quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Show Review: André Matos - 20/12/2008

Texto por Wesley Rodrigues
Fotos por Jacqueline Natividade


Pela primeira vez no Rio de Janeiro desde sua última turnê com o Shaman, no começo de 2006 se não me engano, André Matos deu as caras de novo no dia 20 de dezembro pra apresentar pela primeira vez aos cariocas o seu trabalho solo, Time to Be Free (2007). O público teve boa presença no Canecão, talvez causada pela expectativa que a ausência do ídolo criou, o que foi o meu caso. Por volta das 23h estava ele no palco. Roupa de gala, chapinha no cabelo, carisma transbordando e vamos lá!

Histeria não é termo exagerado para descrever a reação da platéia à introdução de Letting Go, que abriu o show. As músicas novas já estavam na ponta da língua da galera que estava com uma animação um tanto fora do comum. Durante todo o evento, a participação maciça do público trouxe emoção extra.

Em seguida veio Rio, composta em homenagem à cidade, muito bem recebida também. Depois Looking Back para fechar essa primeira parte de canções novas. Time to Be Free talvez seja o trabalho menos expressivo da discografia de André Matos. Não que as músicas não sejam de qualidade, coisa que seria facilmente contestada por quem estivesse no Canecão para ver o quão bem elas funcionam ao vivo. São bem arranjadas e tocantes em sua grande maioria. Contudo, ele não segue a excelência que é de práxis nos trabalhos desse bom moço. As composições não tem a inteligência da época do Angra, banda que se reinventava continuamente. Nem a pegada do Shaman, que soube ser pesado e melódico, com músicas bem trabalhadas, porém diretas. Ainda que seja um tanto tosco afirmar que Time to Be Free é um trabalho sem criatividade, como se André Matos estivesse se enchafurdando em clichês, é fato que falta algo ali.

Então, que nada seja tão bem-vindo quanto um retorno ao passado (e como eles são essenciais no Heavy Metal!). Distant Thundher me fez ter vontade de que todo o resto do show fosse de músicas do álbum Ritual. Angels Cry, recebida com emoção tal que fez muitos fecharem os olhos fazerem caretas, foi cantada tão fortemente que eu saí de onde estava para que pudesse ouvir mais o André do que os desafinados perto de mim.

De uma forma geral, a banda estava muito bem tocando com empenho e garra. O som é que teve algumas baixas: a guitarra de Hernadez às vezes era baixa demais, assim como o microfone de André Matos em um ou outro momento. Nada que atrapalhasse o espetáculo, porém. O garoto Eloy Casagrande, de apenas 11 anos (rs), mandou muito bem na bateria, assim como os guitarristas Hugo Mariutti e André Hernadez (que se parece muito com o James Labrie), o baixista Luís Mariutti e o tecladista Fabio Ribeiro. Ainda assim, deve ser dito, se é que não é demais fazer mais uma digressão nesta resenha, que André Matos merecia melhores guitarristas. O Mariutti é foda, desce a mão e tem boa presença de palco, mas não tem um leque técnico amplo. Hernandez...bom, tá lá, toca bem e tudo mas está longe de ser alguém que impulsionaria criativamente André Matos. E pensar que um dia ele teve Rafael Bittencourt e Kiko Loureiro ao seu lado. Enquanto eles não voltam (e com certeza eles voltam, pode escrever aí), André devia ficar bem atento para recrutar alguém com mais personalidade e feeling.

Direto dos anos 80, veio Living for the Night e A Cry from the Edge. As canções da época do Viper ainda são desconhecidas de boa parte do público, infelizmente, porque foi muito gostoso cantar a parte lenta da primeira delas. Particularmente, foi o momento mais emocionante do show. E que riff o de A Cry from the Edge!

E toma-lhe Separate Ways, cover do glorioso Journey. André trouxe de trás do palco Nando Fernandes para ajudá-lo a cantar esta música, de um modo totalmente improvisado, com um apontado para o outro as partes que deviam cantar. O contraste gritante entre os dois (esse Nando é animal) fez lembrar que André não anda abusando da sua voz. Em Nothing to Say, isso fica mais patente: ele não ia até onde a música pedia (ou permitia). Mas que nada mais arranhe sua reputação como vocalista.

Menção importante é a de que em conversa com a platéia, André falou das dificuldades de realização desta turnê com Hangar (batizada cretinamente de Metal Christmas, diga-se de passagem), causadas pela discriminação e preconceito que se tem contra o Heavy Metal. Ainda que ao falar isso ele também tenha sido preconceituoso (disse que um público de pagode não se comporta da mesma forma, trazendo confusão), a mensagem foi válida porque o Heavy Metal é fortemente lesado pela imagem torta que se tem dele por aí.

Das antigas ainda teve Lisbon, Fairy Tale (que foi um momento intenso) e a sempre exigida Carry On. Das novas, How Long e Endeavour, essa última escolhida para fechar o show, o que aconteceu de forma linda, ainda que a música não seja nada espetacular: com todos deixando o palco gradualmente ao terminarem suas partes, até que só ficou André nos teclados tocando uma bela melodia.

O set-list poderia conter uma ou duas músicas a menos do novo disco, e a inclusão da faixa-título “Time to Be Free”, a melhor daquele disco. Mas falta maior é a ausência total do Virgo, o “Queen moderno”, um capítulo da discografia que jamais deve ser esquecido.

Em suma, uma noite marcante cujo protagonismo foi disputado fortemente entre o público e o próprio André.

















segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Classic Album: Mayhem - De Mysteriis Dom Sathanas

Na sessão Classic Albums pretende-se homenagear as obras que merecem ser relembradas. Aqueles álbuns que consideramos fundamentais para os ouvintes de Heavy Rock...

Nota: Esse review foi originalmente escrito na forma lusitana da língua portuguesa. O blog Arise! optou por manter dessa forma no intuito de preservá-lo como foi concebido.


Mayhem - De Mysteriis Dom Sathanas

Por PhiLiz

Introdução
Mayhem (incluindo todos os músicos à volta da banda) é provavelmente a banda de Black Metal mais controversa da década de 90. Toda a gente que tem alguma relação com o estilo conhece as histórias: Homicídios, igrejas queimadas, declarações polémicas e uma enorme cobertura mediática, especialmente no país onde tudo ocorreu, a Noruega.

Isto são os mitos, as lendas... e em relação à música? O que dizer do mais importante, do que realmente interessa? Concretamente, estão os Mayhem à altura de toda a reputação criada à volta da banda por causa das acções dos seus variadíssimos membros? Indubitavelmente que sim.



Alinhamento
01 - Funeral Fog
02 - Freezing Moon
03 - Cursed In Eternity
04 - Pagan Fears
05 - Life Eternal
06 - From The Dark Past
07 - Buried By Time And Dust
08 - De Mysteriis Dom Sathanas

Ano 1994

Editora Deathlike Silence Productions

Faixa Favorita 02 - Freezing Moon

Género Black Metal

País Noruega

Banda
Attila Csihar – Voz
Count Grishnackh (Varg Vikernes) – Baixo
Euronymous (Øystein Aarseth) – Guitarra
Hellhammer (Jan Axel Blomberg) – Bateria



Review
Há que dizer, antes de mais nada, que o que faz este álbum tão único é o ambiente geral do álbum, que é simplesmente de outro mundo. Este pormenor em particular não é passível de ser posto em palavras tal é a sua unicidade. Todo o som do álbum é um buraco negro e gélido que consome o ouvinte de todas as formas... a todos os momentos.

A guitarra do falecido Euronymous (morto por Varg ainda antes da edição do álbum) tem aqui um papel fundamental neste ambiente... fria, cortante e mecânica, cria um sentimento destrutivo onde todos os objectos em redor se tornam um potencial foco de destruição. A verdade é que os riffs sombrios de Euronymous são uma marca distinta do trabalho primordial de Mayhem e embora tecnicamente não fosse um génio, ainda hoje o trabalho de guitarra mais distinto da banda foi o executado por Aarseth.

Os vocais são outra marca muito distinta e polémica deste seminal trabalho. Ohlin, imortalizado com o pseudónimo Dead tinha-se suicidado antes da gravação do álbum, pelo que a voz ficou a cargo de Attila Csihar. Os vocais de Attila são parte fundamental na construção deste trabalho fantasmagórico e negro e na construção da sua espantosa atmosfera, seja com os guturais sussurrados e de alguma forma suaves ou os momentos mais operáticos com que Attila presenteia o ouvinte. Os vocais são drasticamente diferentes dos guturais violentos de Dead, mas o resultado é fabuloso.

O trabalho de bateria é fabuloso. "Blast beats" a alta velocidade, variações rítmicas sublimemente executadas (as duas primeiras faixas são as que mais sublinham este pormenor) e o mais complexo trabalho instrumental do álbum fazem com que Hellhammer seja o membro que mais se destaca no álbum. A qualidade do baterista de Mayhem é de resto mais que reconhecida e o seu rol de participações noutras bandas fala por si.

Em relação a faixas, há dois momentos que definem o álbum (e a própria carreira da banda): Funeral Fog e Freezing Moon. Duas músicas símbolo do que o Black Metal representa. Tudo o que um género simboliza imortalizado em duas músicas brilhantes. Basta ouvir o arrepiante solo em Freezing Moon e os vocais insanos em Funeral Fog. Buried By Time And Dust, Pagan Fears, Life Eternal são mais três clássicos da banda. A faixa-título e From The Dark Past são igualmente muito boas. A única música menos conseguida será Cursed In Eternity, que é, no entanto, uma boa música.

Apenas dois pormenores um tanto ou quanto negativos. Em primeiro lugar, o facto de nunca podermos ter ouvido Dead em estúdio, com este tipo de produção (que é bastante boa tendo em conta os meios, o estilo da banda e o seu próprio passado a este nível). Sim, Attila é um monstro, mas já tendo ouvido a voz incrível de Dead não deixo de pensar o que seria este álbum com ele.

O outro pequeno detalhe prende-se com o facto do baixo estar demasiado enterrado (propositadamente depois do pequeno "incidente" que Varg teve com Euronymous e com os pedidos da família deste último) no álbum. Penso que se o baixo fosse mais audível seria uma mais-valia para este clássico.

Conclusão
Na generalidade, é um dos mais brilhantes e seminais trabalhos na história do Black Metal, um álbum que influenciou muitos dos músicos no estilo. Um marco e essencial para qualquer fã.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Notícias

SHADOWS OF METAL: COVER BANDS II

Sábado, dia 14/02/09 (Censura 16 anos):

Broken Paradigm (Cover de Arch Enemy, Children of Bodom, Hypocrisy e outras)
Firaga (Cover de Edguy)
Rocket Fire (Cover de Hammerfall)
Ravenous (Cover de Megadeth, Metallica e Iron Maiden)

Domingo, dia 15/02/09 (Censura 14 anos):

Sinners (Cover de Cradle of Filth, Dimmu Borgir e Graveworm)
Undine (Epica, Tristania, Delain e outras)
Left Behind (Cover de Arch Enemy e Próprias)
Ars Moriendi (Cover de Therion e Próprias)
Anamorph (Cover de Marilyn Manson, Spectrum, DeathStars e Maldita)

Local: Casa Cultural Matriz / Rua Guajajaras, 1353, Centro – BH/MG
Entrada: $12,00 (valor por cada dia, somente no local)
Os 100 primeiros pagam $10,00!!!
Horário: 14:00 hs / Telefone: (31) 3212.6122
Organização: Sekhem Produções - agathodaemony@yahoo.com.br

BRUTAL CELEBRATION
Metal Extremo para Pessoas Extremas!

Calvary Death - Death Metal (Itaúna)
Paradise in Flames - Black/ Death Metal (BH)
Nehpalese - Death Metal (BH)
Dynamo - Thrash Metal (Juiz de Fora)
Canilive - Death Metal (RJ)
Destruction of Bodies - Death Metal (Vespasiano)
Mortifer Rage - Death Metal (Santa Luzia)
Angerise - Death Metal (BH)
Dark Suffering - Black/ Death Metal (BH)
Corpse Hunter - Death Metal (BH)

Dia: 07/02/2009 – Sábado / Horário: 14 horas
Local: Av. Amazonas, 9340 – Cidade Industrial – Contagem/ MG – Próximo à Vilma Alimentos e Magnesita, entre os Postos ALE e Petrobras.
Ônibus: 2190 / 2200 / 2210 / 3210 / 3110 / 3200 / 2950
Consulte a BHtrans: (31) 3277-6500
Ingressos: $10,00 – somente no local / Censura: 18 anos

AS 100 PRIMEIRAS PESSOAS PAGAM $7,00!
CERVEJA E VINHO APENAS 2,00 ATÉ AS 16H!!!


Produção: Sekhem
Contato: agathodaemony@yahoo.com.br

Patrocínios:
Estúdio Big Band
Tel.: 2526-8683
Venda Letras: www.vendaletras.com
Restaurante e Pizzaria Guarujá
Av. Amazonas, 4.688 – BH/ MG (próximo ao CEFET)
Tels.: 3332-7977 / 3372-7399

domingo, 4 de janeiro de 2009

HELLCOME 2009

Rato no Rio, FullMetal e Rio Metal Works apresentam:

HELLCOME 2009

***Venha de Preto!!!***

Com as Bandas:
HELLBREATH (MetalCore)
HATEFUL MURDER (Thrash/Death)
DEATH MOUNTAIN (Heavy Metal)
EMPÜRIOS (Dark Prog)
DARK TOWER (Extreme Metal)
NORDHICA (Metal Tradicional)

Além dos trabalhos autorais, as bandas farão tributos à: Dissection, Motorhead, Misfits, Dio, Rainbow, Black Sabbath, Iron Maiden, Grave Digger, Savatage, Rage, Deep Purple, Testament, Slayer, Bring Me The Horizon, Metal Church, Amon Amarth e MUITO MAIS.

COM PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS DE MEMBROS DE BANDAS DO CENÁRIO CARIOCA EM UM GRANDE EVENTO.

Data: 11 DE JANEIRO

Abertura dos Portões: 15:00hs

Local: Espaço Cultural Marlene
Estrada Intendente Magalhães 1290 - Campo dos Afonsos/Vila Valqueire

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

CD Review: Manowar – Gods of War

Por Wesley Rodrigues

Essa resenha foi escrita há muitos meses e ficou tanto tempo engavetada porque eu queria transcrever algumas partes de um texto ao qual eu faço referência aqui, mas nunca consegui acesso a ele para tal. Um milhão de desencontros e esquecimentos impediram que o meu amigo Léo me emprestasse a maldita revista. Perdidas todas as esperanças de um dia tê-la em mãos e a paciência de segurar esta resenha por tanto tempo, decidi publicar a resenha incompleta mesmo. Dedico o post ao meu irmão, que me apresentou ao Manowar há uns, sei lá, onze anos atrás.



Os extravagantes americanos do Manowar lançaram ano passado este disco que não foi lá muito bem recebido pelo público e pela crítica. Até a banda que costuma ter sempre um pé fora da realidade reconheceu isso. Gods of War acabou gerando mais estímulo para chacota do grupo, como se os corpos banhados em óleo, as roupas de couro apertadas e todo aquele discurso “morrer pelo metal” não fossem suficientes.

Mas esta resenha não compartilha de opiniões tão negativas quanto recorrentes. O disco tem excelentes passagens do mais puro e bom metal e isso consegue salvá-lo apesar de momentos de menor inspiração e experimentações enfadonhas. É o que pretendo defender comentando uma a uma as faixas desse disco, mesmo correndo o risco de fazer os leitores desistirem de ler a resenha por ser tão grande e entediante (“assim como Gods of War”, diriam os detratores do Manowar).

A primeira faixa é a orquestrada Overture to the Hymns of the Immortal Warriors. Nada mal para uma abertura. O que mata é que ela é muito grande, maior que o próprio nome. Por causa de seus seis minutos e vinte segundos, merece ser ignorada pra sempre.

Depois desta introdução, vejam só, vem outra introdução: The Ascension. Essa é menor, tem dois minutos e meio, mas isso já é o suficiente para deixar alguém impaciente. Até que, finalmente, o ouvinte detecta uma guitarra em King of Kings, um metalzão de refrão excelente e grande solo de Logan. Há nela uma parte de narração mas que não consegue esfriar.



Em seguida, entra Army of The Dead part I, mais uma música para embromação. Esse tipo de coisa é justificada pela banda por se tratar de um álbum conceitual e que está se contando uma história. Por isso, em muitos momentos (entre as músicas e durante elas) o metal pára para dar lugar à história. Isso torna o disco bem cansativo. Até porque esse negócio das letras sobre vikings milhares de bandas têm explorado contínua e cretinamente, sem trazer grandes novidades. E o Manowar não se limitou a usar esse tema como letras de suas músicas, mas quis contar uma história manjada como essa entupindo o cd de todo tipo de recurso adicional como narrações, sonoplastia e tudo o mais, um esforço que não poderia ter outro resultado se não encher o saco! Não que os vikings, as batalhas, Odin, etc. não sejam interessantes. Muito pelo contrário. Mas o Manowar levou o tema à exaustão nesse disco e ainda por cima do modo mais chato, piegas e batido possível. É esse o principal motivo de crítica ao cd, uma opinião que até onde eu vi é unânime. Acho que ela tem sido uma barreira para que se perceba o que há de bom em Gods of War.

Chegamos à faixa Sleipnir que tem um refrão emotivo e marcante, até por que é cantado inúmeras vezes. Grande música que sem dúvida funciona bem nos shows. Além disso, tem outro bom momento de Logan. Depois, entra Loki God of Fire e o banger pode estar convencido de que fora o blábláblá o disco é realmente bom.

Blood Brothers (eu já vi esse título antes) tem como belo tema a amizade. Mas o Manowar já fez baladas melhores. Overture to Odin, outra orquestrada, termina majestosamente para dar lugar a....The Blood of Odin, uma narração de quatro minutos insuportável. Até que entra Sons of Odin para deixar injuriado o bom banger que ouviu dizer coisas como “Este novo do Manowar é um lixo” e provar que se deve buscar opinião própria ao invés de dar muito crédito à dos outros (no que se inclui, é claro, a desse resenhista).



A faixa-título trabalha arranjos de violino e metais para trazer um clima épico. Legal. Army of the Dead part II é um coro liderado por Adams e não precisa ser ouvida. Odin é uma música mais lenta e similar a outras feitas pelo Manowar. Não impressiona muito mas ainda assim é boa. O mesmo vale para a balada Hymn of the Immortal Warriors. Por último, temos a faixa bônus Die for Metal. Com uma sonoridade mais tradicional, é uma música bem Manowar. Até nas letras que mostram mais uma vez a mania de perseguição que a banda tem (They can’t stop us Let them try) e a idéia do Heavy Metal como a coisa mais importante da vida.

É bem verdade que o Manowar não é metade do que diz que é. A coroa que alega sua, uma monte de bandas merece mais. Mas ainda assim são bons pra caralho e Gods of War mostra isso, apesar de não ser uma maravilha de disco. Estamos bem longe portanto do que disse Régis Tadeu em relação a este trabalho. Me parece que a intenção máxima dele aqui não foi fazer uma avaliação equilibrada mas sim promover seu estilo piadístico. O Manowar é trampolim perfeito para quem quer fazer humor fácil, e Régis se aproveitou disso ao invés de usar uma argumentação equilibrada. Deu uma de Diogo Mainardi do Metal. Uma audição sem pré-conceitos vai revelar que Gods of War (e o Manowar) merece mais respeito.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Notícias da Semana

Queen: Brian May nega rumores sobre separação de Rodgers

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O guitarrista do QUEEN, Brian May, desmentiu os boatos de uma separação do cantor Paul Rodgers e afirmou que a banda está simplesmente dando um tempo.

O website austríaco Österreich / oe24.at reportou na terça-feira, dia 2 de dezembro, que o show do QUEEN + PAUL RODGERS realizado no dia 29 de novembro no Rio de Janeiro seria o último do grupo.

Brian May comentou os rumores no seu website oficial: "Bem, eu não sei de onde tiraram essa idéia - Roger (Taylor, baterista), Paul e eu ainda não tomamos nenhuma decisão sobre o futuro. Nós só precisamos de um descanso!"

O novo álbum do QUEEN + PAUL RODGERS, "The Cosmos Rocks", vendeu em torno de 12 mil cópias nos Estados Unidos na sua primeira semana de lançamento, atingindo a posição de No. 47, no Top 200 da Billboard.

Megadeth: Chris Broderick está empolgado com novo material

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O MEGADETH está no estágio final do processo de composição do novo álbum, que é esperado possivelmente para o próximo ano via Roadrunner Records. O CD está novamente sendo dirigido pelo aclamado produtor britânico Andy “Undie” Sneap, que produziu o último álbum do MEGADETH, “United Abominations” (que saiu em maio de 2007 também pela Roadrunner Records).

O próximo LP do MEGADETH será o primeiro com o guitarrista Chris Broderick, que substituiu Glen Drover no final do ano passado. E Broderick publicou a seguinte notícia na seção “Forums” do web site oficial da banda:

“Estou realmente empolgado com o que estou ouvindo no Vic’s Garage [o estúdio do MEGADETH recentemente construído]. Tem agressividade e algumas pegadas legais. Num outro dia eu vi [o frontman do MEGADETH] Dave [Mustaine] criar algumas partes que têm um groove pesado.”

“Essa semana vai ser ruim pra mim; acabei de falar pelo telefone com a corte superior de Los Angeles e eu tenho que me apresentar para o júri amanhã às 8:30 da manhã (simula vomitar). Essa vai ser a primeira vez que eu tenho que me apresentar e não tenho idéia do que esperar.”

O MEGADETH vai embarcar na turnê européia “Priest Feast” em fevereiro de 2009 com o JUDAS PRIEST como “headliner” e o TESTAMENT como banda de abertura.

Lançado em 30 de setembro, o álbum duplo / coleção digital do MEGADETH “Anthology: Set The World Afire” (lançado pela Capitol/EMI), que abrange a carreira toda da banda, vendeu cerca de 2.600 cópias nos Estados Unidos na primeira semana de seu lançamento, segundo a Nielsen SoundScan.

AC/DC: “Black Ice” é um dos álbuns mais vendidos do ano

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De acordo com uma matéria publicada pelo site redOrbit, “Black Ice” é o quarto álbum mais vendido em 2008. O primeiro trabalho desde “Stiff Uper Lip” (2000) – lançado em outubro deste ano e vendido inicialmente apenas na rede Wal-Mart – já vendeu de acordo com a reportagem 1,6 milhão de cópias, apesar da recusa da banda em disponibilizar suas músicas on-line. A mesma matéria ainda destaca KID ROCK, outro que resiste em apelar ao iTunes e que tem o terceiro álbum mais vendido do ano, “Rock N Roll Jesus”.

Atualmente, o AC/DC está em turnê pelos Estados Unidos. Em fevereiro do próximo ano, a banda inicia uma série de apresentações na Europa que deve durar até junho, incluindo um show no estádio de Wembley, em Londres, no dia 26 de junho.

Cannibal Corpse: arte gráfica de "Evisceration Plague"

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A arte de capa de "Evisceration Plague", novo álbum dos veteranos death metal do CANNIBAL CORPSE, pode ser vista abaixo:




Alex Webster (baixista) comentou: "Para 'Evisceration Plague' nós alistamos o lendário artista gore/horror Vincent Locke, que fez as artes de todos os releases. Ele fez duas peças para nós nesse momento, uma capa escura e agourenta, e uma parte violenta e sangrenta para o interior do CD. Vince mostrou mais uma vez que ele é um mestre de capturar o vibe macabro e misterioso com sua obra de arte".

"Evisceration Plague" tem lançamento planejado para o dia 3 de fevereiro de 2009.

Lista de músicas:

01. Priests of Sodom
02. Scalding Hail
03. To Decompose
04. A Cauldron of Hate
05. Beheading and Burning
06. Evidence in the Furnace
07. Carnivorous Swarm
08. Evisceration Plague
09. Shatter Their Bones
10. Carrion Sculpted Entity
11. Unnatural
12. Skewered From Ear to Eye

Metallica: banda revela detalhes do seu game “Guitar Hero”

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De acordo com a Billboard, a banda METALLICA divulgou detalhes do seu game "Guitar Hero: Metallica", programado para ser lançado ano que vem.

No site da banda consta que o jogo "permitirá que você toque como nós tanto no modo single com um instrumento ou no modo carreira" e será provavelmente lançado em meados do ano que vem.

Alguns cenários do jogo incluirão shows famosos da carreira da banda, como o concerto no Monsters of Rock de 1991.

O jogo terá no total 28 músicas do METALLICA, entretanto a lista ainda não foi divulgada. Músicas de outras bandas como ALICE IN CHAINS, FOO FIGHTERS, SLAYER, MACHINE HEAD e QUEEN também poderão ser tocadas.

Para os fãs do baterista Lars Ulrich, o jogo terá um nível de dificuldade especial para a bateria.

Confira abaixo uma possível lista (não confirmada) de algumas músicas do “Guitar Hero: Metallica”:

Músicas de Metallica

“Enter Sandman”
“For Whom The Bell Tolls”
“Fuel”
“Hit The Lights”
“King Nothing”
“Master of Puppets”
“No Leaf Clover”
“Nothing Else Matters”
“Sad But True”
“The Unforgiven”
“Wherever I May Roam”

Outras bandas

"No Excuses" – Alice in Chains
"Turn The Page" – Bob Seger
"Hell Bent For Leather" – Judas Priest
"Demon Cleaner" – Kyuss
"Tuesday's Gone" – Lynyrd Skynyrd
"Blood and Thunder" – Mastodon
"Armed and Ready" – Michael Schenker Group
"Mother of Mercy" – Samhain
"Black River" – The Sword.

Halford: "Resurrection World Tour – Live At Rock In Rio 3"

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A Metal God Entertainment anunciou a pré-venda de "Resurrection World Tour – Live At Rock In Rio III" edição especial 5.1 em Blu-ray.

Conduzido por Rob Halford e integrantes de sua nova banda solo, "Resurrection World Tour" documenta cada um dos novos músicos do HALFORD em um mundo de grandiosidade heavy metal em ritmo acelerado após serem selecionados para escrever, gravar e excursionar com um dos mais reverenciados compositores/vocalistas de metal do mundo.

Exclusivo para o primeiro lançamento em Blu-ray de HALFORD, temos uma rara alta-definição 5.1 surround mix de "Live Insurrection" – um concerto completo com 28 canções da "Resurrection World Tour", que a banda fez em 2000-2001, incluindo aí um slide show de fotos raras e previamente nunca vistas.

A edição “Rock in Rio” edição especial Blu-ray do HALFORD tem data prevista de lançamento como 10 de Fevereiro, 2009.

Donzelas do Metal: calendário com as divas da Century Media

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O calendário "Maidens Of Metal 2009" (“Donzelas do Metal 2009”), que conta com garotas do cast da Century Media Records, já está disponível e pode ser adquirido exclusivamente através do site CMDistro.com por $10 (cerca de R$24).

Este calendário – do qual foram lançadas apenas 1000 cópias - conta com fotos inéditas, nunca antes vistas, de Maria Brink (IN THIS MOMENT), Kristen Randall (WINDS OF PLAGUE) e Mary Zimmer (LUNAS MORTIS). Conta também com flashs fantásticos de Alissa White-Gluz (THE AGONIST), Anna K. (OPIATE FOR THE MASSES), Aya (UNSUN), Leeni-Maria (KIVIMETS-N DRUID) e Franziska Huth e Alla Fedynitch (EYES OF EDEN).

As imagens do calendário podem ser conferidas neste link



Epica: guitarrista Ad Sluijter decide deixar a banda

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O guitarrista Ad Sluijter anunciou sua saída da banda de metal holandesa EPICA no dia 16 de dezembro.

Através de uma nota no site oficial da banda (www.epica.nl) e uma postagem em seu blog do site de relações MySpace, Sluijter afirmou que "Infelizmente, todo esse sucesso (da banda) tem seu lado ruim. Quanto mais sucesso você adquire com a banda, mais difícil é continuar a se focar na coisa mais importante, que é a própria música."

"Devido à agenda cheia por causa da turnê e da falta de tempo para trabalhar em novo material como resultado, eu me encontrei mais e mais em uma situação em que eu sentia que tinha que compor ao invés de querer compor. Eu não me considero um grande compositor. Eu realmente preciso de muito tempo e me esforçar muito nisso antes de ficar próximo de satisfeito com o resultado. E sendo o perfeccionista que sou, estava ficando cada vez mais frustrante não ter tempo para fazer isso e, portanto, não poder alcançar o melhor resultado possível. Por causa disso eu simplesmente perdi a diversão que costumava ter quando compunha, e isso foi pra mim um sinal claro de que eu tinha que mudar alguma coisa."

"Depois de muita consideração eu cheguei à conclusão de que a única mudança que eu precisava era a de deixar o grupo. Essa não é uma decisão que eu queria tomar, mas uma que eu precisava tomar."

"Eu sou muito grato pelo meu tempo no Epica e tenho muito orgulho de tudo que conquistamos. Eu gostaria de agradecer à banda, à equipe, à companhia de gravação, às bandas com quem fizemos turnês e, é claro, todos os fãs que tornaram tudo isso possível!"

"Eu desejo tudo de bom aos membros restantes da banda e espero que eles continuem a fazer ótima música pro muitos e muitos anos!"

Ad também afirma que ainda não possui nenhum projeto solo ou CD a ser lançado, mas que espera conseguir continuar trabalhando como engenheiro de som e músico de sessões.

OTEP: banda fará mini-turnê pela América do Sul

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Agência Sobcontrole e Elementar Booking apresentam: OTEP!

Indo ao extremo da experimentação das vertentes do metal/nu-metal, o OTEP, banda formada em Los Angeles (Califórnia, EUA) no ano de 2000, desembarca no final de Janeiro pela primeira vez na América do Sul, após sua extensa e destruidora turnê (United and Conquer tour 2008) pelos EUA ao lado de nomes de peso como Ill Niño e Wall of Jericho.

Formada por Evil McGuire (baixo), Aaron Nordstrom (guitarra), Brian Wolf (bateria) e encabeçada pela vocalista Otep Shamaya, o OTEP pisa por aqui para divulgar as músicas de seus 2 EP's e dos 3 bem sucedidos álbuns: "Jihad" (EP 2001), "Sevas Tra" (2002), "House of Secrets" (2004), "Wurd Becomes Flesh" (EP 2005) e "The Ascension" (2007).

Confira as datas e locais da turnê Sulamericana:

30/01 - Santiago, Chile @ Teatro Novedades
31/01 - Rio de Janeiro, Brasil @ Mello Tenis Club
01/02 - Sao Paulo, Brasil @ Santana Hall

Links relacionados:
www.agenciasobcontrole.com.br/otep
www.myspace.com/otep
sobcontroleproducoes@yahoo.com.br

Tank: banda britânica anuncia a sua nova formação

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A banda inglesa TANK anunciou sua nova formação. O grupo, que ficou famoso durante a década de 80, tem ainda três membros originais: os guitarristas Mick Tucker e Cliff Evans e o baterista Mark Brabbs. Para o vocal, Doogie White (RAINBOW, MALMSTEEN, CORNERSTONE) foi o escolhido. Já o baixo ficará a cargo de Chris Dale, da banda solo de Bruce Dickinson (IRON MAIDEN).

A banda deve anunciar em breve algumas datas de shows, já que estão afastados dos palcos há algum tempo.

Visions Of Atlantis: tecladista comenta planos futuros

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Martin Harb, tecladista da banda australiana de symphonic metal VISIONS OF ATLANTIS, postou a seguinte nota:

"Após várias mensagens que nós recebemos durante as últimas semanas e perguntas sobre o motivo de ainda não termos revelado mais novidades e mais informação sobre a nossa nova vocalista, eu gostaria de atualizá-los direto do campo do VISIONS OF ATLANTIS...

"Primeiro: nós vamos divulgar informações (nome, fotos, etc.) da nova vocalista assim que tivermos fotos com ela, o que ainda não foi feito e não há planos para ser feito antes das próximas semanas, porque nós estamos realmente ocupados com a pós-produção do nosso novo álbum, o que me leva ao próximo ponto".

"[Em] 2009 um novo álbum do VISIONS OF ATLANTIS vai ser lançado e então eu dou-lhes algumas informações sobre o processo: acabamos as composições e estamos trabalhando com os arranjos e finalizando as linhas vocais... As novas músicas vão cobrir todo o horizonte do VISIONS OF ATLANTIS desde os últimos lançamentos e virão com algumas novas influências e idéias para serem integradas ao som do VISIONS OF ATLANTIS de 2009! Nós também temos uma surpresa para o próximo álbum e vamos fazer algo pela primeira vez na história do VISIONS OF ATLANTIS, porém mais informações serão divulgadas mais tarde".

"Bem, a partir de agora eu vou escrever um blog de vez em quando (talvez toda a semana, se houver o que contar) para manter todos vocês informados e para dar a segurança de que o VISIONS OF ATLANTIS mantêm contato com todo mundo e que nós estamos trabalhando bastante para dar para vocês um excelente álbum novo em 2009..."

"Eu estou muito feliz que eu posso dizê-los que estou sentindo a química na banda e, acima de tudo, os sentimentos a respeito das músicas são muito bons e nos trazem um clima muito positivo para o próximo ano".

VISIONS OF ATLANTIS se separou da vocalista de Minnesota Melissa Ferlaak e seu atual marido, o guitarrista Wolfgang "Wops" Koch, devido a "diferenças musicais". Como resultado, a banda anteriormente anunciou que a participação na turnê européia do KAMELOT foi cancelada. Koch já havia sido substituído pela volta do guitarrista Werner Fiedler, responsável pela maioria das composições dos dois primeiros álbuns da banda.

O último álbum do VISIONS OF ATLANTIS, "Trinity", foi lançado em maio de 2007 pela Napalm Records. O CD foi gravado no Dreamscape Studios e masterizado no Finnvox Studios em Helinki, Finlândia. A arte de capa do CD foi feita por Anthony Clarkson, que anteriormente trabalhou com BLIND GUARDIAN, HYPROCRISY e EXODUS, entre outros.

Autopsy: novas gravações sairão depois de quinze anos

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Pela primeira vez em quase 15 anos, duas novas faixas perversas do AUTOPSY foram gravadas em setembro de 2008, reunindo Chris Reifert, Danny Coralles e Eric Cutler para mais uma rodada de morte e deterioração.

Essas faixas constituem um lançamento em vinil 7” especial e extremamente limitado (somente 1.000 cópias), entitulado “Horrific Obsession”. Este single estará disponível exclusivamente no site Peaceville.com em 26 de janeiro de 2009, com a pré-venda acontecendo agora na loja da Peaceville.

Em adição à isso, uma edição especial em double disc do icônico álbum de estréia do AUTOPSY, “Severed Survival”, será lançada em fevereiro para celebrar o 20º aniversário do lançamento original.

Os doentes favoritos de São Francisco – que são uma inspiração para toda uma geração de bandas de death metal – desenterraram materiais raros de ensaios e ao vivo para um disco bônus, incluindo versões demo de duas músicas, “Mauled To Death” e “Human Genocide”, que deveriam ter entrado na versão original de “Severed Survival”. Dentro do pacote também estará um livreto com notas da própria banda, detalhando a história dos primeiros anos do AUTOPSY, com fotos e imagens raras.

After Forever: novo projeto de guitarrista traz Andre Matos

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Co-fundador, guitarrista e principal escritor do AFTER FOREVER, Sander Gommans postou em seu Myspace sobre seu novo projeto que se chamará HDK (HATE DEATH KILL). A nova banda lançará seu primeiro álbum, “System Overload”, no dia 23 de fevereiro na Europa.

Abaixo você confere os artistas envolvidos:

Amanda Somerville: Vocal
Andre Matos (ex-ANGRA, SHAAMAN, VIRGO): Vocal
Ariën van Weesenbeek (GOD DETHRONED): Bateria
Joost van den Broek (SUN CAGED, AFTER FOREVER): Teclado
Jos Severens (SUSTAIN): Vocal
Patrick Savelkoul (CALLENISH CIRCLE): Vocal
Paul Niessen (I WITNESS): Vocal
Peter Vink: Baixo
Sander Gommans: Guitarra e Vocal

Sander explicou o surgimento do HDK, dizendo que no AFTER FOREVER ele sempre teve a possibilidade de criar letras com estilos diferentes, porque as pessoas sempre esperavam cds diferentes. Entretanto, desde o primeiro lançamento com o After, ele sentiu a necessidade de escrever coisas mais extremas e ele não queria criar letras assim para o After, que segundo ele já é uma das bandas mais agressivas com vocal feminino. Daí a necessidade de criar o HDK.

Ele também falou que a banda tem um som único já que não reúne um determinado tipo de voz, mas todos. Como guturais, vocal masculino limpo, gritos e vocal feminino.

"Eu queria uma combinação de todos esses elementos, já que todos eles representam emoções. Eu acho que essa é a única parte do projeto, você tem que pensar "fora do quadrado" quando você escuta-o, ele não se encaixa em nenhum estilo mas eu acho que ele dá uma combinação de todos os tipos dos estilos do metal de um jeito extremo".

Firewind: confira amostra do DVD "Live Premonition"

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A Century Media disponibilizou em sua página no YouTube uma amostra do CD/DVD "Live Premonition" dos norte-americanos do FIREWIND.

Confira o vídeo abaixo:



Ocultan: novo DVD, "Ceremony of Hate", já está nas lojas

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A banda OCULTAN, prestes a comemorar 15 anos de existência, inova mais uma vez sendo a primeira banda do estilo a lançar um DVD no Brasil.

O DVD, intitulado "Ceremony of Hate", contará com dois shows, discografia e entrevista, além de conter toda a parte artística assinada pelo já renomado Eregion, da Mysterian Art (UNEARTHLY, LACERATED AND CARBONIZED, Free Mind Records, etc).

O show de lançamento será no dia 20/12, as 22hs, no Fofinho Rock Clube, na Av. Celso Garcia n°2728 - Belenzinho - São Paulo, com ingressos a venda na Galeria do Rock nas lojas da Mutilation Records e Paranoid Records.

O DVD será lançado dia 19/12 pela Mutilation Records e você pode conferir uma prévia neste link

A pré-venda do DVD está sendo feita pelo site da Extreme Art: www.extremeart.com.br.

Candlemass: grupo libera online faixas de novo disco

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Trechos de quatro faixas - “Funeral Dreams”, “Demon Of The Deep”, “If I Ever Die” e “Hammer Of Doom” - do novo álbum do CANDLEMASS estão disponíveis no MySpace da Nuclear Blast: www.myspace.com/nuclearblasteurope.

O disco, agendado para sair em maio, ainda não tem título definido. Inicialmente ele se chamaria “Hammer Of Doom”, mas a banda descobriu a existência de um Festival com esse nome e decidiu trocá-lo, mas ainda não escolheram o substituto.

Apocalypse: “The Bridge Of Light” disponível em todo Brasil

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"The Bridge Of Light", o novo álbum do APOCALYPSE, já está disponível em todas as melhores lojas de CDs do Brasil. O lançamento é da Free Mind Records, que também disponibiliza o CD para venda no varejo através de sua loja online.

Comemorando 25 anos de carreira do APOCALYPSE, "The Bridge Of Light" é o décimo trabalho desses heróis do rock progressivo brasileiro. O primeiro de inéditas da nova formação da banda que hoje conta com Gustavo Demarchi (vocais/flautas), Ruy Fritsch (guitarras e violões), Magoo Wise (baixo), Chico Fasoli (bateria) e o grande tecladista e fundador da banda, Eloy Fritsch.

O álbum foi gravado ao vivo e é dividido em dois atos distintos: "Act I" com as faixas "The Dance of Dawn", "Next Revelation", "Last Paradise", "Dreamer", "Meet Me" e "Ocean Soul"; e "Act II" que traz uma suíte conceitual dividida em sete partes contando a história de um dia na vida de um garoto órfão chamado Jimmy e de seu fiel amigo Z14, que procuram por respostas existenciais num velho parque abandonado.

"The Bridge Of Light" tem capa assinada por Robson Piccin e também conta com participação especial de Hique Gomez (Tangos e Tragédias).

Confira algumas das principais lojas que já estão vendendo "The Bridge Of Light": Die Hard (Galeria do Rock - SP), Aqualung (Galeria do Rock - SP), Heavy Metal Rock (Americana/SP), Hard 'n' Heavy (RJ/RJ) e Distro Rock (Belém/PA).

O disco também será distribuído em toda Europa e Ásia pela gravadora francesa Musea Records e nos EUA pela própria Free Mind Records.

Links relacionados:
www.myspace.com/apocalypsebr
www.apocalypseband.com
www.apocalypsefc.kit.net (Fã-Clube)
www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2164196
www.palcomp3.com.br/apocalypse
www.freemindrecords.com.br

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Evil Class disponibiliza músicas no MySpace

A banda portuguesa de Thrash Metal Evil Class está disponibilizando no MySpace 6 músicas do seu mais recente trabalho “Beware of Man”.

Link: http://www.myspace.com/evilclass