sábado, 13 de fevereiro de 2010
Promoção "Metal carioca, porra!"
No email também deve estar incluído nome e endereço completos para o envio dos cds.
Gunpowder www.myspace.com/gunpowdermetal
Hateful Murder www.myspace.com/hatefulmurder
A promoção vale pro Brasil todo.
O resultado sai dia 20 de fevereiro.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
CD Review: Bizarra Locomotiva – Álbum Negro
A viragem da página que se deu em Ódio conferiu a Bizarra Locomotiva uma estabilidade que está logo espelhada nesse álbum e que em muito justifica a capacidade de a banda ter tido tempo para maturar o trabalho de 2004 e também conseguir a consistência necessária para lançar um álbum ainda mais adulto, como é o caso de Álbum Negro. As inesquecíveis aparições ao vivo foram relativamente frequentes e tendo havido uma continuidade de membros da banda nos anos que separam os dois álbuns, não é de espantar que uma das principais qualidades globais que se retiram quase instantaneamente do Álbum Negro, seja precisamente a consistência e a coesão entre todas as partes da “locomotiva”.
Em termos “comparativos” com o que foi feito no passado há uma clara sensação que os princípios mais recorrentes (e simultaneamente mais positivos) da abordagem artística de Bizarra Locomotiva encontram-se presentes de forma mais forte que nunca neste trabalho. Tanto até, que a banda estica os extremos por si antes definidos e, não menos importante, consegue fazê-lo em múltiplas direcções. Álbum Negro pega em todo um conjunto de características que definem o núcleo do som único da banda em todos os seus trabalhos anteriores e “depois” consegue transportar a sua experiência sonora para um outro nível, virtude do aprofundar violento dos predicados que já antes lhe pertenciam. Revisitam-se espaços e ao mesmo tempo reinventando-se o “visitante” ou, neste caso, reinventando-se a “máquina”.
A negritude envolvente o lançamento de Álbum Negro justifica-se totalmente: o sexto longa duração (contando o “híbrido” First Crime Then Live enquanto tal) mostra-se como um monstro sombrio com a idiossincrasia de um buraco negro, não só pela ausência de luminosidade, mas também pelo crescer que esta ausência provoca na sua essência brutal e soturna. Tudo isto oferecido num mundo (construído de forma cada vez mais inteligente e notável) onde a bizarria (o emprego do termo é muito mais do que um trocadilho) reina.

01 – Nostromo
02 – Êxtases Doirados
03 – Remorso
04 – O Anjo Exilado
05 – Ergástulo
06 – Sufoco De Vénus
07 – A Procissão Dos Édipos
08 – Engodo
09 – Láudano 3
10 – Outono
11 – Egodescentralizado
12 – Angústia
13 – O Grito
14 – Prótese
Ano 2009
Editora Raging Planet
Faixa Favorita 05 – Ergástulo
Género Industrial Metal/Rock
País Portugal
Banda
BJ – Teclado
Miguel Fonseca – Guitarra
Rui Berton – Bateria
Rui Sidónio – Voz

À partida o universo de Bizarra Locomotiva já se caracteriza pela distorção dos padrões habituais que rodeiam a idiossincrasia do género musical da banda (musical e conceptualmente). Musicalmente afastados do Industrial mais tradicional pelo estrépito provocado (sensivelmente a mesma razão que os afasta do Industrial Rock) e demasiado extravagantes mesmo para o conceito alargado de Industrial Metal, não obstante o peso inerente a BL e que neste Álbum Negro é maximizado em todas as direcções. À fúria visceral de Ódio juntam-se um conjunto de atmosferas perturbadoras que dão ainda mais corpo ao som já de si esmagador do bizarro colectivo. Sensorialmente a sensação claustrofóbica impera com a maquinaria pensada ao pormenor para deixar passar apenas a necessária dose de alívio melódico para que tudo não seja demasiado estratosférico. Deste equilíbrio vive a expressão do Álbum Negro e sobretudo a expressão frequentemente doentia da lírica singular de Rui Sidónio, factor essencial para que tudo faça sentido na desolação do habitual, desconstrução esta que percorre e identifica o álbum.
Constitui-se então aquilo que é o essencial no trabalho: a relação entre a palavra maldita e obscura (aqui especialmente obscura) de Sidónio e o conturbado mundo de pesadelo criado por Miguel Fonseca (compositor exclusivo do trabalho), situando nos pilares da electrónica assombrosa e agressiva e nos riffs distorcidos (o adjectivo tem uso duplo) que se juntam perfeitamente com os sons dissonantes que são disparados pelos samples. Os adjectivos que fazem jus aos momentos de génio gritado de Sidónio são os mesmos que se poderiam aplicar a todo o ruído cadenciado que sai da mente do antigo mentor de Thormenthor. Tudo surge à beira do abismo nesta relação homem-máquina, com o caos a pairar com o choque das duas principais forças por detrás da negritude aqui encontrada. A “unir” a vertente instrumental à vertente vocal-lírica, encontra-se o conceito do álbum baseado no livro do séc. XV, Hypnerotomachia Poliphili, que explora a fase hipnagógica do sono. Segundo a banda, o processo criativo do álbum passou precisamente pelo aproveitamento de alguns desses momentos para construir aquilo que é todo o imaginário lírico, musical e visual do Álbum Negro, onde espaços da Idade Média e ambientes futuristas convivem fragmentariamente. Faz sentido já que das imagens estranhas criadas pelo binómio palavra/som vive BL e desta vez ainda de forma mais acentuada e acima de tudo refinada.
Tamanho monstro conceptual requisitou mais potência, mais peso e mais densidade no som. Tudo é ainda mais preenchido do que no passado e os sons parecem mais diversificados, acompanhados por aquele que é o gutural português com mais capacidade de transmissão lírica (e que lírica, diga-se de passagem). Os samples imaginados por Miguel Fonseca e executados por BJ fazem parte, juntamente com os sintetizadores, da maquinaria de Bizarra Locomotiva e a sua presença faz-se sentir com mais força em momentos mais cadenciados como o início viciante de Engodo, as fantasmagóricas incursões em Outono ou a conjunção entre os samples dissonantes e os subtis apontamentos dos sintetizadores em Ergástulo. Qualquer um dos momentos mencionados é marcante no Álbum Negro e não será grande atrevimento alargar isto a toda a carreira de BL. Além deste papel mais “melódico”, os sintetizadores e sobretudo alguns dos samples criam uma áurea bastante Industrial de uma forma, que sendo pesada (às vezes extremamente), não é ligada ao cânone do Industrial Metal. Assim sendo, o seu peculiar uso é em boa parte responsável pelo som único da banda. Torna-se especialmente evidente quando se ouve o arrastado ritual d’A Procissão Dos Édipos ou o claustrofóbico e tóxico ambiente do Spoken Word doentio de Angústia.
A completar o ataque rítmico temos a bateria de Rui Berton (também da mente de Miguel Fonseca) em perfeita integração e (des)harmonia com as paisagens dos samples e sintetizadores. Esta integração é notória em faixas mais aceleradas onde o martelar constante é providenciado tanto por Berton como pelos samples de BJ. Este é de resto um dos traços mais característicos do espectro mais Industrial do trabalho já que as faixas mais rápidas apresentam este tipo de sonoridade metálica e latejante a encher por completo o trabalho. Nas faixas mais aceleradas como Êxtases Doirados ou o frenético Egodescentralizado, o poder rítmico da máquina por detrás de BL é bem evidente sendo que sobra ainda algum espaço para deambulações menos óbvias no acompanhamento dos restantes elementos. A forma como a bateria está produzida e colocada ajuda em muito à capacidade da “locomotiva” produzir sons de redobrado poder e intensidade. Nesta secção e nos momentos referidos há que não esquecer a colaboração Carlos Santos como baixista convidado que embora discreto oferece ainda mais “corpo” a algumas das faixas (ouçam-se as linhas palpitantes do baixo em Engodo como exemplo).
Para completar todo o invólucro sonoro da máquina que é BL não poderia faltar a instrumentalização por excelência daquele que é o principal compositor do grupo: o guitarrista Miguel Fonseca. O papel das guitarras é claro, vital. Se por um lado o instrumental tem na bateria, sintetizadores e samples a sua pulsão e circulação, por outro lado tem na guitarra os seus gritos, uivos e até lamentos. A imagem mais vezes criada ao ouvir o trabalho é de um rasgar constante, pela camada distorcida e dissonante, pelos riffs ritmados e de uma simplicidade terrivelmente eficaz. Predominantemente o efeito é atingido com as guitarras embebidas em distorção, centradas em riffs monolíticos que carregam e quebram o som simultaneamente. O trabalho de guitarra alude a momentos mais ligados ao Industrial Metal devido ao peso que contém, embora a escassez do conforto melódico remeta mais para o Industrial criando uma atipicidade quanto à forma como a guitarra opera em BL, distinguindo-os do que está, musicalmente, à sua volta. Isto porque não são riffs de Industrial Metal mas o seu peso também ultrapassa em larga escala o Industrial mesmo na sua vertente mais Rock. É um híbrido que expele dissonantemente identidade e unicidade, mesmo atendendo ao trabalho passado da banda.
O perturbado mundo do Álbum Negro nunca seria o mesmo sem a presença inconfundível do Grito de Bizarra Locomotiva. Trespassando de forma violenta e impiedosa todo o instrumental bizarro, Rui Sidónio é uma força bruta à solta, a humanidade mais carnal naquilo que é BL. A sua voz é naturalmente perturbadora: não por ser um gutural singular e visceral, mas porque além disso a força da mensagem é sentida e ouvida de forma particular. Esta capacidade singular de transmitir mais do que vocalizar, de dizer mais do que “cantar” é o que singulariza Sidónio e é o complemento perfeito para os distúrbios instrumentais do resto da banda. Doutra forma a sensação seria de impotência e incapacidade para dar continuidade ao muito negro universo que aqui se constrói. É isso que, por comparação directa, a prestação de Fernando Ribeiro no Anjo Exilado prova cabalmente, não obstante a competência da participação do vocalista de Moonspell. No entanto, as vocalizações do álbum não são apenas momentos que acrescem à tensão construída pelo instrumental através de brutalidade crua e primitiva. O assombroso Ergástulo mostra um registo quase sussurrado de uma expressividade não menos contundente do que aquela apresentada quando Sidónio parte para a pura agressão. Da mesma forma, a forma inquietantemente tranquila como parte da letra de Prótese é recitada também se afasta do registo mais presente, mantendo intactos os elementos que fazem da voz de Rui Sidónio o veículo perfeito para a transmissão da poesia do tormento criada precisamente pelo membro fundador de BL.
Desta poesia única se alimenta o álbum. Única tanto pela riqueza vocabular como pela peculiar capacidade de tornar o normal em bizarro, sempre com uma profundidade imensa. Sem qualquer desprimor para com tudo o que envolve o trabalho: nas palavras de Rui Sidónio reside a pedra de toque do trabalho, o momento em que tudo se define, onde se dá a (anti)catarse de tudo o que se vai acumulando. Pela lírica de luxuriante que corre nos Êxtases Doirados, pelas existenciais linhas de Ergástulo, pelas aliterações que se prostram n’A Procissão Dos Édipos, pelos momentos confessionais de Engodo ou pela dor pura de Angústia estão os cantos do Álbum Negro. As imagens de pesadelo onde tudo é possível pela transcendência da palavra revoltosa, ininterrupta e à beira do suportável quando aqueles momentos se encontram bem à flor da pele. É aqui que os sentidos das palavras de Sidónio também se multiplicam, pela ambiguidade que uma escrita deste género sempre acarreta e também por um subterrâneo pendor surrealista.
Num álbum dominado pela palavra (a excepção é a introdução e a incursão pela Industrial mais electrónica em Láudano 3), os momentos em que a mesma surge mais marcante e simbólica também são aqueles que será natural destacar, embora pela qualidade lírica que atravessa todo o álbum a escolha recaia (ainda mais do que seria normal) nos momentos com uma mensagem introspectiva mais profunda. Aqui surgem os momentos onde a “locomotiva” avança a uma velocidade mais moderada, quiçá pelo espinhoso caminho a percorrer…
O ambiente ritualístico de Engodo oferece-se como primeiro e perfeito exemplo de dolorosas viagens. O ambiente criado pelos teclados e guitarra é tenso e assombroso, para que a voz assuma o seu papel de expurgadora de demónios, ora quotidianos ora mais filosóficos, sempre de forma bem particular:
Rimo a constituição íntima das coisas
Que se me deparam lacrimosamente
Adormecido de todas as estranhezas
Que se me afligem ao extraviar-se
Mas vendi-me
Num largo gesto de simpatia
Que me custou a morada
Inexoravelmente calmo, seco a garganta
Sanhudo, bebo da mentira alheia
Indiferente, classifico-a raiz dos enganos
E exercito-me ao recitá-la
De forma arrastada e pesada surge a faixa final, Prótese. Para além de alguns dos riffs mais fortes do álbum, a faixa destaca-se pela sua divisão entre o Spoken Word e o som mais “tradicional” da banda. Qualquer uma das “partes” é intensa à sua forma: uma pelo natural elemento ruidoso e outra pela voz sussurrada de Sidónio declamando:
Vagueio pelo trópico de câncer com uma ogiva ao peito
mas consigo ver tudo que deixei para trás
Sinto a minha a gorda agonia a tolher-me o passo sem vestígios de pudor só de pensar no tempo que perdi… o destino assim o quis…!
Penso em ti sete vezes por segundo
Arrasto-te comigo para todo o sempre. És a besta que me persegue, a minha deficiência adquirida. Partiste-me o que tinha de mais precioso.
A minha alma mudou de envólucro.
Tarde demais para voltar atrás.
Apodreço sem vida… mas tu… tu ainda ficas!
Resta apenas uma coisa por dizer. A única que se necessária fosse conseguiria definir nesta besta erguida por Bizarra Locomotiva. Não por escassez de substância de todo o álbum mas pelo que representa enquanto paradigma do que é que a banda consegue fazer, transformando-se através da overdose daquilo que já tinha de melhor. No monumento de intensidade, potência e, à sua tremenda maneira, beleza que é Ergástulo o Álbum Negro tem o seu momento sublime. Bizarra Locomotiva tem um dos seus clássicos definitivos num registo lento, doloroso e simplesmente arrepiante:
Canso-me perplexo
da ode triunfal
apreciava a dor da luz
dissecando a graça suprema
orgulho a salvo, prostro-me
perante o teu plácido legado
o meu pensamento processa-se
silenciosamente…
Basta! Sou estrume! Esta é a minha certeza
fertilizante orgânico
do mal que tudo corrompe
Untando-te a vontade
com ruidosas tonturas
a minha omnívora alma
devora-te legando amargas costuras
Neste ergástulo de ser quem sou, envelhecido, num refluxo de culpa
acaricio-te o contorno dos olhos
e cerro os meus
deixando-te moribunda.
Basta! Sou estrume! esta é a minha certeza
fertilizante orgânico
do mal que tudo corrompe
O Álbum Negro. Foi o momento de renegar quase tudo. Renegar tudo menos a capacidade reinventiva. O resultado é uma vertiginosa viagem por lugares escuros e desagradáveis; onde o desconforto domina. Seja pelo sítio para onde se é transportado pela Bizarra Locomotiva ou pela simples visão do que essa viagem representa. Seja qual for a situação, o Álbum Negro para além de soar a tal, estabelece-se mesmo como mais um momento essencial na carreira da banda.
Depois da surpreendente (tendo em conta os percalços vividos pela banda nos tempos entre Homem Máquina e o trabalho de 2004) maturidade de Ódio, os BL fortalecem-se ainda mais. Também se poderá falar de maturidade mas num sentido distorcido (como “deliciosamente” quase tudo o é no universo artístico de BL) onde o tempo deu lugar a mais poder, mais fúria, mais “águas revoltas”: mais exagero no fundo. Outras comparações à parte, no sentido mais primitivo e selvagem de romper os limites de forma caótica o Álbum Negro cumpre perfeitamente com a ambição e atinge genialmente o objectivo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Municipal Waste pela primeira vez no Rio de Janeiro
O Municipal Waste é uma banda de crossover thrash da cidade americana de Richmond, estado da Virgínia. A banda tem suas raízes nos estilos hardcore punk e thrash metal, passando por elementos de thrashcore. Os discos “Hazardous Mutation” e “Art Of Partying” foram lançados no Brasil pela Enemy One Records em 2007 e a partir desses lançamentos a banda virou uma verdadeira febre por aqui, sendo muito cultuada pelos fãs do estilo. Em 2009 o Municipal Waste lançou seu mais recente disco “Massive Agressive”, mostrando mais uma vez muita competência e perpetuando seu nome na cena mundial!
Nos shows do Municipal Waste já virou tradição o “crowd surf”, com a galera levando suas pranchas de bodyboard, para agitar ainda mais ao som original e rápido produzido pela banda. E nos shows do Brasil isso não deve ser diferente! Imperdível!
Mais sobre a banda:
www.facethewaste.com
www.myspace.com/municipalwaste
Fotos em alta resolução:
http://revolutaproducoes.com.br/?p=450
Abertura:
C.H.O.K.E (Curitiba) - uma das bandas mais poderosas, agressivas e com identidade própria já surgida no Paraná. Já dividiu o palco com bandas como: Sepultura, Ratos De Porão, Disgorge (USA), Pandemia (República Tcheca), Korzus , Funeral, Grito (Colômbia), entre outras.
www.myspace.com/chokebrazil
Canilive (RJ) - Banda carioca de deathcore com composições pesadas que criticam políticos, a sociedade e a religião.
http://www.myspace.com/canilivedeath
Destrutor (RJ) - Banda de Thrash/Death de São Gonçalo que não tem pretensão de inovar ou modernizar nada. O som da banda vem dos próprios gostos pessoais que influenciam as músicas que são um tributo à temática oitentista.
http://www.myspace.com/destrutor666
Serviço:
WEB ROCKERS & CP MANAGEMENT apresentam:
MUNICIPAL WASTE www.myspace.com/municipalwaste
abertura:
Canilive (RJ) - http://www.myspace.com/canilivedeath
Destrutor (RJ) - http://www.myspace.com/destrutor666
C.h.o.k.e. - www.myspace.com/chokebrazil
Dia: 14/03/2010 (domingo)
Horário: a partir das 17hrs
Local: Teatro Odisséia – Rua Mem de Sá, 66 - Lapa - RJ
Info: http://www.teatroodisseia.com.br/
Ingressos:
R$ 60,00 - antecipados e estudantes
Pontos de venda de ingressos antecipados:
Toca Do Vinil - Caxias – (21) 8701-1812
Outside Cds – Méier- (21) 3899-0888
Alquimia – Nova Iguaçu – (21) 2669-0947
Hard N Heavy – Flamengo – (21) 2552-2449
Dark Age - Niterói – (21) 2620-7888
Underground Rock – Bangu – (21) 3159-4354
Darklands - Tijuca – (21) 2234-2935
Blizzard Record - Cinelândia – (21) 8693-6051
Venda oficial de ingressos online:
www.ticketbrasil.com.br
Videos:
Wrong Answer: http://www.youtube.com/watch?v=8bJ9bYCmO2c
Mind Eraser (Live): http://www.youtube.com/watch?v=a__h5sJ8D5g
Realização:
Web Rockers Entertainment & CP Management
www.webrockers.com.br
Apoio:
Drika Tour
Grill Inn
HF1 Produções Arte e Barulho
Krest Cymbals
Revoluta Produções e Assessoria de Imprensa
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
PORTAL ROCK PRESS publica reportagem especial "Metallica no Brasil"
Além disso, continua disponível a lista dos Melhores Artistas de 2009, segundo os redatores e colaboradores do PORTAL ROCK PRESS.
Confira todo esse material em http://www.portalrockpress.com.br
Últimas noticias:
- AC/DC critica ativismo de Bono e Bob Geldof;
- Johnny Depp vai filmar a vida de Keith Richards;
- Them Crooked Vultures prepara segundo álbum;
- Shane Macgowan recruta músicos para novo single;
- Novo vídeo do Massive Attack;
- Strokes prepara novo álbum;
- Dead Weather lança álbum em abril;
- Radiohead entra no Twitter;
- Gene Simmons diz que Michael Jackson era pedófilo;
- Tom Waits prepara musical;
- Vocal do Paramore elogia Lady Gaga;
- Palco do Rock 2010.
Mais: Fear Factory, Fall Out Boy, Tony Sly, The Casting Out, entrevista com Deadfish e Matanza e etc.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Entrevista - Statik Majik
Introdução por Wesley Rodrigues
Entrevista por Artur Henriques, Raquel Torres e Wesley Rodrigues
Charge por Marcio Baraldi
Foto cedida pela própria banda
ARISE! Carlinhos, você tem um longo histórico no Heavy Metal carioca. Fale-nos um pouco da sua trajetória.
37 de Vida e desde molecão apaixonado pelo Rock and Roll, quando soube que o Kiss viria pra cá em 83 (uma pena, muito novo pra ir e também frequentar o Rock in Rio 1 em 85) e vendo na época programas como BB vídeo que rolava clipes do Scorpions, Quiet Riot, Iron Maiden, Black Sabbath, Van Halen, etc....boas recordações...foi um processo de começar a ver shows nacionais (antigo caverna 2 em Botafogo), Circo Voador, Garage Art Cult, pra depois fazer fanzines e participar de Revistas, começar a tocar bateria, entrar em bandas, e tô aí..mais gordinho e menos cabelo, mas feliz pra carmba com essa fase atual próspera em minha vida.
Ao longo desses anos, o que mudou principalmente na cena carioca?
Muito do que seu vejo hoje eu vi em mim quando garoto e percebi também que é errado tomarmos como verdade uma autocrítica sobre algo que você não vive mais, pois eu não me vejo fazendo parte de uma cena, acho que hoje existem pessoas muito melhores que eu pra fazer parte disso, com mais idéias e disposição criativa, eu posso ter contribuído numa época de alguma forma... Hoje, além de tocar, eu faço parte de uma revista de SP e de um fanzine de MG resenhando cd`s... Você vai envelhecendo e queira ou não sua vida vai mudando, porque aí você vê que não é mais nenhum garotão, você tem família e contas a pagar, é claro que tem muita gente que tá nessa que não é nenhum novato e eu admiro a disposição deles, mas a verdade é que eu até me surpreendo estar ainda nessa. Acho que o Rock é a fonte da juventude (risos)... Mas eu amo essa parada e hoje eu vejo o lado positivo da "coisa" e isso está se refletindo em mim como pessoa e músico e acho que a Statik (banda que eu toco batera) terá um grande ano se Deus quiser. Então, torço pra que pinte mais e mais shows undergrounds por aqui e também shows de bandas gringas, pois é triste ver que tantas bandas estão vindo pro Brasil e não passam pelo Rio, espero que isso mude... que mais e mais garotada passe a curtir metal e que velhinhos como eu ainda tenham disposição pra continuar.
Carlinhos, você disse recentemente que montou o Statik Majik por estar saturado com os projetos que tinha anteriormente. Explique melhor isso.
Porque na época eram muitas brigas e não há porque se buscar culpados agora, a verdade é que em parte eu também tenho esta responsabilidade, mas convenhamos, na época éramos jovens e insanos... Muita porcaria por causa de dinheiro e álcool e quando isso se mistura, muita coisa vai por terra e com isso, se perdem amizades por bobeira, e amém que eu tenha recuperado muitas dessas amizades e agora é "é vida que segue". Então, acho que no fundo a Statik Majik foi criada mesmo porque eu amo esse tipo de som!
Nos últimos meses, houve duas substituições na banda. Qual foi o motivo da saída dos integrantes?
Musicalmente não corresponderam ao que precisávamos enquanto banda, mas eu só tenho que agradecer pela força que eles deram enquanto integrantes da Statik Majik na época. pois se a Statik está onde tá, todos têm sua parcela de contribuição e se não deram certo num momento que precisávamos deles, isso é normal, pra mim não existe músico ruim, e sim, músico certo pra música certa.
Por que vocês deixaram de ser um quarteto para se tornar um trio?
Porque o Thiago (baixista) tinha experiência como vocalista e quando o testamos, vimos que a coisa funcionou, então, ficou mais fácil continuar como trio do que permanecer como quarteto.
Quais são os temas das letras do Statik Majik? O que vocês procuram expressar?
Tem um lado pessoal de quem às escreve... Nas letras do último trabalho, esta tarefa ficou dividida entre mim e Thiago e nela abordamos temas como esperança, amor, guerra, música, etc.

Stoner Rock é você trazer em forma de música o passado pro mundo atual e é o que a Statik está fazendo, trazendo elementos musicais antigos com um contexto atual, sonoridade moderna e não datada.
Como anda a preparação do Stoned on Musik?
A todo o vapor, o cd deve sair em março, senão, sai em Abril. Temos trabalhado muito nele, fechando diversas parcerias pra distribuição, e com isso os shows surgirão, pois quase aconteceu em SP e aqui, mas infelizmente não aconteceu por questões financeiras, mas relax...uma hora vai acontecer, o importante é trabalhar e trabalhar sério e daí virá o resultado disso.
Vocês contam com a produção do Flavio Pascarillo (Tribuzy, Nordheim) para o novo álbum. Anteriormente, vocês trabalharam com Carlos Lopes (ex- Dorsal Atlântica, Mustang). Como foram essas experiências e quais foram às mudanças sonoras entre uma parceria e outra?
Incluiria aí o Ivan Guilhon (baixista do Vulgar, Nordheim e Tribuzy) nessa lista também. Eles foram pessoas essenciais para o amadurecimento da Statik e profissionalização do nosso trabalho. Aprendemos demais com eles e queremos evoluir ainda mais pra um futuro trabalho, o importante é "somar".
Que diferença você já observa entre Stoned on Musik e o EP Redemption?
Uma pré-produção e a inclusão de pessoas pra orientar nossa música como foi o caso do Carlos, Flavio e Ivan que já foi a grande diferença... É bom ter pessoas que cheguem pra você e/ou pra banda e diz: "isso tá legal", "isso tá uma bosta" (risos). Foi bom te tirar do ego, te fazer pôr os pés no chão e saber que você precisa melhorar. A gravação do Cd foi assim, por isso a demora, mas acho que no final compensou e em breve vocês poderão ouvir o álbum completo e entender o que tô dizendo aqui.
No twitter da banda foi dito recentemente que vocês estão negociando a distribuição do Stoned on Musik. O que você pode nos falar sobre isso?
Sim, por enquanto não posso adiantar nomes, mas te informo que mantenho bons contatos com parceiros daqui e também de fora, mas, espero conseguir ainda mais, pois a luta continua e só dependemos de nós mesmos pra isso, porque o Cd será lançado por um selo criado por mim: Be Magic Records, e daí necessitaremos de um maior trabalho, de maior investimento pessoal. Aliás, quem quiser participar da parceria, só entrar em contato pelo e-mail: smajik@hotmail.com
Carlinhos, a gente sabe que você é casado, mas não podemos deixar de perguntar: Quantas groupies a banda atrai por show?
Casado ou solteiro, continuo feio do mesmo jeito (risos). O Artur (guitarrista) também é casado e também é feio (risos). Bem, essa pergunta é boa pro Thiago, ele é o galã da banda (risos). Stoner é som pra feio e maltrapilho, atrairíamos mais groupies se fossemos banda de melódico ou emo, e claro, um boa ajuda do Dr. Hollywood e Ivo Pitanguy (mais risos).
Muito obrigado pela entrevista. Deixe um recado para os leitores do ARISE!.
Obrigado pelo espaço cedido, conheço o trabalho de vocês muito bem e sabem disso. "Stoned on Musik" vem aí e espero que o povo curta nosso trabalho, 2010 estamos com todo vapor!
Comunidade “Statik Majik Band” no Orkut - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=21436744
Comunidade “Statik Majik” no Orkut - http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=1214401
Contatos para shows: smajik@hotmail.com (MSN E E-MAIL)
Site: http://www.statikmajik.net/
MySpace: www.myspace.com/statikmajikbrazil
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Confronto lança teaser do DVD "10 anos de guerra" no seu canal no youtube
O show de lançamento do DVD acontecerá no Inferno Club, em São Paulo, no dia 14 de março, com a participação de outras bandas importantes para o cenário independente. E, enquanto o DVD não chega às lojas e às mãos dos fãs, a banda está divulgando um teaser que dá uma noção do presente que a Confronto preparou para o seu público.
http://www.youtube.com/watch?v=q2U1IqVnJ8Q
Cartaz do lançamento: http://xconfrontox.com/site/wp-content/uploads/2010/02/DVD_CONFRONTO_poster_fotolog.jpg
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Notícias da Semana
Judas Priest e AC/DC premiados na 52ª edição do Grammy
Os grupos Judas Priest e AC/DC foram alguns dos ganhadores do Grammy 2010 nas categorias destinadas aos grupos de Rock e suas vertentes. As duas bandas lendárias receberam o prêmio na noite do último sábado, 30, no Staples Center, em Los Angeles.
Os ingleses do Judas Priest foram premiados na categoria "Melhor Performance de Metal" com a música "Dissident Agressor", versão do álbum "A Touch of Evil: Live", lançado no ano passado. Concorriam nessa categoria Megadeth, Slayer, Ministry e Lamb of God.
O AC/DC saiu ganhador na categoria "Melhor Performance de Hard Rock". Os irmãos Young e cia. concorriam com a música "War Machine", faixa do mais recente disco de estúdio do grupo, "Black Ice", lançado em 2008. Nessa categoria concorriam Alice in Chains, Linkin Park, Metallica e Nickelback.
Ainda nas categorias dedicadas ao Rock foram premiados os grupos Kings of Leon (melhor performance em dueto ou grupo e melhor música de Rock), Green Day (melhor álbum de Rock) e Bruce Springsteen (melhor performance solo).
(Fonte: Território da Música)
Metallica recebe disco de ouro e DVD de platina por vendas no Brasil
Antes de subir ao palco montado no Estádio do Morumbi no último sábado, 30, o Metallica recebeu a certificação de disco de ouro - ou melhor, CD de ouro - pelas vendas acima de 40 mil cópias do mais recente álbum de estúdio do grupo, "Death Magnetic".
A banda também recebeu a certificação de platina pelas vendas do novo DVD, "Orgulho, Paixão e Glória - Três Noites na Cidade do México". Este lançamento já atingiu a marca de 60 mil cópias vendidas no país. A entrega foi realizada no salão nobre do Estádio do Morumbi, em São Paulo, horas antes da banda apresentar o primeiro show na capital paulista depois de 11 anos.
(Fonte: Território da Música)
Segundo álbum do Control Denied deve ser lançado este ano
O baterista Richard Christy, ex-integrante das bandas Death, Iced Earth e Control Denied, afirmou em entrevista recente que o segundo álbum do Control Denied deve ser lançado este ano.
Christy contou que o vocalista e guitarrista Chuck Schuldiner deixou todas suas partes gravadas antes de morrer, em 2001. Durante esses anos o lançamento foi impedido por problemas legais com a antiga gravadora do grupo, mas agora o baterista acredita que o lançamento será possível, já que a gravadora não existe mais.
"Sou bem íntimo da família de Chuck Schuldiner e sempre falo com eles. Eles estão bem animados com isso. Vamos nos reunir em Morristown, Nova Jersey, e finalizar o álbum este ano. Só temos que falar com todos sobre suas agendas", comentou o baterista.
Os outros músicos que finalizarão o disco póstumo da banda liderada por Chuck Schuldiner são Steve DiGiorgio (baixo), Shannon Hamm (guitarra) e Tim Aymar (voz). A produção deve ser assinada por Jim Morris, "porque ele também está realmente animado para fazer isso", segundo Christy.
"Estou muito animado para terminar esse álbum porque este foi um dos últimos desejos de Chuck". O vocalista e guitarrista Chuck Schuldiner morreu em 2001 após uma batalha contra um câncer no cérebro.
(Fonte: Território da Música)
Candlemass, Hammerfall e Hardcore Superstar recebem prêmio na Suécia
Importantes nomes do Metal sueco foram premiados na noite da última sexta-feira, 29, na terceira edição do Swedish Metal Awards. O evento premia as bandas e artistas suecos relacionados ao Heavy Metal e suas vertentes.
Entre os ganhadores estão bandas conhecidas mundialmente e com grande base de fãs, como o Candlemass e o Hammerfall, além de grupos menos conhecidos, como o Lillasyster e o Dia Psalma.
Considerado um dos pioneiros do Doom Metal, o Candlemass ganhou na categoria 'Metal' com o álbum "Death Magic Doom". O Hammerfall levou o prêmio de 'Heavy / Power Metal' por "No Sacrifice, No Victory". O álbum "A Taste of Extreme Divinity", da banda Hypocrisy, foi premiado na categoria 'Death Metal'.
Abaixo a lista dos vencedores:
Hard Rock: Hardcore Superstar - "Beg For It"
Death Metal: Hypocrisy - "A Taste of Extreme Divinity"
Heavy/Power Metal: Hammerfall - "No Sacrifice, No Victory"
Glam/Sleaze: Vains Of Jenna - "The Art of Telling Lies"
Punk/Hardcore: Dia Psalma - "Re Voltere"
Metal (Black, Doom, Thrash): Candlemass - "Death Magic Doom"
Alternative Metal (Modern, Nu, Progressive): Lillasyster - "Det Här Är Inte Musik Det Här Är Kärlek"
Vídeo / Diretor: Sonic Syndicate - "Burn This City" / Patric Ullaeus
Live Act: Raised Fist
Revelação: Hysterica
(Fonte: Território da Música)
Axel Rudi Pell lança novo álbum em abril
O novo disco de estúdio do guitarrista alemão Axel Rudi Pell já tem data para chegar às lojas. O lançamento está agendado para o dia 23 de abril na Alemanha e dia 26 em outros países. Este novo trabalho recebeu o nome de "The Crest".
A capa e o repertório do álbum ainda não foram divulgados, mas sabe-se que "The Crest" trará 10 músicas novas. "Os fãs terão o tipo de canção que eles conhecem e esperam de mim e de minha banda", comentou o músico.
"The Crest" foi gravado no estúdio W.A.T., na cidade natal de Rudi Pell, Bochum, com produção do próprio guitarrista. A banda é formada pelo vocalista norte-americano Johnny Gioeli, tecladista Ferdy Doernberg, baixista Volker Krawczak e pelo baterista Mike Terrana.
Antes do disco novo chegar às lojas o guitarrista lança um DVD ao vivo chamado "One Night Live". O lançamento está agendado para o dia 22 deste mês, via SPV/Steamhammer.
(Fonte: Território da Música)
Slash divulga capa e repertório do álbum solo
Foram divulgados detalhes do novo álbum do guitarrista Slash. O disco solo do guitarrista do Velvet Revolver será lançado nos Estados Unidos em abril, pela EMI, e trará 13 faixas.
Batizado com o próprio nome do músico, o disco traz diversos convidados especiais, entre eles Ozzy Osbourne, Lemmy e Dave Grohl. A produção é assinada por Eric Valentine, que já trabalhou com Queens of the Stone Age. Além de Slash e dos vocalistas convidados, o álbum conta com os músicos Josh Freese (Nine Inch Nails) e Chris Chaney (Jane's Addiction).
"No começo a idéia era muito simples", comentou o guitarrista sobre as colaborações. "Estes são todos os artistas que eu gostaria de trabalhar – e que eu achei que seria incrível fazer algo criativo e colaborativo. Estavam todos muito empenhados em fazer um bom trabalho e nos divertimos muito fazendo essas músicas".
Abaixo o repertório do álbum com o nome dos vocalistas convidados entre parênteses:
01. Ghost (Ian Astbury)
02. Beautiful Dangerous (Fergie)
03. Nothing To Say (M. Shadows of Avenged Sevenfold)
04. Crucify The Dead (Ozzy Osbourne)
05. Promise (Chris Cornell)
06. By The Sword (Andrew Stockdale of Wolfmother)
07. Doctor Alibi (Lemmy Kilmister)
08. Saint Is A Sinner Too (Rocco De Luca)
09. Watch This (Dave Grohl / Duff McKagan)
10. I Hold On (Kid Rock)
11. Gotten (Adam Levine)
12. We're All Gonna Die (Iggy Pop)
13. Starlight (Myles Kennedy)
(Fonte: Território da Música)
As I Lay Dying divulga título de novo trabalho
"The Powerless Rise" é o título dado ao novo álbum de estúdio da banda norte-americana As I Lay Dying. Este novo trabalho será lançado ainda no primeiro semestre, provavelmente em maio, pela Metal Blade Records.
Atualmente a banda está em um estúdio em San Diego dando os retoques finais nas gravações. A produção de "The Powerless Rise" é de Adam D. Assim que o álbum for lançado o grupo volta para a estrada para a divulgação, mas ainda não foram divulgadas datas e locais.
O novo álbum chegará às lojas três anos após o último lançamento da banda, "An Ocean Between Us".
(Fonte: Território da Música)
Chega às lojas novo álbum do Helloween
O novo álbum do Helloween chegou às lojas européias na última sexta-feira, 29. Chamado "Unarmed - Best of 25th Anniversary" o novo disco será disponível aos fãs da América do Norte em 30 março, via The End Records. Ainda não há informação sobre o lançamento no Brasil.
Além da edição normal em CD, "Unarmed" foi lançado em edição limitada em 'digipack' incluindo um DVD com 30 minutos mostrando cenas da gravação e entrevistas com os músicos. O álbum também está disponível em LP duplo.
Segundo a banda, a regravação de clássicos da carreira é uma forma de agradecer aos fãs pelo apoio em 25 anos de carreira. "Foi um grande desafio e uma grande experiência [gravar o álbum]. Nos divertimos muito gravando nossas músicas mais importantes inteiramente com novos arranjos. Esperamos que vocês gostem", comentou a banda.
O repertório do álbum é o seguinte:
01. Dr. Stein
02. Future World
03. If I Could Fly
04. Where The Rain Grows
05. The Keeper's Trilogy
06. Eagle Fly Free
07. Perfect Gentleman
08. Forever & One
09. I Want Out
10. Falling To Pieces
11. A Tale That Wasn't Right
O Helloween lançou na internet o primeiro videoclipe retirado do álbum. A música escolhida foi "Dr. Stein", que ganhou um novo arranjo, inclusive com instrumentos de metais. Assista o vídeo logo abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=5yUihyOKxww&feature=player_embedded
(Fonte: Território da Música)
Threshold disponibiliza cover do Muse para audição
O Threshold esta lançando um novo 'single' digital chamado "Supermassive Balck Hole". Esta música, na verdade, é uma composição do grupo Muse que o Threshold regravou e agora disponibiliza para os fãs através da internet.
"'Supermassive Black Hole' foi um grande sucesso com o Muse, se tornou um clássico moderno e continua no topo da para da no Reino Unido mesmo depois de 150 semanas!", comentou Richard West, tecladista do Threshold. "Espero que o Muse goste da versão do Threshold para sua música. Nos mantivemos fiéis ao original mas adicionamos algum peso do Threshold".
Para ouvir a versão de "Supermassive Black Hole" com o Threshold acesse o endereço www.myspace.com/threshold.
Este mês o grupo lança uma reedição do álbum "Dead Reckoning" trazendo como bônus versões instrumentais das músicas originais do disco. A versão digital já está à venda no iTunes.
(Fonte: Território da Música)
Vocalista do Sirenia manda recado aos fãs brasileiros
Faltando pouco mais de um mês para a chegada da banda Sirenia ao Brasil, a vocalista espanhola Pilar Gimenéz Garcia, mais conhecida como Aylin, gravou um vídeo convidando os fãs brasileiros para as duas apresentações que a banda fará no país em março.
O Sirenia vem pela primeira vez ao Brasil para shows nos dias 06 e 07, em São Paulo e Duque de Caxias/RJ, respectivamente. A banda norueguesa liderada pelo guitarrista e compositor Morten Veland está em turnê divulgando o álbum "The 13th Floor", lançado no início do ano passado.
Confira as informações sobre os shows e assista ao vídeo de Aylin:
06/03/2010 - São Paulo/SP
Carioca Club - Rua Cardeal Arcoverde, 2.899
Horário: 19h00
Ingressos: R$ 60,00 (pista) e R$ 100,00 (camarote)
Postos de vendas: lojas Profecias (11 3333-2364 Galeria do Rock) e Shopping Sogo 11 3277-9606 / www.ticketbrasil.com.br
Informações: www.darkdimensions.com.br/sirenia
07/03/2010 - Duque de Caxias/RJ
Clube Recreativo Caxiense - Rua Manuel Vieira, 397
Horário: 19h00
Ingressos: R$ 19,90
Informações: www.darkdimensions.com.br/sirenia
http://www.youtube.com/watch?v=TduBXNhCjIE&feature=player_embedded
(Fonte: Território da Música)
Projeto celebra o Rock Rural em São Paulo
A mistura de moda de viola do interior do Brasil com as guitarras do Rock n' Roll é o tema do projeto Rock Rural que reúne em São Paulo nomes de destaque do estilo. Até o próximo dia 09 de março o Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil receberá, às terças-feiras, shows com artistas que levam adiante essa mistura que teve início nos anos 70.
O projeto começou na última terça-feira, 02, com apresentação da banda O Terço, um dos maiores expoentes do Rock Progressivo no país. Para as próximas semanas estão agendadas apresentações do Matuto Moderno, com participação de Paulo Simões, de Zé Geraldo, de Zé Helder Quarteto, com participação de Ivan Vilela, e da dupla Sá & Guarabyra, certamente um dos grandes responsáveis pela popularização do termo e do som conhecido como Rock Rural.
Além de sucessos como "Dona" e "Sobradinho", a dupla Sá & Guarabyra apresenta músicas ainda inéditas que fazem parte do álbum "Amanhã". Este álbum é o derradeiro com a participação do companheiro Zé Rodrix, que morreu no ano passado.
09/02/2010 - Matuto Moderno convida Paulo Simões
23/02/2010 - Zé Geraldo
02/03/2010 - Zé Helder Quarteto convida Ivan Vilela
09/03/2010 - Sá & Guarabyra
De 02/02 a 09/03/2010 - São Paulo/SP
CCBB - Rua Álvares Penteado, 112
Horário: 13h00 e 19h30
Ingressos: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e correntistas do Banco do Brasil e maiores de 60 anos)
Informações: 11 3113-3651/3652 / www.bb.com.br/cultura
(Fonte: Território da Música)
Bigelf fará abertura da turnê do Dream Theater pelo Brasil
A nova turnê da banda Dream Theater pela America Latina terá a participação do grupo Bigelf. No Brasil os shows serão realizados nos dias 16, 18, 19 e 20 de março em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente.
O Bigelf foi formado em Los Angeles, na Califórnia, em 1991 e atualmente conta com os músicos Damon Fox (voz, teclado, guitarra), Ace Mark (guitarra), Duffy Snowhill (baixo) e Steve Frothingham (bateria).
Para conhecer o trabalho do Bigelf acesse o MySpace da banda no endereço www.myspace.com/bigelf. Abaixo as informações da turnê do Dream Theater pelo Brasil com abertura do Bigelf:
16/03/2010 - Porto Alegre/RS
Pepsi on Stage - Av. Severo Dullius, 1.995
Classificação etária: 14 anos
Horário: 21h0
Ingressos: R$ 80,00 (pista 1º lote), R$ 90,00 (2º lote), R$ 100,00 (3º lote), R$ 140,00 (mezanino), R$ 180,00 (camarote)
Informações: 4003-0848 / www.pepsionstage.com.br / http://www.ticketsforfun.com.br/
18/03/2010 - Curitiba/PR
Master Hall - Rua Itajubá, 143
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 anos e 15 anos permitida acompanhados dos pais ou responsáveis legais; 16 anos em diante: livre.
Horário: 22h30
Ingressos (venda a partir de 21/01): R$ 280,00 (pista premium), R$ 160,00 (pista 1º lote), R$ 180,00 (pista 2º lote), R$ 200,00 (pista 3º lote), R$ 240,00 (camarote / mesa).
Informações: 4003-0848 / www.curitibamasterhall.com.br / http://www.ticketsforfun.com.br/
19/03/2010 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 anos e 15 anos permitida acompanhados dos pais ou responsáveis legais; 16 anos em diante: livre.
Horário: 22h00
Ingressos (venda a partir de 19/01): R$ 80,00 (platéia superior III), R$ 100,00 (platéia sup. II), R$ 110,00 (platéia sup. I), R$ 150,00 (pista), R$ 300,00 (pista premium / camarote I), R$ 250,00 (camarote II).
Informações: 4003-0848 / www.credicardhall.com.br / http://www.ticketsforfun.com.br/
20/03/2010 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall - Av. Ayrton Senna, 3.000
Classificação etária: menores de 15 anos devem estar acompanhados de responsáveis.
Horário: 22h00
Ingressos (venda a partir de 19/01): R$ 140,00 (pista), R$ 250,00 (pista premium / poltronas), R$ 300,00 (camarote).
Informações: 4003-0848 / www.citibankhall.com.br / http://www.ticketsforfun.com.br/
(Fonte: Território da Música)
Revista Hornsup disponibiliza coletânea com bandas brasileiras e portuguesas
A revista virtual Hornsup lançou na internet uma coletânea que reúne diversas bandas do Brasil e de Portugal. O álbum, chamado "Attack! Vol. 1", traz 20 bandas de diferentes vertentes do Rock e Metal.
A compilação está disponível para baixar gratuitamente, incluindo a arte gráfica. Os links dos servidores estão no endereço attack.hornsup.net. Entre as bandas da coletânea estão Paura, Desalmado, Cardiac e Kamala. Confira o repertório completo:
01. Thriven - Spring
02. Dynahead - Do You Feel Cleansed?
03. Distraught - Cradle of Violence
04. itSELF - Ultraviolence
05. Thirteen Degrees To Chaos - Unheard Demand
06. Desalmado - Cegueira Santa
07. Siege of Hate - God Killing God
08. Dollar Llama - Deathblow
09. Kandia - Waste My Time
10. Paura - Reverse the Flow
11. Cardiac - Aliança
12. Questions - The Victory Speech
13. Clearview - Monte Cristo
14. A Trigger to Forget - Never To Return
15. Project46 - Survival Sign
16. Seven Stitches - Room
17. Kamala - No Turning Back
18. Disrupted Inc. - Ominous Sea
19. Gates of Hell - Hypocrisy
20. Manshuria - Sublime Redenção
(Fonte: Território da Música)
Biografia do Metallica chega às lojas neste mês
Será lançada este mês nos Estados Unidos uma nova biografia da banda Metallica. O livro tem o nome de "All that Matters" (Tudo o que Importa, em tradução livre), trará 248 páginas e foi escrito pelo jornalista Paul Stenning.
O livro traz informações desde a infância de cada um dos atuais integrantes do grupo, além de entrevistas inéditas com amigos e até mesmo ex-amantes dos músicos, segundo o release do lançamento.
"Na esteira do retorno retumbante do Metallica com o LP "Death Magnetic", de 2008, este livro tem um olhar incisivo sobre tudo o que eles viveram e os álbuns clássicos que eles gravaram (...). 'All That Matters' revela todos os detalhes do passado do Metallica, narrando os altos e baixos que levaram o grupo de estádios para a sala de reabilitação, na tentativa de desvendar algumas das contradições mais profundas de todas".
O jornalista autor do livro, Paul Stenning, vive em Lancashire, na Inglaterra, e já escreveu biografias de outros astros da música como o guitarrista Slash e as bandas Guns n' Roses e My Chemical Romance.
(Fonte: Território da Música)
Ratt anuncia lançamento de novo álbum
A banda de Hard Rock Ratt divulgou informações sobre seu novo álbum de estúdio. O novo disco é chamado "Infestation" e o lançamento está agendado para o dia 20 de abril, via Loud & Proud/Roadrunner Records.
O primeiro 'single' do novo álbum é a música "Best of Me" que já está à venda em formato digital em lojas virtuais. O vocalista Stephen Percy comentou recentemente em entrevista ao site Noisecreep sobre esta música. "Você sempre acha que a grama é mais verde do outro lado, mas, de fato, não é".
"Então você deixa alguém saber que 'você é a melhor coisa que eu tenho, mas eu tinha de ir por aí para descobrir'. É uma daquelas coisas que você não sabe que tem até que ela se vá. Comigo, eu passo por essa porcaria todo dia. Em um dia eu sou casado, então não sou mais, mas eu sou".
Outras músicas que fazem parte do álbum são "Look Out Below", "A Little Too Much" e "Garden of Eden". O novo trabalho foi produzido por Michael 'Elvis' Baskette, que já trabalhou com bandas como Puddle of Mudd, Alter Bridge e Limp Bizkit.
"Infestation" é o primeiro álbum de estúdio do grupo em mais de 10 anos. O último lançamento foi "Ratt", de 1999.
(Fonte: Território da Música)
Mary J. Blige regrava clássico do Led Zeppelin
A cantora Mary J. Blige está gravando um clássico do Rock mundial para ser lançado como bônus em seu novo disco de estúdio. A música em questão é "Stairway to Heaven", um dos maiores sucessos da banda inglesa Led Zeppelin.
A gravação está sendo feita no Studio A, da Capitol Records, em Hollywood, e traz a participação da guitarrista Orianthi, ex-integrante da banda de apoio de Michael Jackson, e do virtuoso guitarrista Steve Vai.
Em entrevista ao site Spinner.com, a cantora de Soul comentou que "está não é uma música difícil porque é baseada em emoção pura. Você tem que se entregar ao momento do Rock n' Roll e depois de se perder o que se pode fazer é gritar a plenos pulmões ou cantar tão baixo quanto você precise. Não é uma coisa pensada, é uma coisa de espírito".
A versão de "Stairway to Heaven" será lançada como bônus na edição européia do álbum "Stronger with Each Tear". O lançamento está marcado para o dia 15 de março.
(Fonte: Território da Música)
Angra começa a gravar novo álbum este mês
Uma das mais importantes bandas do cenário Metal nacional, o Angra, volta aos estúdios ainda este mês para dar início ao processo de gravação do novo álbum. A banda divulgou que as gravações começam no próximo dia 21 no Norcal Studios, em São Paulo.
"O álbum está praticamente fechado, faltando apenas finalizarmos alguns arranjos. Gravamos algumas demos e as novas canções soam fantásticas para, ao que tudo indica, ser o nosso material conceitual mais marcante", comentou o guitarrista Kiko Loureiro.
O novo trabalho do grupo será produzido pelos próprios integrantes. O disco ainda não tem título definido e a previsão é que chegue às lojas em junho.
Além disso a banda reformulou o site oficial. O trabalho foi realizado por Gustavo Sazes, artista que já desenvolveu trabalhos com o Manowar, Almah e Kamelot, entre outros. "O Gustavo foi a nossa primeira opção para reformular nosso site, e o resultado ficou fantástico! Realmente surpreendeu todas as nossas melhores expectativas, e os fãs certamente vão gostar bastante", informou o guitarrista Rafael Bittencourt.
O endereço do site oficial do Angra é http://www.angra.net/.
(Fonte: Território da Música)
Novo álbum do Scorpions traz participação de Tarja Turunen
A vocalista Tarja Turunen é a convidada especial no novo álbum de estúdio da banda alemã Scorpions. A ex-cantora do Nightwish participa do disco cantando junto com Klaus Meine na música "The Good Die Young".
O novo álbum do Scorpions recebeu o nome de "Sting in the Tail" e será lançado no dia 23 de março, via Universal Music. Segundo os integrantes da banda, este será o último disco de estúdio da carreira do Scorpions.
"Sting in the Tail" foi gravado em Hannover, nos estúdios do guitarrista Rudolf Schenker, com produção da dupla Mikael 'Nord' Andersson e Martin Hansen. Após o lançamento deste disco o Scorpions vai novamente voltar para a estrada para a turnê de divulgação. O grupo pretende ficar na estrada por três anos.
A banda confirmou em seu site oficial a primeira data pela América do Sul. O show está marcado para o dia 14 de setembro em Santiago, no Chile. Com a confirmação deste show cresce a possibilidade do grupo retornar aos palcos brasileiros para se despedir dos fãs. É só aguardar.
(Fonte: Território da Música)
Tarot, de Marco Hietala, divulga informações sobre novo álbum
A banda finlandesa Tarot divulgou alguns detalhes sobre o novo álbum de estúdio. Batizado como "Gravity of Light", o nono disco da carreira do grupo tem o lançamento agendado para o dia 23 de abril, via Nuclear Blast Records. A imagem abaixo é a capa escolhida para ilustrar o lançamento.
Assim que o disco for lançado a banda parte em turnê com apresentações pela Rússia e alguns festivais de verão europeus. O Tarot já está confirmado como uma das atrações para a edição deste ano do festival ProgPower que será realizado entre os dias 08 e 11 de setembro em Atlanta, nos Estados Unidos.
O Tarot é liderado pelo baixista e vocalista Marco Hietala, também conhecido por ser integrante do Nightwish. Completam a banda os músicos Zachary Hietala (guitarra), Pecu Cinnari (bateria), Janne Tolsa (teclado) e Tommi Salmela (voz).
O mais recente trabalho do grupo é o álbum "Crows Fly Black", lançado na Finlândia em 2006.
(Fonte: Território da Música)
Vocalista do AC/DC critica artistas que pedem doações em shows
O vocalista Brian Johnson, do AC/DC, criticou artistas que pedem aos seus fãs que dêem dinheiro para caridade e projetos beneficentes, prática comum para astros como Bono, do U2, e Bob Geldof. O cantor acha que esses artistas deviam é tirar o dinheiro do próprio bolso ao invés de ficarem pedindo para o público de seus shows.
"Eu não digo para todo mundo que eles deveriam dar dinheiro", disse Johnson em entrevista ao jornal australiano Melbourne Sun. "Quando eu era um trabalhador eu não queria ir a um show para algum idiota dizer que eu deveria pensar em alguma criança na África".
"Sinto muito camarada, mas faça você mesmo, gaste um pouco de seu próprio dinheiro e faça isso. Isso me deixa muito irritado". Johnson também comentou especificamente sobre Bob Geldof, mentor do Live Aid e Live 8.
"Bob Geldof é um cara esperto. Ele fez o que achou certo naquele momento, mas não funcionou. O dinheiro não foi para as pessoas pobres. Me deixa louco quando as pessoas tentam usar a política ou a caridade para publicidade. Fazer um show beneficente é bastante justo, mas não com transmissão mundial pela TV.
(Fonte: Território da Música)