. Informei os caras por e-mail em outubro sobre minha decisão, e expliquei minhas razões esperando que eles pudessem ver meu ponto e concordassem que era real. Apenas Jens e Lauri responderam.
Timo Kotipelto e Jörg nem responderam esta mensagem. Jens entendeu minha decisão, Lauri não. Eu o entendo, ele teve o gosto de estar em uma banda de rock bem-sucedida fazendo shows pelo mundo. Não é fácil desistir disso. Ele não conseguiu entender meu lado da história. O fato de que Timo Kotipelto e Jörg não comentaram nada já fala por si só. Eu queria acabar com a saga do STRATOVARIUS com estilo e, ingênuo como sou, em fevereiro de 2008 escrevi um e-mail para a banda e propus que deveríamos dizer adeus com estilo aos nossos fãs fazendo mais uma turnê mundial. Não vou entrar em detalhes aqui, mas desta vez obtive resposta de Timo Kotipelto e Jörg. Eu desejei tudo de bom para eles e escrevi de volta dizendo que não poderia haver qualquer turnê por causa das reações hostis. E foi assim. Sinto-me bem sobre minha decisão, mas não tão bem porque, por causa de razões legais, tive que esperar tanto para fazer este anúncio.
Então, pensei que, como tinha muitas boas canções em mãos, eu gostaria de lançá-las de algum jeito. Entrei em contato com alguns amigos, trabalhamos nas faixas básicas no mesmo lugar onde as sessões do ‘RR’ do STRATOVARIUS aconteceram um ano antes e simplesmente fluiu. Havia felicidade. Havia energia. As canções soavam ótimas. Meus amigos Michael Kiske e Tobias Sammet concordaram em cantar no disco. Eu decidi formar uma nova banda chamada REVOLUTION RENAISSANCE para continuar o legado do STRATOVARIUS. Neste primeiro disco, eu só queria lançar estas músicas, então não tive tempo de procurar por um line up permanente. Mas agora eu tenho, então, se você está interessado, me mande uma mensagem! O álbum sai no dia 6 de junho de 2008, pela Frontiers Records.
Estou empolgado e feliz...pela primeira vez em anos. Mal posso esperar pelo que o destino me reserva com esta nova banda, novos projetos, novas composições. Estou vivendo um período muito criativo. Tenho minha empresa de produção e estou fazendo diversos projetos diferentes, não apenas metal, mas tudo que mexe comigo.
Primeiramente, eu gostaria de agradecer, apesar de tudo, Jörg, Timo Kotipelto, Jens, Jari, Lauri, Tuomo, Antti e Jyrki por estes 22 anos. Foi uma verdadeira jornada. Desejo a Jens, Timo Kotipelto, Jörg e Lauri o melhor no que eles decidirem fazer em suas vidas e sucesso em tudo isso.
Mas por último e, no entanto, mais importante, eu quero agradecer a todos os fãs do STRATOVARIUS pelo amor, pelo apoio e pela grande vida. Nós nos veremos de alguma forma, em algum lugar. Vocês sempre vão permanecer no meu coração”.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Promoção: Statik Majik
Para concorrer, envie um email para promocao.arise@gmail.com com o título "Promoção Statik Majik-ARISE!". No email deve estar escrito, além de nome e endereço completos, a seguinte frase: "As duas coisas que eu mais gosto de fazer na minha vida são ouvir Statik Majik e ler o MetalBlog ARISE!".
O sorteio será no dia 30 de abril.
Só vale um email por pessoa.
A promoção vale para todo Brasil.